segunda-feira, 9 de novembro de 2009

NOTA DE PESAR

A Associação dos Militares do Acre – AME/AC, em nome de todos os seus associados, apresenta à família enlutada do colega de farda EDVÂNO DA SILVA FIGUEIREDO os sentimentos de tristeza e pesar pelo seu trágico assassinato ocorrido na tarde de ontem, em Rio Branco-AC, rogando a Deus o consolo espiritual necessário para que com fé e resignação sua família possa superar esse momento de dor e grande perda.
Juntamente com seus familiares, todos os seus irmãos de farda estão consternados com o trágico acontecimento.

Rio Branco, 10 de novembro de 2009.
Maj PM Nascimento
Maj PM Jauri
Maj PM Rocha
Cap PM Farias
Cap BM Moreira
Ten PM Ávila
Sgt PM Romeu
Vereador Sargento Vieira
Sgt PM Trajano
Sgt BM Ribeiro
Sgt BM Marques

Vigilantes realizam marcha nesta sexta


O clamor por uma “Segurança de Qualidade”, é organizado agora pela categoria dos vigilantes do Estado. O evento acontece nesta sexta-feira, às 8 horas, na Avenida Ceará, mais precisamente em frente à Park Fitness.
“Estamos juntos nessa luta. Assim como os vigilantes estiveram conosco na Marcha da PEC 300, nós também estaremos com eles, as melhorias na segurança pública dependem de todas as categorias unidas”, afirma sargento Ribeiro, presidente interino da Ameac.


Assembléia adiada

Em virtude da marcha dos vigilantes, a assembléia geral marcada para a próxima sexta, terá sua data mudada para segunda, dia 16, entretanto, continuam o mesmo horário e local, às 8 da manhã, no Clube dos Oficiais.

Foto: Acessa.com

Convocação

Assembléia Geral pode retirar Natalício Braga da presidência da Ameac
A Associação dos Militares Estaduais do Acre (Ameac) realiza nesta segunda-feira, dia 16, a partir da 8 horas da manhã, no Clube dos Oficiais, uma assembléia geral. A atividade faz parte do processo empreendido pela entidade para apurar as acusações contra Natalício Braga, presidente afastado da Ameac.
“A assembléia é uma forma que temos para dar publicidade em nossas ações e dar oportunidade para os associados apreciarem a representação contra o Natalício”, diz sargento Ribeiro.
Os militares irão julgar o parecer do Conselho Fiscal da Ameac que trata sobre as acusações contra Natalício Braga, acusado de desvio de combustível e outras irregularidades. Dependendo da dicisão dos militares, Braga pode ser retirado da presidência da associação, hoje, ocupada interinamente pelo Sargento Ribeiro.


Convocação

A Associação dos Militares Estaduais do Acre (AMEAC) convoca a todos os associados para participar de uma assembléia geral.
Data: 16.11.2009, segunda-feira.
Horário: 08:00hs
Local: Clube dos Oficiais
Pauta: Apreciação de representação do Conselho Fiscal contra Natalício Braga.

Prisão novamente

Major Rocha pode ser vítima de mais uma punição


O Comando da Polícia Militar esta preparando mais uma punição para o Major Rocha. Mesmo sem uma data definida para o início do comprimento da pena, essa será a terceira prisão aplicada ao oficial que ainda aguarda o resultado de outros três processos administrativos.

A acusação foi feita pelo Subcomandante da PM e segundo o mesmo o major Rocha teria infringido os artigos 68, 95 e 101 do Regulamento de Disciplina da Polícia Militar do Acre. A denuncia foi apurada através de uma sindicância administrativa. Durante a investigação o oficial encarregado de investigar as denúncias, Tenente Coronel Júlio César, chegou à conclusão que não havia qualquer indício da existência de crime ou infração disciplinar.

Após o encerramento da sindicância, contrariando o parecer do oficial que apurou as denuncias, o coronel Ramalho, o mesmo oficial que apresentou a denuncia e que também foi o encarregado de julgar o resultado final da investigação, manteve as acusações e a punição.

Segundo o entendimento do Subcomandante da PM, coronel Ramalho, as supostas infrações foram cometidas no momento em que o major Rocha confirmou para o Jornalista Gerson Rondon que seria preso e que recorreria ao judiciário para buscar seus direitos.

O Regulamento de Disciplina da Polícia Militar, Decreto lei n° 286/84, é uma cópia do extinto Regulamento Disciplinar do Exercito – RDE, instrumento que vigorou durante o período mais negro da ditadura militar. Hoje o Exercito Brasileiro possui um Regulamento Disciplinar moderno, de acordo com a Constituição Federal.

Confira os vídeos acessando: O Blog Diário de um prisioneiro

sábado, 7 de novembro de 2009

Governo quer criar um Regulamento Disciplinar nos moldes da PM/BM para os servidores do IAPEN

Não bastasse a forma como o governo trata os militares estaduais, baseado em um Regulamento Disciplinar flagrantemente inconstitucional, agora estão querendo aplicar a mesma formula aos servidores do IAPEN.
Com a justificativa de apresentar uma proposta para regulamentar a situação dos servidores do Sistema Penitenciário do Estado do Acre, a equipe de nogociação do governo, capitaneada pelo assessor Francisco Nepomuceno (Carióca), mostrou suas reais intenções para com a categoria. Entre alguns poucos avanços conquistados pelos Agentes Penitenciários o governo tenta empurrar um Regulamento Disciplinar para servidores civis, fato inédito no Brasil.

Ná verdade aqueles que antes militavam nos movimentos sindicais agora tentam barrar o surgimento de novos sindicatos, a intenção é desestabilizar o movimento realizado pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários - SINDAP, que tem à frente o jovem Adriano Marques de Almeida, uma das novas lideranças surgidas no Acre.

