segunda-feira, 19 de maio de 2014

Governadores sob pressão: policiais planejam paralisação nacional na quarta-feira

Governadores sob pressão: policiais planejam paralisação nacional na quarta-feira

Mobilização ocorre na esteira do fiasco da gestão pernambucana da crise na segurança pública. Categorias militares, civis e federais se unem para cobrar aumento salarial e melhores condições de trabalho


Para mergulhar um Estado na mais completa desordem, tudo o que a polícia tem a fazer é nada fazer – e os ladrões, traficantes, agitadores e saqueadores “profissionais” e de ocasião cuidarão do restante. As cenas de saques e vandalismo em Pernambuco, mergulhado numa crise de segurança pública após três dias de greve da PM e dos bombeiros, saltaram para o topo da pauta dos governadores, principalmente onde há cidades-sede da Copa do Mundo. Quem não acordou para o problema será despertado de forma estridente na próxima quarta-feira, quando está prevista uma paralisação nacional dos policiais, com convites às forças militares, civis e federais. O protesto, programado propositalmente para as vésperas da Copa, traz o risco de novas situações de tensão, com possíveis consequências nas urnas, a cinco meses das eleições de 5 de outubro.
É certo que o salário do policial no Brasil é baixíssimo. E também não há dúvida de que em qualquer movimento como o de agora há quem queira navegar nos ventos da convulsão social. O terceiro componente do problema é a forma desastrada como as negociações desse tipo têm sido conduzidas. Ex-secretário adjunto de Defesa Social de Minas Gerais e professor da PUC-MG, o sociólogo Luis Flavio Sapori avalia que governadores têm tratado reivindicações trabalhistas de policiais como afronta à autoridade. Em 2012, bombeiros, PMs e policiais civis rebelaram-se em vários Estados. A baderna maior se deu na Bahia, agravada pela postura vacilante do governo do petista de Jacques Wagner. Com militares de braços cruzados, Wagner deixou a situação correr, não estabeleceu um canal eficiente de negociação com os grevistas e custou a admitir que tinha perdido o controle da situação. Quando finalmente pediu ajuda da Força Nacional de Segurança (FNS), o prédio da Assembleia Legislativa da Bahia estava ocupado por grevistas, que entraram em choque com tropas do Exército, FNS e da PF.
A reputação do governador baiano ficou em frangalhos, mas a lição não surtiu efeito produtivo país afora. O governador pernambucano João Lyra Neto (PSB) recebeu do antecessor, Eduardo Campos, uma Polícia Militar em ponto de ebulição. Manteve a política de não negociar com grevistas, com a greve julgada ilegal. Os policiais ignoraram a decisão judicial, a cidade mergulhou no caos e quem pagou o pato foi a população. De quebra, enquanto as lojas de Recife eram saqueadas, a equipe da campanha publicou na internet uma foto de Campos com a mulher e o filho caçula viajando em um jatinho – a imagem foi retirada, mas o grito de guerra contra ele foi inevitável entre os grevistas.
Os policiais voltaram ao serviço nesta sexta-feira. A paz, não. Até que o policiamento se reorganize, a população está vulnerável, como esteve na madrugada e na manhã seguintes ao fim da greve, período em que houve assassinatos, assaltos e saques na Região Metropolitana de Recife. Os policiais, desgastados, acabaram ficando com o que já estava previamente negociado com o governo do Estado desde 2011: reajuste de 14,55% programado para junho, incorporação da gratificação por “risco operacional” também pelos militares da reserva e promessas de melhorias nas condições de promoção e de saúde no hospital da PM. “A sociedade pernambucana não pode pagar o prejuízo”, admitiu, na quinta-feira, um dos líderes da greve, o soldado Joel do Carmo.
“Há sempre interesses de partidos, de pessoas que aproveitam a liderança para ganhar projeção. Mas os governadores têm tratado essas greves com uma lógica de confronto. É o que Pernambuco fez agora. Mesmo em uma paralisação considerada ilegal, não se pode abrir mão de negociar. É fundamental criar canais de negociação. O corporativismo tomou conta desses movimentos. E os governadores pioraram a situação porque não tiveram capacidade de negociar”, afirma Sapori.
Pernambuco tem um histórico de greves de policiais desastrosamente conduzidas. Em julho de 1997, uma greve que durou doze dias deixou as ruas do Recife à mercê da criminalidade. O então governador, Miguel Arraes, solicitou apoio das Forças Armadas e foram enviados para o Estado 1.030 homens do Exército, com veículos blindados. No período da paralisação da polícia, houve setenta assassinatos, catorze postos policiais foram depredados, seis incendiados. Um soldado morreu com um tiro na cabeça, quando atuava em um assalto. Quatro anos depois, o Exército precisou voltar às ruas para socorrer os pernambucanos, no governo Jarbas Vasconcelos (PSDB). Os oficiais que haviam conduzido a primeira greve negociavam um adiamento da mobilização. Os praças, no entanto, cobravam aumento imediato do piso de 500 para 900 reais. Diante do impasse, os PMs marcharam, armados, até a Praça da República, onde fica a sede do governo. No dia mais tenso da mobilização, dois grupos de policiais militares se enfrentaram com tiros.
O pesquisador José Vicente Tavares, professor da UFRGS, dedicou-se a monitorar greves policiais desde a redemocratização. De tão recorrentes as demandas, acredita ele, greves desse tipo devem ser encaradas como uma crise estrutural da segurança pública. “O salário é a ponta do iceberg. Essas greves usam conjunturas favoráveis, como eleições ou Copa do Mundo, mas há uma crise institucional nas polícias”, afirma.
A repetição de movimentos grevistas nas forças de segurança favoreceu o surgimento de uma bancada de policiais nos Legislativos federal, estadual e municipal. Ao fim, esses movimentos serviram para impulsionar pretensões eleitorais. Mas, no poder, os sindicalistas-grevistas não contribuíram para amenizar os problemas que as paralisações de policiais causam nas ruas. “Greves policiais não são um problema deste ou daquele governo. Temos que encarar como uma questão social e política. Houve um incremento na presença de agentes das mais variadas corporações no Legislativo, mas as paralisações ainda ganham contornos dramáticos”, afirma Tavares.
Paralisação nacional – Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Gandra, que lidera o movimento, o protesto de quarta-feira será feito para cobrar “melhorias na segurança pública”. “A população deve ser compreensiva com o movimento”, diz Gandra. Não será fácil obter aprovação popular se as cenas de Pernambuco se repetirem. E é evidente que a mobilização nacional, e o momento escolhido para a manifestação, tem mais relação com salários do que com combate ao crime.
No Rio de Janeiro, os policiais civis penduraram em frente à Chefia de Polícia um grande cartaz lembrando ao governador Luiz Fernando Pezão que “a decisão é dele”. Os agentes, que reivindicam a incorporação ao salário de uma gratificação de 850 reais, decidirão em assembleia na próxima quarta-feira, no Clube Municipal, na Tijuca, se haverá paralisação em todas as delegacias do Estado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao, a incorporação da gratificação vem sendo discutida com o governo do estado desde o ano passado. Em abril, a categoria estabeleceu um prazo, que se esgotou na última quinta-feira, para que o governador Luiz Fernando Pezão apresentasse o projeto de incorporação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O projeto, no entanto, não foi levado aos deputados. Segundo o Sindpol, o salário inicial bruto de um agente é de cerca de 4.500 reais, incluindo a gratificação Delegacia Legal. Com os descontos, o valor líquido cai para 3.500 reais. O ganho de um delegado no início da carreira, segundo planilha do Sindpol, é de 15.000 reais.
No Rio a arapuca está armada para Pezão, pré-candidato do PMDB ao governo: a Polícia Militar está pronta para, em caso de vitória dos colegas civis, deflagrar imediatamente um movimento reivindicatório. Ou seja: se Pezão não atender, complica-se com a Civil; se ceder, fica na mão dos militares.
PEC 300 – Na greve de 2012, como na de agora, a meta nunca alcançada pelos grevistas é a PEC 300 – que, em resumo, equipara os salários dos policiais de todo o país ao da PM do Distrito Federal, atualmente na casa dos 4.200 reais. Cada estado, é verdade, tem uma realidade econômica e um orçamento público próprios, com limitações e tamanhos diferentes. Acontece que, para surpresa – apenas – de quem não acompanha a novela desde o início, todos os Estados tiveram, há quatro anos, uma promessa de socorro para implantar a realidade salarial da capital. Fazer da PEC 300 uma realidade foi compromisso de campanha de Dilma Rousseff, pois, justamente pelas diferenças entre os estados, é necessário que a União complemente os salários nas unidades da federação mais estranguladas.
A PEC deixou de ser prioridade tão logo a presidente subiu a rampa do Planalto. Agora, quando está mais perto de descê-la do que em qualquer momento dos últimos quatro anos – como indicam as últimas pesquisas de intenção de voto – Dilma tem algumas contas a fazer. Uma, aritmética, diz respeito ao quanto custaria levar à frente a equiparação, comprometendo mais uma fatia do orçamento da União. A outra, estratégica e política, leva em consideração os efeitos dos levantes nos estados.
Parado na Comissão de Direitos Humanos do Senado, um projeto de lei apresentado em 2011 pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) regulamenta as greves no serviço público no Brasil – para o setor privado, a regulamentação é de 1989. O texto estabelece condições para negociação, cria exigências de prazo para que os sindicatos informem a população e os governos com 30 dias de antecedência sobre as reivindicações e delimita efetivos mínimos para serviços públicos essenciais. O projeto propõe a proibição total de greves nas Forças Armadas, polícias e bombeiros militares. “No ano passado foram votados projetos que anistiaram grevistas de 13 greves de policiais militares. Há um grande contrassenso nisso, pois quando há uma greve com danos para a população, mesmo com medidas decididas pelas corporações, a anistia torna a punição algo inócuo”, critica o tucano.
A regulamentação, explica o senador, incorpora os princípios da convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que estabelece a proteção do direito de organização do trabalhador e define as condições para o serviço público para os países signatários. Em linhas gerais, o projeto determina que sindicatos tenham normas claras de concovação de assembleias e as formas como serão decididas paralisações coletivas. Estabelece também a obrigatoriedade de formação de uma mesa de negociação coletiva – ou seja, a negociação não fica à mercê da vontade política dos governantes. As greves no serviço público passam a ser – como manda o bom senso – o último recurso, uma medida extrema para quando não foi possível alcançar a solução do impasse.
Serviços essenciais, de acordo com o PL 710/2011, devem manter 60% de seus servidores em atividade; para a segurança pública – incluídos policiais civis e guardas municipais – precisam atuar com 80% de seu efetivo. E, no caso de quadros do Exército, Marinha, Aeronáutica, PM e bombeiros, toda paralisação seria ilegal.
“Greves no serviço público são sempre penosas. É preciso salvaguardar a população, para que saiba com antecedência quando haverá uma paralisação, e proteger os servidores, para que não fiquem vulneráveis a desmandos”, diz Ferreira. O projeto também limita a 30% os cortes de vencimentos em caso de suspensão dos pagamentos dos grevistas, e proíbe exonerações, transferências ou medidas punitivas para grevistas durante a paralisação.
Fonte: Veja