Veja a proposta apresentada pelo governo para os Agentes Penitenciários:

Art. 4º São transgressões disciplinares do servidor puníveis com advertência:
IV - lançar, em livro oficial de registro, anotação, denúncia, reivindicação ou qualquer outra matéria estranha à finalidade dele, quando não se configurar transgressão mais grave;



Art. 5º São transgressões disciplinares puníveis com suspensão:
II - de seis a dez dias:
a) freqüentar, sem razão de serviço, lugar incompatível com o decoro da função penitenciária;
b) faltar ao serviço ou deixar de participar, à autoridade a que estiver subordinado, a impossibilidade de comparecer;
f) utilizar uniforme, brasão, símbolos ou qualquer referência visual identificatória ao sistema penitenciário fora de horário e locais de trabalho;

IV - de dez a vinte dias:
a) retirar, inutilizar, sem prévia autorização da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição;
b) faltar com a verdade no exercício de suas funções, por malícia ou má-fé;
c) apresentar maliciosamente relato ou representação;
e) indicar ou insinuar nome de advogado para atuar em procedimento administrativo em trâmite no órgão a que pertença o servidor;

V - de vinte a trinta dias:
a) manifestar-se, sem estar autorizado, sobre procedimentos internos instaurados no âmbito da repartição, que estejam sob a sua responsabilidade ou que deles participe ou tenha conhecimento;
c) aconselhar ou concorrer para não ser cumprida qualquer ordem de autoridade competente, ou para que seja retardada a sua execução;
d) simular doença para esquivar-se ao cumprimento de obrigação;
e) provocar a paralisação, total ou parcial, do serviço, ou dela participar;
i) dirigir-se ou referir-se à superior hierárquico de modo desrespeitoso;
k) levar ao conhecimento de outro setor ou órgão assunto relacionado com a sua atividade sem antes submetê-lo aos seus superiores;



VI - de trinta a quarenta dias:
c) utilizar-se do anonimato para qualquer fim;

VII - de quarenta a sessenta dias:
a) divulgar sem a devida autorização, por meio da imprensa escrita, falada ou televisionada, ou na rede mundial de computadores, fato ocorrido na repartição ou propiciar-lhe a divulgação;
c) publicar, sem ordem expressa da autoridade competente, documento oficial ou ensejar a divulgação de seu conteúdo, no todo ou em parte, exceto no que se refere a informações públicas;
g) utilizar equipamentos ou documentos oficiais como instrumento de manifestações partidárias, de classe, e políticas de apreço ou repúdio;



VIII - de sessenta a noventa dias:

Art. 6º São transgressões disciplinares, puníveis com demissão:

I - indispor servidores contra os seus superiores hierárquicos ou provocar, velada ou ostensivamente, animosidade entre aqueles;

III - prestar serviço de segurança ou assessoramento a particular, valendo-se ou não da condição de servidor penitenciário;

Art. 8º Quando o servidor, mediante mais de uma ação ou omissão, transgredir mais de um dispositivo disciplinar, será punido com as respectivas sanções, cumulativamente.

Art. 9. Se o servidor, mediante uma só ação ou omissão, praticar duas ou mais transgressões, idênticas ou não, aplicar-se-á a mais grave das sanções cabíveis ou, se iguais, somente uma delas, mas aumentada, em qualquer caso, de um terço até a metade.

Art. 10. Quando o servidor, mediante mais de uma ação ou omissão, praticar duas ou mais transgressões e, pelas condições de tempo, lugar, maneira de execução e outras semelhantes, as subseqüentes tiverem sido reconhecidas como continuação da primeira, aplicar-se-á a sanção de uma só delas, se idênticas, ou da mais grave, se diversas, aumentada, em qualquer caso, de um sexto a dois terços.

Art. 15. A penalidade de suspensão, que não excederá a noventa dias, implica o afastamento do exercício do cargo e a perda da remuneração equivalente aos dias de cumprimento, durante o qual não haverá contagem de tempo de serviço.

§ 1º A suspensão implica o recolhimento de carteira funcional e de equipamentos pertencente ao órgão e acautelada ao apenado e a suspensão do porte de armas, se existente.

Art. 18. A cassação de aposentadoria ou de disponibilidade será aplicada ao servidor que, em atividade, praticar transgressão disciplinar sujeita à penalidade de demissão.

Notícia postada no site: www.capitaoassumcao.blogspot.com

Lula diz que PM precisa ganhar mais para não levar 'propina da bandidagem'
presidente Lula discursou durante a solenidade de sanção do plano de carreira dos militares da PM e do Corpo de Bombeiros do DF, nesta sexta-feira (6) (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Segundo ele, sociedade corre risco se policial tiver de 'fazer bico'.No Distrito Federal, salário inicial de soldado da PM é de R$ 4 mil.

Do G1, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (6), após sancionar lei que cria plano de carreira para policiais militares e bombeiros do Distrito Federal, pagar bons salários é o único jeito de evitar que agentes de segurança levem “propina da bandidagem”. No Distrito Federal, cada soldado da PM recebe pelo menos R$ 4 mil de salário inicial.
“A única hipótese de a gente não ter um policial levando propina da bandidagem é o policial ganhar o suficiente para ficar tranquilo”, disse Lula para plateia de policiais e bombeiros do DF.
Falando sobre a questão da segurança pública no Rio de Janeiro, Lula disse ainda que os policiais têm de receber salários que garantam o sustento de suas famílias para não ter que recorrer a outros trabalhos –os chamados "bicos".
“É preciso dar bons salários aos policiais do Rio de Janeiro para a gente exigir que ele cumpram sua função. Se precisar fazer bico, já estamos correndo risco. Se ele ganhar pouco e precisar trabalhar fora já estamos correndo risco”, discursou o presidente.
Lula disse que a lei sancionada em benefício da PM do Distrito Federal deve ter repercussão nacional, mas que é preciso levar em conta que nem todos os estados têm a mesma capacidade financeira da capital federal.
“Eu sei que corremos um risco, porque aprova aqui e os outros estados também querem. Temos que levar em conta o poder dos cofres do estado. Nem todos os estados podem dar o que deu Brasília, que tem uma condição especial. Portanto, não podemos cobrar isso que o DF fez. Não podemos cobrar isso de Roraima, de Alagoas por exemplo”, disse o presidente.
Ele disse ainda que é preciso resolver com as corporações da PM questão dos turnos de trabalho. Segundo ele, não é possível continuar com as escalas de trabalho por 24 horas e 72 horas de folga.“Essa história de trabalho de 24 horas por 72 horas, temos que discutir. Primeiro, achar que um ser humano pode trabalhar 24 horas sem dar uma cochiladinha é acreditar em Papai Noel. É melhor que os companheiros ganhem melhor e tenham companheiros para trabalhar oito horas por dia, durante todo o dia”, declarou.
Segundo a PM, o novo plano de carreira permitirá a promoção de 12 mil policiais, o que resulta em reajustes salariais. Contudo, a PM não soube informar o impacto sobre a folha de pagamento.A PM tem um efetivo de 13 mil policiais no Distrito Federal e com a aprovação também poderá contratar até mais 3 mil agentes, 1,5 mil já em janeiro de 2010. O outros serão contratados somente em 2011.
DilmaA ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que a sanção do novo plano de carreira dos PMs do Distrito Federal era a realização de um “sonho” para os policiais. Em clima de campanha, a ministra disse para a plateia de policiais que é o momento permite dizer "que é preciso defender as políticas sociais do governo Lula porque elas levaram para o país mais saúde e mais oportunidades”, afirmou.


Durante audiência pública da PEC 300 em Roraima, o Deputado Federal Francisco Rodrigues foi enfático: PEC 300 "...Ou resolve o problema...ou nós paralisamos o Brasil."

Veja o vídeo clicando no link abaixo:

Notícia postada no site: www.folhadoacre.com

Piso salarial unificado dos policiais e bombeiros será votado em breva no Senado
O presidente do Senado, José Sarney, afirmou na manhã desta quinta-feira (05) que, tão logo seja possível, submeterá à votação do plenário a proposta de emenda à Constituição que fixa um piso nacional de salário para policiais e militares do Corpo de Bombeiros. Quando definitivamente aprovado, o valor desse piso será fixado por lei ordinária e deverá entrar em vigor num prazo máximo de um ano após a promulgação da emenda.

- Nós estamos com a pauta trancada em razão de uma medida provisória que está em votação. Mas, logo que a pauta seja aberta, há uma prioridade já estabelecida entre as lideranças de darmos preferência a todos os processos relativos à segurança pública - afirmou Sarney.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Notícia postada no blog: www.aleac.ac.gov.br/aleac/luizcalixto

MAIS UMA VIDA
Indepedentemente do desfecho desse assalto ocorrido na agência do banco do Brasil em Feijó, um resultado já pode ser antecipado: a segurança do governo petista perdeu mais uma.
Um, dois ou seis milhões a menos no caixa do banco é um pingo d`água no oceano em comparação com o seu patrimônio.
O seguro reporá cada centavo que os bandidos levaram.
Mas, e a vida do policial militar morto no confronto desigual com um dos bandidos?
Como nada trará de volta sua vida, há de se perguntar: quem proverá sua família ?
E quem será escalado para a convencê-la que o seu comandante agiu corretamente ao mandá-lo para uma missão sozinho, mal armado e à paisana, para enfrentar um bando armado até os dentes com metralhadoras e outras armas de grosso calibre?
Isso demonstra o despreparo do comandante Romario Celio no gerenciamento de crises.
Com a palavra o governador Binho Marques.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Notícia postada no blog: www.contilnet.com.br

Caçada a assaltantes do BB dura 8 dias; helicóptero não está na operação
Há uma semana na caçada pelos assaltantes do Banco do Brasil de Feijó, militares e civis de todo Acre têm passado os últimos dias vivenciando um dos períodos de maior temor dos últimos anos no Estado.
Bandidos fortemente armados, portando fuzis AR-15 e metralhadoras, mesmo com a forte chuva e o aumento do efetivo policial, continuam mostrando à sociedade acreana a fragilidade do sistema de segurança pública estadual.
Nos municípios de Feijó, Tarauacá, Manoel Urbano e Sena Madureira, o clima continua tenso entre as famílias da região, que têm redobrado o cuidado com sua segurança, mantendo portas e janelas fechadas. Revoltados com a falta de estrutura para trabalhar e com o agravante do assassinato do sargento Josimar Serafim, o Mazinho, por um dos bandidos do grupo, alguns militares começam a expressar seus sentimentos à imprensa, pedindo apenas sigilo para evitar retaliações.
Segundo um deles, que manteve contato direto com a Agência ContilNet, o helicóptero João Donato, comprado pelo governo do Estado para auxiliar operações dessa natureza, não está nas buscas pelos assaltantes foragidos.“O helicóptero não saiu do solo desde o domingo passado porque ele chegou ao limite de vôo e deve ser encaminhado para revisão. Portanto, não estamos contando com seu apoio porque ele está em Cruzeiro do Sul e será encaminhado para revisão”, disse.
“Helicóptero não levantou vôo por causa do mau tempo”, diz secretária de Segurança
A secretária de Segurança Pública do Estado, Márcia Regina, admite que o helicóptero João Donato não está participando da operação de busca aos assaltantes do BB, mas destaca que se deve a uma estratégia do Serviço de Inteligência, que entende que o uso do equipamento faria com que os bandidos ouvissem o som do movimento da polícia e criassem novas estratégias de fuga.
O fato de a polícia não está usando o helicóptero também na busca pelo corpo do sargento Mazinho se deve ao mau tempo, e não à revisão da aeronave, que, mesmo estando próximo do tempo de análise mecânica, ainda tem horas para voar.
“No entanto, se for solicitado o auxílio da aeronave na operação, tanto de resgate do corpo do sargento quanto na captura dos assaltantes, será autorizado de imediato”, garantiu Márcia.
Policiais reclamam da falta de estrutura para operação
Os policiais afirmam que não há viaturas dando apoio ao trabalho na região e as que existem estão com dificuldades por causa das fortes chuvas que caem na região durante toda a semana.
Em Sena Madureira, o policiamento é feito com carro dos policiais militares e da comandante Marilena, sendo que esses homens que estão na estrada usam armas particulares em decorrência da falta de armamento no quartel da Polícia Militar do município.
“Segunda -feira um policial de Sena estava trabalhando com uma pistola com somente três balas por cauda da falta de munições no quartel, mas na quarta-feira chegaram muitas munições depois de muita insistência dos policiais”, destaca um dos policiais.
Outro militar disse à Contilnet que, apesar das autoridades de Segurança terem prometido armas e carro para apoiar as buscas dos assaltantes, nada chegou, apenas a ordem para que todos os policiais de Sena Madureira retornassem ao município, mas a ordem não foi acatada.
“O coronel Paulo César foi até o local ontem (quarta-feira) com o objetivo de convencer os policiais de retornar e proibiu de outros policiais que estão em Sena de ir para lá. Apesar de prometer que viriam 10 fuzil 556 para apoiar, ele veio juntamente com dois policiais da COE para dar segurança a ele mesmo. Esse policiais estão utilizando coletes com placas de cerâmicas que protegem de tiros de fuzil, enquanto isso vários policiais nossos estão lá sem material”, detalha.
Os PMs afirmam ainda que vários policiais estão lá com a mesma roupa há vários dias, debaixo de chuva. “Nós estávamos utilizando apenas revólver 38 pra trabalhar, enquanto os assaltantes estão bem armados. Junto com os policiais de Sena está o Capitão Emílio, que, mesmo estando de licença especial, se deslocou ao local de confronto com os bandidos e está juntamente com os seus policias nas buscas”, finalizou.
Comandante da PM garante coletes, uso de fuzis AR-556 e pistolas ponto 40
O comandante-geral da PM, coronel Romário Célio, falou por telefone com a Agência Contilnet e negou que os policiais participantes da operação de captura aos assaltantes do BB estejam sem estrutura para trabalhar.
Segundo ele, não é verdadeira também a informação da retirada das tropas da balsa do Purus. “O que está havendo é o revezamento constante das tropas para evitar o desgastes dos nossos policiais”, declarou.Quanto ao armamento dos PMs, Romário garantiu que estão sendo usados na caçada aos bandidos fuzis AR-556 e pistolas ponto 40.
“Nesse momento, estou liberando duas equipes aqui em Feijó e todos policiais estão devidamente protegidos e armados. Acho que algumas pessoas estão querendo que nós usemos armas nuclear”, afirmou.
Em relação à busca dos assaltantes, Célio informou que as fortes chuvas que caem no Estado estão sendo ruim para a polícia, mas muito pior para os bandidos, que estão na mata sem alimentos e, certamente, cansados ao extremo.“Não vamos desistir. Enquanto tivermos o mínimo de vestígios desses assaltantes, estaremos na busca de capturá-los”, comentou.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Notícia posta no site: www.ecosdanoticia.com