Associação dos Militares irá reajustar a mensalidade em 30 reais ainda neste mês

R$ 8,00 (oito reais). Esse é o valor do reajuste da mensalidade para os policiais militares e bombeiros filiados à AME que usufruem dos serviços advocatícios a partir do pagamento de junho deste ano. A majoração foi definida na Assembleia Geral da categoria realizada na tarde da última quinta-feira, 15, no Clube dos Oficiais e publicada nas redes sociais na tarde de hoje pelos membros da entidade representativa.

Para os militares que atualmente são filiados com o valor de R$ 6,75 (seis e setenta e cinco) e que não contam com os serviços advocatícios, a nova mensalidade irá para R$ 9,18 (nove reais e dezoito centavos), definido com base no percentual de reajuste da mensalidade normal.

De acordo com o tesoureiro da entidade, sargento Joelson Dias, a nova mensalidade servirá para ampliar os serviços advocatícios e melhorar outros serviços já à disposição dos associados, como o hotel de trânsito, além de favorecer na criação de um fundo a ser utilizado na compra de um terreno para a construção de uma Sede Campestre.

- Depois que assumimos a AME/AC foi preciso estudar as contas financeiras de nossa entidade para entender como ela teria que funcionar administrativamente, além de sanar nossas dívidas. Nós conseguimos chegar a bem mais do que isso, construímos um Hotel de Trânsito, contratamos funcionários em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, conseguimos dar grande assistência para os militares nas áreas da saúde e em momentos mais tristes como em casos fúnebres. Tudo isso sem aumentar a mensalidade. Ajeitamos a nossa casa, agora, com ajuda de todos, nos sentimos mais preparados para dar passos maiores, como planejar a compra de um terreno para nossa Sede Campestre, afirmou tesoureiro em entrevista realizada por e-mail.

Desde 2007 que a mensalidade não sofria reajuste, apesar dos aumentos significativos no valor cobrado pelos prestadores de serviço e do preço de produtos como combustível.

- Entendemos que era preciso mostrar que dava para apresentar um bom trabalho com o que tínhamos à disposição. O nosso presidente Isaque (Ximenes) sempre demonstrou grande zelo pelos bens da entidade e soube aplicar bem cada centavo que a AME gastou. A próxima gestão, seja quem for que esteja à frente, terá condições melhores para desenvolver e realizar investimentos, de acordo com a necessidade da categoria, pontuou Joelson Dias.

Prestação de contas

Pela terceira vez, a Associação dos Militares realizou a sua prestação de contas anual. Através da exposição de tabelas em um telão, o tesoureiro apresentou a receita e a despesa total realizada em 2013 e a quantidade de dinheiro empregada em áreas específicas.

De acordo com ele, a receita total da entidade foi de R$ 689.055,74 (seiscentos e oitenta e nove mil e cinquenta e cinco reais e setenta e quatro centavos). Já as despesas em sua totalidade foram de R$ 627.673,61 (Seiscentos e vinte e sete mil seiscentos e setenta e três reais e sessenta e um centavos). O saldo ficou em R$ 61.382,13 (sessenta e um mil trezentos e oitenta e dois reais e treze centavos).



Joelson Dias alertou a respeito da aproximação da média de gastos sobre a receita, o que no futuro bem próximo poderá criar problemas para a gestão no que diz respeito a manutenção e ampliação dos serviços.

- Se formos tirar uma média de nossa receita teremos cerca de 57 mil reais. A nossa média de despesas é de mais de 52 mil. Isso nos daria cerca de cinco mil reais para pensarmos em ampliar nossos serviços, reajustar valores de prestadores de serviço e patrocinar um pouco mais confraternizações e ajudar os militares com problemas de saúde ou em casos de falecimento de militar ou de familiares, além de ter que contar com dinheiro em caixa para gastos inesperados ou com reivindicações de melhorias para a categoria, afirmou Joelson Dias.

De acordo com o gráfico enviado para o Blog 4 de Maio é possível observar que 60% da receita da AME é destinada para os advogados que hoje prestam excelentes atendimentos em todos os municípios do Acre, sendo uma das bancas advocatícias com grande prestígio no estado.

Orçamento do Semestre




A Assembleia Geral também serviu para a apresentação do Orçamento do Semestre, já que a atual gestão termina no dia 31 de julho. Os administradores preveem uma receita de R$ 341.694,42 (trezentos e quarenta e um mil seiscentos e noventa e quatro reais e quarenta e dois centavos). Desse total, 153 mil irá para os advogados em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, R$ 5,5 mil para o contador e será destinado 10 mil para cobrir ajuda em confraternizações e ajudas para saúde e funeral.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Associação dos Militares publicará edital para eleições/2014 da entidade na próxima segunda-feira

Os policiais e bombeiros militares que pensam em concorrer à presidência da AME já podem ir preparando sua chapa. De acordo com os atuais gestores, o edital de abertura das eleições será publicada na próxima segunda-feira, 19, nas redes sociais e no site da AME (www.ameac.com.br), que nesse momento se encontra em manutenção por problemas no servidor que hospeda a página.

Na tarde da última quinta-feira. 15, na Assembleia Geral da categoria militar, realizada no Clube dos Oficiais, foi aprovado o Regulamento das Eleições deste ano, matéria não tratada no atual estatuto que será levada para cada unidade PM/BM da capital e do interior, junto com o edital.

O documento aprovado trata sobre a formação da Comissão Eleitoral e determina a última sexta-feira do mês de junho como data da realização das votações, que este ano promete se estender para quase todos os municípios do estado.

- Os interessados terão dez dias contados da data de distribuição do edital para registrar sua chapa, exclusivamente, na Sede da AME, em Rio Branco. Somente membros da Comissão Eleitoral poderão protocolar dos documentos entregues, fornecendo recibo de inscrição, afirmou o presidente da AME/AC, Isaque Ximenes.

Pela previsão, o prazo para o término das inscrições das chapas acontecem até o dia 30 de maio, sendo a data prevista para o pleito o dia 27. O regulamento prevê pontos importantes para o processo, mas não cita nada com relação ao período inicial ou final de campanha, podendo os candidatos pedirem votos sem qualquer restrição.

De fora

O ponto que gerou discussões na assembleia foi o tempo necessário para votar e ser votado no pleito. Os gestores da AME apresentaram a proposta de que todos os associados poderiam votar e ser votado independente de tempo. Mas alguns militares entenderam que isso poderia gerar alguma artimanha do governo para tentar infiltrar militares de última hora a seu serviço nas eleições. Depois da apresentação de alguns argumentos, a maioria dos militares decidiram que somente as pessoas filiadas a mais de um ano poderia votar e ser votado nas eleições.

ASSEMBLEIA GERAL DA AME/AC - 15 de Maio de 2014

ASSOCIAÇÃO DOS MILITARES DO ESTADO DO ACRE


ASSEMBLEIA GERAL DA AME/AC
15 de maio de 2014


Aos quinze dias do mês de maio de 2014, reuniram-se no Clube dos Oficiais PM/BM, em Rio Branco, Acre, os militares que assinam a lista de presença a seguir para tratar dos seguintes assuntos: a) Reajuste da mensalidade; b) Mudanças no Estatuto da AME/AC e Regulamento eleitoral e d) Negociações com o governo.

REAJUSTE DA MENSALIDADE DA AME/AC

O sargento Isaque Félix Ximenes realizou uma breve explanação sobre os temas da assembleia e iniciou o assunto afirmando que desde 2007 não acontece reajuste da entidade e logo depois passou a palavra para o tesoureiro da AME/AC, sargento Joelson Dias, que tratou do reajuste da mensalidade com maiores detalhes. O tesoureiro fez apresentação das e receitas e gastos em cada mês do ano de 2013. De acordo com ele, a receita total da entidade foi de R$ 689.055,74 (seiscentos e oitenta e nove mil e cinquenta e cinco reais e setenta e quatro centavos). Já as despesas em sua totalidade foram de R$ 627.673,61 (Seiscentos e vinte e sete mil seiscentos e setenta e três reais e sessenta e um centavos). O saldo ficou em R$ 61.382,13 (sessenta e um mil trezentos e oitenta e dois reais e treze centavos).

O sargento que cuida do setor financeiro salientou que embora tenham tido um saldo positivo na relação receita/despesa, hoje os números se apresentam preocupantes. Ele afirmou que a média das despesas chegam a 50 mil e a da receita a 54 mil, ficando pouco mais de 4 mil reais para realizar investimentos e ampliação dos serviços, além de ter que guardar dinheiro em Caixa para atender demandas como possíveis mobilizações nas reivindicações salariais junto ao governo.

Joelson Dias pontuou ainda que existe a pretensão de aumentar a cobertura do atendimento advocatício em Tarauacá e Brasiléia e já se estuda a concretização de um sonho de os militares, associados da AME/AC, terem uma Sede Campestre na capital.

Foram apresentados também os gastos com advogados e contador (R$ 341.093,23 – trezentos e quarenta e um mil e noventa e três reais e vinte e três centavos), com empregados (R$ 35.150,79 – trinta e cinco mil cento e cinquenta reais e setenta e nove centavos) e impostos e taxas (R$ 84.600,12 – oitenta e quatro mil seiscentos reais e doze centavos). As ajudas para confraternização foi de R$ 37.469,08 (trinta e sete mil quatrocentos e sessenta e nove reais e oito centavos), Ajuda Funeral foi de R$ 3.000,00(três mil reais) e Ajuda Saúde no valor de R$ 4.896,93 (quatro mil oitocentos e noventa e seis reais e noventa e três centavos).

Foi ressaltado que além das ajudas (funeral, saúde e confraternização) que antes não havia, a associação hoje conta com um Hotel de Trânsito e uma sede em Cruzeiro do Sul, o que fez com que houvesse a necessidade de contratação de pelo menos dois colaboradores, além de oferecer mais atenção para a manutenção do espaço de trabalho e dos serviços administrativos.

O gráfico apresentado trouxe os percentuais da receita empregados nas despesas. As despesas com pagamentos de advogados foi de 60%, seguida dos impostos com 15%. Em terceiro lugar foram as confraternizações com 7% e empregados com 6%. Em seguida vem as ajudas funeral e saúde com 1% e o saldo ficou em 11%.

Após a apresentação, os militares foram consultados, primeiramente se eram de acordo com o reajuste, em segundo lugar de quanto seria esse reajuste, caso a resposta fosse sim. Os militares decidiram por maioria de votos pelo reajuste para 30 reais, ficando os militares associados atualmente com R$ 6,75 (seis reais e setenta e cinco centavos) com um reajuste percentual igual aos de vinte e dois reais, ou seja, o valor para os militares que não desejam atendimentos advocatícios será de R$ 9,18 (nove reais e dezoito centavos), um aumento de 36%.

REGULAMENTO ELEITORAL

Após as consultas aos associados sobre a majoração da mensalidade, o presidente da AME/AC, Isaque Ximenes, tomou a palavra e realizou a apresentação do Regulamento Eleitoral da AME/AC para 2014. O presidente afirmou que o estatuto é omisso quanto ao tema e que era preciso uma deliberação da Assembleia Geral para definir o regulamento.

O presidente fez uma rápida leitura e procurou se ater aos pontos que poderiam ter mais pensamentos divergentes. A Comissão Eleitoral trabalhará ganhando um percentual de 70% do salário mínimo vigente e será composta por três pessoas. Essa comissão terá a responsabilidade de planejar e executar tudo o que for necessário para o bom andamento das eleições. Caberá a associação neste caso, dar todo o suporte necessário financeiro e material para que o serviço da comissão possa ser realizado de acordo com o planejamento.
As eleições serão convocadas no máximo de 60 dias e no mínimo com trinta dias da data de realização do pleito. Será enviado uma cópia do edital para todas as unidades da PM e do Corpo de Bombeiros da capital e do interior. Cada chapa terá 15 dias, após a publicação do edital para se inscrever na sede da AME/AC junto à Comissão Eleitoral.

Durante a exposição, os associados sugeriram que os candidatos tivessem pelo menos um ano de associado à AME/AC, o que foi estendido aos votantes também. Depois de um tempo de debates, a maioria dos presentes decidiram que para concorrer à presidente e votar no pleito, os associados deverão ter um ano de associado.

Os candidatos deverão apresentar documentos de identificação, comprovante de residência, declaração de bens móveis e imóveis e documento comprovando que possui pelo menos 1 (um) ano de associação a AME/AC.

O Regulamento será publicado nas redes sociais e no site da AME/AC e nas unidades da PM e BM.