Secretaria de Segurança só liberou uso de armamento pesado após morte de Sargento
Somente no período da noite é que foi revelado detalhes do que aconteceu no início da manhã desta terça-feira,03, no confronto entre assaltantes e policiais militares na balsa do rio Purus entre os municípios de Feijó e Manoel Urbano.
Além do Sargento Josimar, que foi baleado por um assaltante e caiu nas águas do rio Purus e desapareceu, o soldado Benone também saiu ferido, ele foi alvejado com um tiro na perna.
Segundo informações somente três policiais estavam na barreira nas proximidades da balsa quando os assaltantes renderam um caminhoneiro e tentaram atravessar a balsa.
Pedindo para não terem seus nomes divulgados os militares contaram que os policiais que faziam a revista na barreira não usavam coletes a prova de bala e que durante o tiroteio eles usaram as próprias armas e tinham pouca munição.
Armamento pesado só foi liberado após a tragédia
Após o assalto ocorrido na sexta-feira, 30, na cidade de Feijó e a fuga dos assaltantes em direção a Rio Branco,pela BR 364, um efetivo de aproximadamente 100 homens da Polícia Militar foi destacado para a região.
No final da semana passada com a informação de que um assaltante havia sido preso em Rio Branco, o contingente retornou para Rio Branco e cidades vizinhas, ficando apenas meia dúzia de militares fazendo revistas nos veículos que atravessavam a balsa com destino a Sena Madureira.
Após o confronto na manhã desta terça-feira, a Secretaria de Segurança Pública liberou o uso de armamento pesado, como carabinas, fuzis e submetralhadoras e ainda reforçou o contingente com cerca de 100 policiais entre civis e militares.
Somente hoje mais três confrontos entre policia e assaltantes foram registrados
Por volta do meio dia os assaltantes renderam uma família de colonos e roubaram alimentos, ameaçaram as vítimas e fugiram para a mata.
Cerca de uma hora depois aconteceu mais um confronto entre os assaltantes e policiais no meio da mata. Na troca de tiros agora com a polícia usando armamento pesado os bandidos optaram por fugir novamente.
Cerca de 40 minutos depois outra troca de tiros e nova fuga dos assaltantes. Segundo o Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Romário Célio, a captura dos assaltantes é questão de honra para o estado.
" O nosso efetivo foi reforçado, estamos com homens treinados para este tipo de ocorrência, teremos apoio do helicóptero o que vai ajudar e muito as buscas em terra, estamos com homens em lanchas pelos rios da região, vamos prender esses criminosos" declarou o coronel.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Falando de Segurança Pública









Comentário: Desabafo de um Policial Militar
Estamos atravessando um período crítico na segurança pública do nosso Estado, período em que os reflexos da má gestão estão cada dia mais evidente. Vejo policiais tombando todos os dias, vítimas da falta de investimento, da falta de treinamento, da falta de equipamentos de segurança, da falta de segurança e até mesmo de valorização profissional.
A falta de efetivo é outro problema grave, desde 2002 não temos a incorporação de novos policiais militares, o déficit é coberto com a sobrecarga daqueles que ainda tem saúde pra enfrentar o crime e tentar trazer segurança para a nossa sociedade.
Nesse trabalho árduo: Carnaval, Expoacre, Expojurua, Festival do Açaí, Festival do Mandin, Festival da Melancia e tantos outros, enquanto está cuidando da segurança de estranhos deixa a sua própria família entregue à própria sorte.
Vejo nesses dois casos fatais a demonstração clara do desrespeito com que os nossos governantes e comandantes tratam os Policiais Militares. O desrespeito para com essa categoria de servidores que está pagando com a própria vida a conta dos desmandos e da falta de uma política séria de segurança pública no nosso Acre.
Só prá deixar ainda mais claro essa falta de respeito e consideração, basta lembrar das diversas notas publicadas pelo governo quando ocorre o falecimento de um servidor qualquer. Isso não se repete com os nossos Policiais Militares que morreram cumprindo o juramento de defender a sociedade.
Aqui em Cruzeiro do Sul, após o enterro do Sargento Francisnato, outro fato me deixou ainda mais deprimido. Fiquei sabendo que nem mesmo o caixão, que é um direito do Policial Militar, estão querendo pagar. Francisnato não pediu pra falecer, mais morreu em razão de ser Policial Militar e estar de serviço. Seu enterro custou dois mil e quinhentos reais e a nossa POLICLINICA, depois de muita luta só vai mandar mil reais.
A família que já perdeu um ente querido ainda vai ter que pagar por isso. Como fica a Viúva e os seus três filhos órfãos?
Sem direito a uma simples nota de condolência, sem treinamento, sem equipamento, sem efetivo e ainda pagando pra morrer. Essa é a triste realidade dos Policiais Militares do Acre.
Peço desculpas pelo desabafo, mais as vezes as coisas tem que ser ditas com o coração.
Deus abençoe, proteja e guarde a vida dos meus irmãos Policiais Militares.
Se for possível gostaria de ver o meu comentário publicado.
Cruzeiro do Sul-AC, 3 de novembro de 2009.