ALTERAÇÕES NO ESTATUTO DA AME/AC

Observando que o assunto demando um pouco mais de detalhamentos, o presidente da AME se comprometeu a deixar uma cópia da proposta do novo Estatuto em cada unidade da PM e do Corpo de Bombeiros da Capital e algumas do interior do Estado, a fim de oportunizar aos militares o acesso ao material proposto.

CONQUISTAS E/OU VITÓRIAS POLÍTICAS E JURÍDICAS DE 2011 A 2014

Isaque Ximenes discorreu também dos avanços que a categoria obteve durante seu mandato na AME/AC. Os 20% de reajuste divididos em quatro parcelas, ampliação e unificação das datas de promoções, inclusão no curso de formação de soldados de 26 policiais com idade superior a 30 anos e cobrança de realização de curso em suas referidas datas; equiparação do risco de vida e a proposta ainda em andamento da mudança de lei dado direito aos soldados de participarem dos cursos de formação para cabos e sargentos com 6 e 9 anos de efetivo serviço respectivamente.

Dentro os ganhos jurídicos exemplificou a absolvição dos militares envolvidos na luta por melhores condições de trabalho, o caso conhecido como dos 14. Apoio irrestrito aos 11 militares presos injustamente e expostos à opinião pública como culpados pelos delegados e secretários de estado.

NEGOCIAÇÕES COM O GOVERNO

Quanto as negociações com o governo, o presidente declarou que está sendo debatida a reestruturação salarial com escalonamento vertical o que implica afirmar que existirá uma ligação legal entre o salário de oficiais e praças ao do coronel, sendo os diferenciais tratados de forma percentual. Na exposição, o salário do coronel representa 100% e o do tenente coronel 85% até chegar em aluno soldado que será 17,5% do salário do coronel.

A tabela salarial proposta pela AME/AC ao governo que ficaria da seguinte forma em que a imagem mostra.



Foi tratado da ampliação do quadro de acordo com a imagem.



Definição da Carga horária de trabalho semanal de no mínimo 30 horas e máximo de 40 horas semanais.

Mudança no Regulamento Disciplinar da PM e do Corpo de Bombeiros.

Mudanças na Portaria de Porte de Arma.

Construção de quarteis.

Além dos assuntos abordados nesse quesito, foram debatidos também as ações coletivas que estão tramitando como é o caso do fardamento que poderá ser concedido em pecúnia e a extensão do Prêmio de Valorização para os Inativos e Reclassificação dos 3º SGTS.


Isaque Félix Ximenes
Presidente da AME/AC


Joelson Souza Dias
Tesoureiro

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Policiais militares de Pernambuco decidem paralisar atividades

Policiais militares de Pernambuco decidem paralisar atividades
Passeata na tarde desta terça reuniu 5 mil bombeiros e PMs Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem
Passeata na tarde desta terça reuniu 5 mil bombeiros e PMs
Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem
Os policiais militares de Pernambuco anunciaram paralisação por tempo indeterminado após assembleia realizada na frente do Palácio das Princesas, área central do Recife, na noite desta terça-feira (13). De acordo com um dos líderes do movimento, o soldado Joel Maurício, a categoria já estava em estado de greve há 15 dias, mas como não recebeu nenhuma definição do Governo em relação à pauta de reivindicação, decidiu parar as atividades. Ainda segundo o líder, cerca de 90% dos policiais militares aderiram ao movimento.
Joel Maurício disse ainda que parte do efetivo de plantão escalado para a noite desta terça já parou de trabalhar. “Estamos entrando em contato com os quartéis, mas já recebemos informações de que viaturas estão estacionadas e os oficiais do CIPMoto também estão recolhidos. Junto com o Corpo de Bombeiros, somos cerca de 25 mil oficiais”, disse Joel, acrescentando ainda que a categoria realizou o primeiro ato no último dia 25 de abril.
Governo diz que irá garantir a segurança da população
“Desde então não recebemos nenhum retorno do Governo. Nesta terça, fomos recebidos mais uma vez pelo secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez. Ele ficou de encaminhar a nossa proposta ao Governador, mas não apresentou nenhuma data. Por isso decidimos entrar em greve”. Uma nova mobilização está marcada para esta quarta-feira (10), a partir das 10h, em frente ao Palácio do Governo, onde as lideranças pretendem definir o rumo do movimento.
Após o fim do protesto dos policiais militares e o anúncio da paralisação, o secretário Luciano Vasquez recebeu a imprensa. Segundo ele, em nenhum momento da reunião realizada nesta terça foi informado sobre o risco de paralisação [escute o secretário no player abaixo].
“A pauta apresentada desde o dia 25 é bastante extensa, com 18 pontos. São decisões que envolvem várias secretarias e não temos como estabelecer prazos”, explicou o secretário. Em relação ao pedido de reajuste salarial da categoria, Vasquez disse que o Governo vem cumprindo o acordo firmado em 2012 com a classe, quando foi estabelecido aumentos para os anos de 2012, 2013 e 2014, sempre nos meses de junho.
“Neste ano, o reajuste será de 14,55%, em ganho real (calculando a inflação) o aumento é de 8,55%. A soma do ganho real desde o ano 2007, quando o Governo do Estado implantou uma política salarial para os policiais, chega a 135%. É por isso que estamos tranquilos em relação à nossa responsabilidade.”
Fazendo questão de reforçar por diversas vezes que não foi informado pelo movimento sobre a paralisação, o secretário Luciano Vasquez afirmou que o Governo irá garantir a segurança da população. “A Secretaria de Defesa Social e os nossos comandantes irão garantir a segurança. A Polícia Militar sempre realizou um trabalho criterioso e graças ao empenho da PM estamos conseguindo reduzir os números da violência no Estado. Tenho certeza de que eles continuarão a cumprir com o seu papel”, disse Vasquez, embora não tenha explicado quais serão as ações do Governo para garantir a ordem pública.
PROTESTO - Cerca de cinco mil bombeiros e policiais militares de Pernambuco foram às ruas do Centro do Recife nesta tarde até chegar à sede do Governo de Pernambuco. Entre os 18 itens da pauta de reivindicação, além de aumento de 50% do salário para tenentes e soldados e 30% para oficiais, a categoria pede implantação de Plano de Cargos e Carreira, aumento do valor do vale-alimentação de R$ 154 para R$ 500 e restruturação do hospital da PM. (Net10)

Militares de Sena Madureira prestam homenagem a colega de farda falecido no ano passado


O 8º BPM Homenageia esse guerreiro que será sempre lembrado, por sua forma única e original de ser um humano simples e humilde!!! [QUE DEUS O TENHA GRANDE AMIGO]

terça-feira, 13 de maio de 2014

Pelos apitos de Viana, PM e PF se enfrentam na tribuna da Aleac

Ray Melo, da editoria de política de ac24horas – raymelo.ac@gmail.com

“Não apite se for assalto. Você corre o risco de ser esfaqueado ou alvejado”, disse o deputado Major Rocha (PSDB) ao afirmar que o Acre se tornou motivo de chacota, após o lançamento dos “apitos do povo” pelo governo do Acre, como solução para conter a onda de violência que se instalou no Acre.
O oposicionista levou um “kit de segurança” feito por ele, para justificar que os apitos distribuídos pela administração Sebastião Viana (PT), representam “mais uma ameaça que uma solução”. “O governo expôs o Acre ao ridículo em rede nacional. A jornalista fez mangofa com o apitos do povo”, diz Rocha.
O deputado que também é policial militar da reserva foi rebatido pelo deputado/policial federal, Jamyl Asfury (PEN). Para Asfury, o oposicionistas “fazia uma contextualização teatral, mostrando falhas nisso e naquilo, mas não trás soluções para o problema de segurança que Estado enfrenta”.
O líder tucano destaca que “o Acre não precisa de apito, o Acre precisa de segurança pública. Estes governo tem tratado com descaso a área de segurança pública. Os quarteis e delegacias estão caindo na cabeça dos agentes. Voltando ao seu kit de segurança, Rocha demonstrou o que seria útil para segurança.
“Tem que ter uma boa cerca elétrica, um portão elétrico, câmeras de segurança. Agora, para sair na rua, o governador sugeriu que o cidadão tenha um apito
Se o cidadão apitar quando estiver sendo assaltado, com certeza, ele vai precisar de um colete à prova de balas”, disse mostrando o colete na tribuna.
Para o tucano, a iniciativa de distribuir apitos para população “envergonha o povo acreano”. Ele finaliza mostrando um nariz de palhaço que seria para o secretário de segurança, “que trata a área de segurança com medidas simplistas. Quem apita pode ser alvejado e esfaqueado quando ao chamar o socorro”.
O governista Jamyl Asfury destaca que Rocha tenta fazer política com a fragilidade da segurança. O governista informa que mais 200 candidatos que foram aprovados no concurso da Polícia Militar teriam sido convocados pelo governador Sebastião Viana, para reforçar o sistema de segurança.
Asfury criticou ainda o colega de parlamento. “Era para ter colocado nesta caixa, um componente chamado gratidão. O governador, com muita energia e determinação convocou os membros do cadastro de reserva da PM. Esta solução foi discutida de forma responsável com os deputados da base”.
Para o governista, é necessário entender que segurança pública não se resolve de uma única forma. “Temos muitas coisas que precisam melhorar. Agora, colocar toda estrutura de segurança na baila é irresponsabilidade. As autoridades estão lutando para alcançar este objetivo. O Acre sim, está lutando contra a criminalidade e a forma mais contundente foi a contratação de mais 200 policiais. Nós homens de bem venceremos o canto destas aves agouro”, finaliza Asfury.

Boneco fardado de PM é colocado com apito no pescoço na frente da Aleac

Ray Melo, da editoria de política de ac24horas – raymelo.ac@gmail.com

Um boneco fardado de policial militar foi colocado na frente do prédio da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), na manhã desta terça-feira (13), satirizando o projeto de distribuição de apitos do governo do Acre, que teria como objetivo inibir a ação dos criminosos nos bairros de Rio Branco.

O boneco carrega um apito no pescoço e foi colocado estrategicamente ao lado da estátua de Glavez, o imperador do Acre e da bandeira do Estado. Nos bastidores, algumas pessoas atribuem ao deputado Major Rocha (PSDB), a crítica bem-humorada ao projeto “apitos do povo” que ganhou destaque até na Globo.

Ao lado do imperador do Acre, o boneco estaria pronto para encampar a revolução no plano de segurança do governo do Acre. Além do apito, o boneco foi vestido com uma farda rasgada. Seria um protesto contra o governo pela falta de distribuição de fardamento para os policiais militares.

APITOS_02

Acre passa vergonha nacionalmente

Bom Dia Brasil: Acre quer usar apitos para conter a violência



Para tentar reduzir a violência, o governo do Acre quer que a população use apitos para espantar os criminosos. Especialistas em segurança pública não recomendam a medida.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Militares do Acre estão envergonhados por terem que motivar o uso de apitos no combate ao crime

Medida revela a incompetência do governo em dar uma resposta ao caos na Segurança Pública.

A notícia de que a sociedade e a PM passariam a adotar o apito como forma de combater a criminalidade no Acre virou motivo de chacota nas redes sociais e está envergonhando os operadores em segurança pública. A população ao invés de ligar para o 190 será incentivada a andar com um apito e soprá-lo sempre que precisar de socorro policial.

Felipe Zanon, um ex-sargento da PM, comentou a estratégia do governo petista com alguns paranaenses.

- Vim ao Paraná divulgar a brilhante ideia do governo do Acre de fazer segurança pública com apitos. Até o presente momento muitas gargalhadas, dois acharam que eu era louco e um terceiro trollou: gostei, num lugar que não existe, um método que não existiu nunca..., escreveu em sua página no FaceBook.

Já o coronel da reserva, Raimundo Teodoro, ironizou em seu comentário nas redes sociais.

- E o carnaval ainda está longe! outra coisa para apitar na marcação de samba tem que ser maestro e não PM ! Esse PT é uma piada.