Mais um colega de farda

Notícia publicada no site: http://www.folhadesena.com/
SARGENTO DA PM DE SENA É BALEADO NA BALSA DO PURUS POR ASSALTANTES DO BB
O sargento Jossimar, da Polícia Militar de Sena Madureira, conhecido por Mazinho, levou um tiro de fuzil na balsa do Rio Purus ao tentar prender um dos assaltantes do Banco do Brasil de Feijó. O militar está desaparecido nas águas do Rio Purus.Mazinho estava na balsa que faz a travessia do Purus quando viu um homem armado tentando render um caminhoneiro. Ele teria dado voz de prisão ao bandido, e recebeu um tiro de fuzil no peito.Um militar que pediu para não ter o nome identificado disse que Jossimar caiu nas águas do rio e desapareceu na correnteza.Um policial militar de Sena Madureira está inconformado com a falta de apoio da Secretaria de Segurança. Ele diz que apenas dois policiais foram designados para acompanhar o Sargento Mazinho na operação que tinha como objetivo prender a quadrilha que assaltou o BB de Feijó.A comandante da Polícia Militar em Sena Madureira, tenente Marilena, disse que enviou sete militares para ajudar na operação, que também conta com agentes da polícia de Manoel Urbano.Os dois assaltantes fazem parte da quadrilha que roubou cerca de R$ 500 mil reais na agência do Banco do Brasil de Feijó na semana passada, e que estavam escondidos nas matas da região do Envira e Purus. Acredita-se que nas próximas horas deverá ocorrer mais trocas de tiros.Uma viatura da Polícia Militar saiu da cidade agora há pouco levando cerca de cinco policiais para tentar capturar os assaltantes.

Notícia posta no site: http://www.agazeta.net/
Policial foi ferido nesta manhã de terça-feira, 3, por um dos assaltantes do Banco do Brasil de Feijó
O sargento Josimar Moreira, o Mazinho, da Polícia Militar de Sena Madureira (140 quilômetro de Rio Branco) foi atingido por um tiro de fuzil, na manhã desta terça-feira, 3, próximo à balsa do rio Purus, entre Manuel Urbano e Sena Madureira, em confronto com os assaltantes do Banco do Brasil de Feijó.
Segundo informações de um primo da vítima, Mazinho foi baleado quando esperava pelos assaltantes em campana montada em cima da balsa. O assaltante que teria atirado no policial foi identificado pelo nome de Eurico Rocha do Nascimento. A polícia identificou mais dois acusados no assalto ao banco: Fagner Amorin da Silva e Danilo Braga da Costa. Todos seriam de Sena Madureira.
As informações oficiais são de que o sargento teria caído no rio e está desaparecido. Os bandidos teriam se embrenhado na mata e fugido novamente.
A polícia monta várias barreiras ao longo do Purus, desde a a última sexta-feira, 30, quando a agência do Banco do Brasil em Feijó foi assaltada e funcionários foram feitos reféns.
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Notícia posta no site: http://www.ecosdanoticia.com/
Sargento da PM é ferido em confronto com assaltantes e desaparece nas águas do rio Purus
Uma troca de tiros entre policiais militares e assaltantes deixou Sargento Josimar da PM de Sena Madureira ferido.
O militar ferido se jogou nas águas do rio Purus e desapareceu. O confronto aconteceu por volta das 5h desta terça-feira, 03, na estrada, próximo ao município de Manoel Urbano, quando dois assaltantes renderam um grupo de policiais militares roubaram um caminhão e seguiram em direção a balsa do rio Purus.
Segundo informações do Comandante Geral da Polícia militar. Coronel Romário Célio, que se encontra em Sena Madureira acompanhando o ocorrido, o Sargento Josimar e o soldado Benone estavam na balsa e foram atacados a tiros pelos assaltantes que usaram uma arma pesada contra os policiais. Durante o tiroteio os militares se jogaram no rio Purus, enquanto os assaltantes fugiram entrando na mata.
Em seguida os policiais sairam do rio,mas o Sargento Josimar que era um exímio nadador e os militares encontraram manchas de sangue na balsa o que leva a crer que o Sargento Josimar esteja morto.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar saiu de Rio Branco com destino ao rio Purus, local onde aconteceu confronto para realizar buscas no rio na tentativa de localizar o corpo do Sargento.
PM envia mais reforço para a região
O comandante da Polícia Militar, disse que já determinou o envio de mais reforço de policiais militares para substituir os que estão desde sexta-feira, 30, na região na tentativa de capturar os assaltantes do Banco do Brasil em Feijó.
Na manhã desta terça-feira, devido a chuva o helicóptero Comandante João Donato, não pode ajudar nas buscas. Mas assim que o tempo oferecer condições o helicóptero também será enviado para auxiliar os policiais em terra.
A Polícia Civil também envio 20 policiais para ajudar nas buscas, já que a polícia sabe que os assaltantes estão portando armas de grosso calibre, armamento pesado.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