Em conversa com militares na tarde de hoje, 12, muitos manifestaram indignação sobre a imagem estampada nos sites e redes sociais mostrando soldados ostentando apitos.

- O comandante da PM faz isso por que ele não sabe nem como é uma viatura por dentro, não tira serviço de rua, não conhece a realidade. Estou muito puto com tudo isso. Eles deveriam era contratar mais pessoas para compor efetivo, aumentar o número de policiais por viatura, aparelhar melhor todos os policiais, pagar um salário digno, mudar as leis e fazer os políticos pararem de roubar o dinheiro público, aí sim a criminalidade iria diminuir. Se eles pararem de roubar, o índice de criminalidade diminui pela metade no país, desabafou o militar.



Enquanto alguns se envergonhavam e criticavam, outros tentaram defender a atitude desastrosa do comandante Anastácio e do secretário Reni Graebner. Luciano Dias e Luzelandio Freitas, majores da Polícia Militar, advogaram a medida adotada pela cúpula da segurança.

De acordo com Luciano, o uso dos apitos chegou a diminuir o índice de criminalidade em algumas cidades do país.

- A foto do nosso Cmt Geral retrata um projeto que poucos conhecem aqui no Acre. Mas já foi bastante eficiente em algumas cidades brasileiras como BH, Curitiba e São Paulo para prevenir os crimes contra o patrimônio, mas principalmente o furto em residências. O projeto VIZINHO SOLIDARIO implantado por lá e aqui nós o chamamos de Vizinhança Solidaria consiste em aplicar a filosofia de polícia comunitária. Onde o policial é o maior protagonista da Segurança Comunitária. Exerce o papel muito mais complexo do que simplesmente algemar um criminoso. 


- Deixo aqui o meu repúdio e reafirmo o orgulho e amor que tenho a minha corporação, independentemente de cor partidária, escreveu Major Freitas criticando as pessoas que manifestaram pensamentos contrários ao projeto.


Perdidos

A medida, em sua grande verdade, revela a incompetência do comandante da PM, José dos Reis Anastácio, e do secretário Reni Graebner em dar uma resposta coerente ao caos na segurança pública. Pressionados pela sociedade que sente na pele o despreparo dos gestores do governo petista, a Secretaria de Segurança e o Comando da PM não conseguem apresentar ideias que resolvam ou amenizem o problema que está afundando o Acre em um mar de sangue e de inquéritos policiais, muitos deles não resolvidos.

Polícia Militar do Acre quer combater crimes com o uso de apitos


Repondo a verdade sobre os apitos


Não me arrependo das notas publicadas no blog do Crica sobre a comicidade e inutilidade deste programa de distribuir apitos aos moradores para combater ladrões. Mantenho todas elas. Continuo achando cômico. Não só eu, mas a população. Por onde ando sou abordado com piadas sobre o assunto.Arrependo-me apenas de ter sido induzido ao erro de que se tratava de uma iniciativa da Associação Comercial do Acre. Não é. Deveria ter checado o outro lado da informação. Foi o erro. Recebi telefonema do presidente da ACISA, Jurilande Aragão, explicando não ser da entidade a iniciativa, pois, não é ela quem dita as normas do sistema público de Segurança. Revelou  que há meses vinha sendo procurado pelo autor do projeto, o comando da Secretaria de Segurança, para entrar como parceiro, adquirindo kits como apito e adesivos da campanha. E apenas colaborou. E que não foi sua idéia, embora a respeite. Desta forma, encerro o assunto: acho o projeto inútil e reponho a verdade de que não se tratou de uma ação da Associação Comercial e peço desculpas à sua direção por ter falsamente lhe arrolada como autora de um projeto tão esdrúxulo. E ponto final.
BLOG DO CRICA

Mãe tira sarro do governo e diz que ganhou um kit de apito para se sentir mais segura

Da Redação de ac24horasRio Branco - Acre
A internauta Daniela Araújo exibiu na manhã deste domingo pelo seu facebook, fotos de um kit de apito que ganhou como presente do Dia das Mães. A imagem é uma critica a campanha de combate à onda de violência no estado. Daniela já foi vitima de assalto no seu bairro.
“Conforme o prometido dos meus filhos, eu acabei de receber meu kit de apitos, para me sentir mais segura”, escreveu.
A campanha encampada pela Secretaria de Segurança Pública se sentir mais segura, se transformou em chacota pelas redes sociais. Como o ac24horas mostrou na última sexta-feira (9), a nova medida “inspirada em países de primeiro mundo” é cômica, mas real, e foi apresentada na sede da Associação Comercial Acre pela cúpula da Segurança e empresários.
São adesivos internos, externos e até apitos que servirão para “alertar a presença de pessoas estranhas” diz o secretário de Segurança, Reni Graebner. E para completar o governo ainda pediu ajuda aos empresários para que bancassem o projeto batizado “Kit Vizinhança Solidária”.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Roda de RP da PM se desprende e quase causa acidente

Davi SahidRio Branco, AC

Uma cena chamou a atenção de vários motoristas que trafegavam pela BR-364 em Frente a rotatória da Universidade Federal do Acre – UFAC, no inicio da noite desta quarta-feira, 07. Uma Caminhonete do 4º Batalhão Policia Militar, ao sair da Avenida Central no Bairro Tucumã ficou sem a roda traseira causando um pequeno congestionamento na via e impedindo que policiais fizessem seu trabalho.
De acordo com o responsável pela manutenção do veículo, a caminhonete teria saído a poucas horas da manutenção e o motivo da roda ter saído foi à falta de um aperto nos parafusos cairam durante o trajeto.
A administração da Policia Militar foi acionada, e o socorro veio chegar depois de duas horas de espera. Um guincho chegou e levou a caminhonete à oficina autorizada.
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quarta-feira, 7 de maio de 2014

EDITAL DE CONVOCAÇÃO 02/2014

O Presidente da Associação dos Militares Estaduais do Acre, no uso de suas atribuições legais e de acordo com o disposto nos artigos 19, 20, 22 e 29 do Estatuto em vigor.
                                                                                                             
CONVOCA:

Todos os militares estaduais, sócios desta entidade, em pleno gozo de seus direitos, para participarem de umaASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, a ser realizada no dia 15 de maio de 2014, no Club dos Oficiais da PM/BM, às 15h, na primeira convocação, com a presença de no mínimo, a quarta parte dos associados fundadores e efetivos, às 15h30min, na segunda chamada, com quaisquer números de associados, para tratar do cumprimento das seguintes pauta:

1 – Alterações do estatuto da entidade e aprovação do regulamento eleitoral; 2 – Tratar sobre as eleições da AMEAC/2014; 3 – Reajuste da mensalidade da AME; 4 – Negociações com o governo (quadro e salário).