PEC 300: Renan Calheiros

No dia 29 de outubro, durante mais uma audiência pública realizada em Maceió, capital de Alagoas, o Senador da república, Renan Calheiros, se pronunciou sobre importância da aprovação da PEC 300 e já se disponibilizou junto ao senado pela sua aprovação, já que tem uma PEC semelhante tramitando no senado, a PEC 41. PEC 300 já!
Veja o vídeo clicando no link abaixo:

domingo, 1 de novembro de 2009

NOTA DE PESAR

A Associação dos Militares do Acre – AME/AC, em nome de todos os seus associados, apresenta à família enlutada do colega de farda, AL SGT PM FRANCISNATO MOURA DA SILVA, os sentimentos de tristeza e pesar pelo seu trágico assassinato, ocorrido na noite de ontem, no Seringal Liberdade, Município de Cruzeiro do Sul-AC, rogando a Deus o consolo espiritual necessário para que com fé e resignação sua família possa superar esse momento de dor e grande perda. O AL SGT FRANCISNATO foi assassinado quando estava de serviço apoiando uma equipe do IBAMA pela zona rural do Município de Cruzeiro do Sul, quando foi acionado para atender uma ocorrência. Ao se aproximar do local foi recebido com um disparo de espingarda que o atingiu na altura do pescoço, tendo o assassino empreendido fuga. Francisnato havia acabado de concluir o Corso de Formação de Sargentos PM e estava aguardando sua promoção.
Juntamente com seus familiares, todos os seus irmãos de farda estão consternados.

Rio Branco, 1 de novembro de 2009.

Maj PM Nascimento
Maj PM Jauri
Maj PM Rocha
Cap PM Farias
Cap BM Moreira
Ten PM Ávila
Sgt PM Romeu
Vereador Sargento Vieira
Sgt PM Trajano
Sgt BM Ribeiro Sgt BM Marques

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Militares do país devem ser valorizados, diz deputada

A discussão sobre salários decentes deve estar associada à melhoria na segurança pública, observa Perpétua, que apóia o reajuste aos trabalhadores.
"Para fazer bem feito, é preciso ganhar melhor", opinou a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB), no plenário da Câmara Federal, na tarde desta quarta-feira, ao defender a aprovação da PEC 300, que reajusta a remuneração dos policiais militares e corpo de bombeiros do país.

"Não há como não apoiar esta proposta. Tratamos aqui de um grupo de trabalhadores injustiçados em seus ganhos que precisam de motivação para se dedicar exclusivamente ao que fazem", afirmou a deputada. Ela lembrou o fato de alguns estados pagam "salários de miséria", o que torna a atividade policial, não raro, num "bico".

"É preciso casar este debate do salário decente com a necessidade de o cidadão se sentir mais seguro. É difícil exigir preparo e dedicação de um PM que está na rua, com a responsabilidade de proteger a população, sendo que boa parte deles não têm segurança do que seus filhos vão almoçar ou jantar", afirmou.

O voto do relator, deputado Capitão Fábio (DEM-PB), é aguardado com muita expectativa e será apresentado na comissão especial que trata do tema na próxima terça-feira (4). A PEC equipara os salários à remuneração paga, hoje, pela PM do Distrito Federal. No caso do DF, coube à Casa Civil da Presidência da República melhorar os ganhos dos trabalhadores (incluindo os delegados de carreira e o Corpo de Bombeiros Militar), através da Lei 11.663/2008.

Na capital do país, um soldado de segunda classe ganha R$ 824,82 em início de carreira; o segundo-tenente (oficial subalterno), R$ 2.687,90; e o coronel, R$ 4.394,94; o major, R$ 3.829,44; o capitão, R$ 3.230,94; subtenente, R$ 2.135,68; cabo, R$ 1.305,91; soldado (primeira classe), R$ 1.233,96.
"Toda a capacitação profissional necessária para que eles, que são heróis de fato, garantam a segurança pública que a nossa sociedade tanto almeja", disse a deputada. "Todos acham bonita a cena, e ás vezes choram na frente da TV, quando um bombeiro enfrenta o fogo ou salva uma vida numa correnteza. Mas poucos – ou quase ninguém – se dá conta do tamanho daquele sacrifício. Vai ver, na casa dele, a esposa e os filhos precisam do mínimo que seja para viver dignamente".

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Blog da AME/AC 100.000 acessos


CONVITE

Movimento das Esposas Parentes e Amigos dos Militares Estaduais, através de sua diretoria, convida Policiais Militares, Bombeiros Militares, Familiares de Militares Estaduais, amigos e simpatizantes de Militares Estaduais para recepcionar o Presidente da Associação dos Militares do Acre, Sargento Ribeiro, que será solto na manhã desta sexta-feira, 30 de outubro do corrente ano.
A soltura ocorrerá às 08:00h da manhã, no Quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar.
Chegou à hora de dar um basta nos abusos e perseguições contra os Militares Estaduais.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Veja o vídeo que motivou a prisão do Major Rocha

Veja o vídeo da entrevista concedida para a TV Acre, no dia 16 de maio de 2009, que motivou a punição do Major Rocha. Tire suas conclusões, basta clicar no quadro.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Notícia publicada no site: www.agazeta.net

Centrais sindicais prestam solidariedade a militares
Líderes sindicais também prometem acionar a Ordem dos Advogados do Brasil para agir em nome da sociedade
“Se eles não podem ir para as praças públicas, nós vamos”, declarou a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Acre, Rosana Nascimento, em solidariedade ao episódio envolvendo dois militares na manhã de hoje. Segundo ela, o trabalhador, seja ele civil ou militar, tem o direito de reivindicar seus direitos e não pode ser perseguido por conta disso.
O presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), José Chaves, também se manifestou em favor dos militares. “O ato do sargento é justo. A Associação dos Militares é legítima para protestar em defesa da categoria e os seus lideres não podem ser punidos por isso”, protestou.
O vice-presidente da CTB e presidente do Sindicato dos Urbanitários, Marcelo Jucá, cobrou a intervenção do governo dentro da PM. Ele tem que a represália promovida pelo comando contra os membros da Associação dos Militares possa refletir na população.
Depois de um demorado debate sobre o assunto, os lideres sindicais também prometem acionar a Ordem dos Advogados do Brasil para agir em nome da sociedade. “A OAB não pode ficar omissa neste caso e cabe a nós provoca-la para entrar em ação”, finalizou Jucá.
Prisões repercutem em Brasília
Segundo o assessor jurídico da AME, major Holanda, o militar não cometeu nenhum ato de indisciplina e, portanto não pode ser punido pelo seu protesto.“A Constituição Federal é clara, é livre a manifestação do pensamento. O império é da lei e não de uma pessoa. Nada mais legitimo para um líder sindical do que sair em defesa de seus associados, foi isso que fez o sargento”, observa o advogado.
As prisões do major Rocha e do sargento Ribeiro também repercutiram no plenário da Câmara dos Deputados em Brasília. Durante o grande expediente, quatro deputados manifestaram repúdio pelo procedimento. Os deputados Major Fábio (Dem/PB), Mendonça Prado (DEM/SE), Capitão Assunção (PSB/ES) e Ilderlei Cordeiro (PPS/AL) fizeram discursos inflamados contra a atitude, ao considerarem antidemocrática.
(Por Mariano Maciel em Brasília).
Dulcinéia Azevedo, do Jornal A Gazeta