Rio Branco – Acre, 05 de maio de 2014.


Isaque Félix Ximenes – SGT PM

Presidente AME/AC

Relatos do Cabo Abrahão

Para quem costumava ler os textos cabo Abrahão relatando as reuniões ocorridas entre as associações militares e o governo, tristemente lê suas mensagens agora e se solidariza com seus sentimentos. Precisamos ajudar.

Texto de Abrahão

O que sobrou do incêndio na caso do bombeiro Abrahão

Hoje foi o segundo "dia útil" após o incêndio que destruiu meu antigo lar.

E as coisas vão se mostrando em suas reais consequências, com maior nitidez... Os simples atos da vida civil se tornam mais onerosos, a burocracia surge em toda a sua "plenitude". A ajuda dos amigos ameniza a exteriorização do sentimento barroco, mas ele ainda está lá, e também consome minha mãe, e também consome até mesmo meu filho excepcional, perceptível pela sua percepção sensorial e espacial de que muita coisa mudou... Mas reconheço que a ajuda dos amigos, colegas e conhecidos ameniza o sentimento da incerteza, da aflição, da tristeza, da frustração.
Em meados de 2012, dirigindo de Sena Madureira para Rio Branco, de madrugada, após vir do velório do avô materno da minha filha, sem ter consumido nada a base de álcool, sem estar em alta velocidade, membros da minha família e eu sofremos acidente naquela estrada, onde capotei o veículo automotor novíssimo do meu amigo fiel Francisco Jusciner Araujo Silva, por dezenas de metros após colidir, mesmo tentando desviar, com uma capivara. Minha mãe Socorro, minha tia Tereza, a prima Luciana, meu segundo pai Wagner, e eu, estávamos no veículo mas nada sofremos, embora o móvel tenha ficado muito avariado. Foi o maior susto da minha vida até então, o maior medo que senti, medo de, ainda que sem intenção, ter sido o condutor que poderia ter, involuntariamente, causado indiretamente a morte de pessoas que amo! No fim, melhor para todos nós que somente o meu prejuízo financeiro permaneceu daquele sinistro.
Dia 3 de maio, último sábado, eis que surge o "novo" maior medo que senti, medo de perder a família, incluindo 2 dos meus 3 filhos amados, naquele incêndio horroroso e dantesco (como diz o canto do soldado do fogo). Medo de que um incêndio que não causei, mas na minha casa, incinerasse 3 outras casas ao redor, expondo mais pessoas a perigo de morte. No fim, melhor para todos que somente o nosso prejuízo financeiro permanece deste incidente. Duas casas em uma (a de minha mãe e a minha com meus filhos) foram destruídas pelas chamas, incluindo a lojinha de confecções e acessórios que construí para "mamãe Socorro" em 2008. Novamente, solidários parentes, amigos, colegas e conhecidos entram em cena para tentar reduzir os efeitos econômicos, os prejuízos materiais, que terei na reconstrução do meu lar e do estabelecimento comercial da mãe Socorro. Obrigado! Sozinho seria imensamente mais difícil. Obrigado a todos, especialmente à instituição Corpo DE Bombeiros Militar Cbmac e aos meus familiares.

Curso Prezi - Participe


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Pedido de Ajuda ao um irmão de farda

Amigos Militares, boa tarde,
Estaremos realizando uma rifa beneficente para ajudar o nosso amigo Abrahão Púpio, que teve sua casa destruída pelo fogo na tarde de sábado, dia 03 de maio de 2014. 

Nosso colega Abrahão sempre esteve na luta por melhorias da classe, seja em busca de melhores salários ou em questões humanitárias. Nesse momento é ele quem precisa de nossa ajuda, pois no incêndio só conseguiu salvar a vida dos seus familiares, não havendo, graças a DEUS, vítimas, apenas danos materiais, algo que com ajuda de todos e nossa unidade pode ser reconstruído.
Aqueles que quiserem ajudá-lo com dinheiro ou outros tipos de doações, poderão procurar a AME ou fazer depósito em sua conta corrente. Dados abaixo.
Agência: 30228
Conta corrente: 153842
Abrahão Carlos Mota Púpio

Isaque Ximenes
Presidente da AME/AC


INFORMAMOS QUE A CONTA É DO BANCO DO BRASIL

ALGUNS MILITARES APRESENTARAM DÚVIDAS

Opinião

Mais um ótimo comentário da apresentadora Raquel Sheherezade, do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), tratando dessa vez do descaso do Estado, do Ministério Público e dos Direitos Humanos sobre o assassinato de um Policial Militar.

Confira Link: https://www.facebook.com/photo.php?v=10200996721200634&set=vb.1845035984&type=2&theater

Coluna da Gina: PSDB pode lançar Rocha para federal após desistência de Márcia Bittar

Rocha

Quem tramou para conseguir a desistência de Márcia para beneficio próprio, direto ou indireto, poderá ter que lidar com outra candidatura tucana à altura: a do Major Rocha.
Wherles Rocha para federal
Wherles Rocha está sendo cogitado para disputar uma cadeira na câmara federal e poderá ser a pedra no sapato de alguns, por aí.
Vale a pena?
Rocha provou que é qualificado, perseverante e bom parlamentar. Resta saber se vale a pena ele arriscar uma tranquila reeleição pela disputa de federal.
Fonte: Contilnet
4 DE MAIO
Até o presente momento o deputado Major Rocha não se manifestou a respeito do assunto.