Ilderlei critica cúpula da Polícia Militar do Acre por prisão de militares

Para o deputado federal Ilderlei Cordeiro (PPS-AC), as prisões efetuadas pelo comando da Polícia Millitar do Acre contra integrantes da própria corporação constituem perseguição política que tem a chancela do governo estadual.
Da tribuna da Câmara, o parlamentar relatou que um oficial que participou da Marcha ocorrida na última sexta-feira na capital, Rio Branco, foi detido indevidamente. A mobilização tinha como objetivo sensibilizar a opinião pública sobre a importância de se votar uma emenda constitucional que equipara os salários de policiais e bombeiros militares em todas as unidades da federação.
“O Major Rocha foi preso devido à ditadura no Estado do Acre, com certeza com o aval do governo”, disse.
Segundo o deputado, o ato ocorrido no Acre e que reuniu mais de sete mil pessoas foi ordeiro e pacífico. Também lembrou que o movimento se estende por outras regiões do Brasil. “Estamos fazendo movimentos em todo o País.
Se Deus quiser, vamos melhorar a qualidade de vida e a segurança pública deste País”, declarou. Está prevista a realização de atos ainda em São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Uma das PECs em tramitação no Congresso Nacional uniformiza os soldos da PM, tendo como base os vencimentos recebidos por policiais do Distrito Federal.
Ilderlei Cordeiro também denunciou que os equipamentos da Polícia Militar acriana estão em péssimas condições. “Infelizmente, os coletes e armamentos em situações precárias e os carros, hoje, da polícia do Acre estão sendo alugados”, finalizou.

Mendonça critica perseguição a policiais no Acre

O deputado federal Mendonça Prado ocupou a Tribuna na tarde de hoje para repudiar as coess do governo do Acre e do comando da Policia Militar do estado contra o Major Rocha e o Sargento Ribeiro.
O parlamentar participou na ultima sexta-feira da caminhada em favor da PEC 300, que tramita na Câmara dos Deputados. “Manifesto aqui minha solidariedade e repúdio que governantes, que exercem cargos em função de uma biografia que construíram lutando contra a ditadura militar, hoje ajam com arrogância, usando a força para repelir, usando a força para mostrar o seu poderio contra a ação legislativa de parlamentares que têm mandatos outorgados pela população dos seus Estados” criticou.
Mendonça afirmou que um Estado que deveria dar o exemplo, porque o Governador é um homem que se diz de esquerda, tem à frente da Polícia Militar um ditador, alguém que persegue e desrespeita as ações inclusive do Congresso Nacional, se referindo ao fato do Comandante da Polícia Militar haver proibido a entrada dos parlamentares federais no comando geral da PM. “Eu presto aqui a minha solidariedade ao major Rocha, ao Sargento Ribeiro e a todo o povo do Acre, que não merece ter um ditador governando aquele Estado”, concluiu o parlamentar.

Sargento Ribeiro é preso após se manifestar a favor de major Rocha

Presidente foi tirado à força por oficiais do Corpo de Bombeiros

O presidente da Associação dos Militares Estaduais do Acre, sargento Ribeiro, foi preso na manhã de hoje, dia 27, após se acorrentar em uma das palmeiras da Praça dos Autonomistas, atrás do Palácio Rio Branco.

O ato, observado pela população que passava no local, foi uma forma encontrada para chamar atenção da sociedade para a ditadura dos quartéis militares do Acre que levou à prisão do major Rocha, também na manhã de hoje.

Acorrentado dos pés à cabeça e com uma mordaça na boca, Ribeiro respondia as perguntas dos jornalistas com as mãos, anotando tudo o que pensava no momento em uma Constituição Federal. Antes, porém de ser acorrentado, ele nos cedeu uma entrevista.

“Nós militares somos tolhidos dos direitos de se manifestar pacificamente como presa a nossa Constituição Federal. Tivemos, agora mesmo, a prisão do major Rocha apenas porque deu entrevistas a um jornalista local. Não podemos nos calar diante de uma injustiça como essa”.

O manifesto e favor de Rocha durou cerca de duas horas. Ribeiro foi solto por homens do Corpo de Bombeiros que cortaram a corrente.

Da praça para o quartel

Depois de solto, Ribeiro procurou adentrar o Quartel do Comando Geral da PM, mas foi impedido pelos policiais que estavam de guarda, sob a alegação de que estavam apenas cumprindo determinação superior.

A Primeira Prisão a gente nunca esquece

Ribeiro, em sua vida militar jamais havia sido preso. Diante de seus 39 anos, sendo 18 de carreira militar, jamais vivenciou algo como seu primeiro mês a frente da Associação dos Militares.

“Quando entramos na Ameac estávamos cientes das lutas que iríamos enfrentar, sabemos que é difícil, mas temos que lutar. Sozinho sou pequeno, mas sei que Deus e os militares estão comigo, por isso me sinto grande”, afirmou sargento Ribeiro antes de ser preso e levado para o Quartel do Corpo de Bombeiros acompanhado do major Holanda que prestou apoio moral e conhecimentos jurídicos ao presidente preso.

Fotos: Site agazeta.net

Notícias publicadas nos principais jornais locais


Notícia publicada no site: www.noticiasdahora.com

Após a prisão de major Rocha, Sargento Ribeiro se acorrenta a árvore próxima ao Palácio Rio Branco

sargento Ribeiro foi retirado do local a força por homens do Corpo de Bombeiros. O vice-presidente da Associação dos Militares do Estado do Acre (AMEAC), Sargento Ribeiro, se acorrentou na manha de hoje a uma palmeira, próxima ao Palácio Rio Branco. A atitude do Sargento do Corpo de Bombeiros é em decorrencia de uma nova prisão decretada pelo comando geral da PM ao Policial Militar, Major Wherles Rocha. De acordo com os militares, o Major Rocha foi preso por ter dado uma entrevista no dia 4 de maio falando sobre liberdade de expressão dos PMs.

Centenas de curiosos rodeavam o local da manifestação do Sargento que estava com o uniforme social, com a boca amordaçada e folheando a o livro da Constituição Federal.

Acionados, homens do Corpo de Bombeiros estiveram no local e retiraram o sargento Ribeiro a força.


Notícia postada no site: www.agazeta.net

Sargentop Ribeiro se acorrenta e se amordaça em praça pública

Protesto é em solidariedade ao Major Rocha, homens do Corpo de Bombeiros já retiraram o manifestante

O sargento Ribeiro, Presidente da Associação dos Cabos e Sargentos do Corpo de Bombeiros da PM, resolveu se acorrentar e se amordaçar em praça pública, após saber da prisão do Major Wherles Rocha nesta manhã de terça-feira.

Usando o uniforme social da corporação, ele se acorrentou a uma palmeira da Praça dos Autonomistas, atrás do Palácio Rio Branco e passou a se comunicar apenas por meio de um caderno. Além disso, segurava a Constituição Brasileira.

Homens do Corpo de Bombeiros estiveram no local e retiraram na marra o Sargento, cortando as correntes e levando Ribeiro.

O sargento esta recolhido no quartel do Corpo de Bombeiros, na Estrada da Invernada.

COMANDO DA POLÍCIA MILITAR MANDA PRENDER MAJOR ROCHA NOVAMENTE

Nesta terça-feira, 27 de outubro, o Comando da Polícia Militar do Acre mandou prender mais uma vez o major Rocha. A prisão que foi anunciada para a semana passada e só não se concretizou naquela data em razão da chegada de vários Deputados Federais ao nosso Estado para participar da Marcha pela Aprovação da PEC 300. Tão logo recebeu a voz de prisão o major Rocha foi escoltado para o quartel do 4° Batalhão da PM, localizado na antiga sede do antigo Grupo de Roubos e Furtos da Polícia Civil, localizado no Conjunto Universitário. Segundo informações colhidas a mencionada prisão teve sua origem no movimento que os militares promoveram no dia 4 de maio e foi motivada porque durante uma entrevista concedida para a TV Acre, quando a jornalista questionou se os militares estaduais poderiam se reunir em um local público, o oficial teria citado o inciso XVI do art. 5° da Constituição Federal, dizendo que tal dispositivo diz que “todos podem se reunir pacificamente” não excluindo desse rol os militares estaduais. Mais informações em breve.

sábado, 24 de outubro de 2009

Marcha da PEC 300 foi um sucesso, diz Ameac

Militares atendem a chamado e clamam em uma só voz: PEC 300 já


Mais de cinco mil pessoas participaram da marcha da PEC 300, na última sexta-feira, dia 23, em Rio Branco. Organizada pela Associação dos Militares Estaduais do Acre (Ameac), o evento contou com a participação de agentes penitenciários, policiais civis e entidades representantes dos vigilantes do Acre.

Com concentração na Concha Acústica, localizada no Parque da Maternidade a passeata percorreu a Avenida Brasil, tomou a Avenida Getúlio Vargas e se dirigiu para frente da Assembléia Legislativa, onde foi realizada uma sessão da Câmara Federal, presidida pelo deputado federal Mendonça Prado.

Diversos discursos, os deputados apresentaram grande confiança na aprovação da proposta de emenda. “Devemos ter confiança na aprovação da PEC 300. E aqui deixo uma convocação para todos se comprometam a formar uma comissão da PEC aqui no Estado para conversar com os deputados federais, com os senadores”, sugestionou o deputado federal Major Fábio.

Para o presidente da Ameac, sargento Ribeiro, o evento também mostrou a força que tem a união das instituições de segurança pública. “O que aconteceu foi mais que um ato de apoio à PEC, conseguimos mostrar para a sociedade que estamos unidos, desejamos que bons salários, desejamos uma segurança de qualidade”, afirmou o presidente da Ameac.

O deputado federal que ficou conhecido e polêmico no Acre, Capitão Assumção, foi um dos grandes entusiastas da marcha. Para ele, no Acre se sentiu em casa. “Quando saí de casa minha esposa questionou o lugar para onde estava indo... afirmei que estava indo encontrar a minha família. E um dia mexeram com a minha família e eu não podia me calar”, relembrou o capitão.

Major Rocha fez uma análise do que representa esse momento para os militares e o sucesso da caminhada. “Esse é um momento muito importante para a segurança pública de nosso Estado, mas também do país. Estamos vendo os militares de diversos Estados clamando pelo mesmo direito, com o mesmo objetivo. Aqui no Acre, nossa marcha superou as expectativas e tivemos uma caminhada bonita e, sem dúvida alguma, vitoriosa. Parabéns a todos os militares, sem o esforço de cada um deles nada disso teria sido possível”, declarou o major.

O representante dos militares na Câmara Municipal, vereador Sargento Vieira, em discurso agradeceu a Deus e ao apoio ofertado pelos deputados federais, entre eles o acreano Ilderlei Cordeiro. “Demonstramos que juntos somos fortes e agradecemos o apoio dos deputados federais que vieram até aqui possibilitou esse acontecimento, especial ao Ilderlei que demonstrou estar junto conosco na aprovação da PEC”.
Fotos: Site A Gazeta. Net

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Notícia postada no Site: www.ac24horas.com

PORTE DE ARMAS PARA PMS DO ACRE CONTINUA GARANTIDO, DIZ RIBEIRO
Depois de muito debate, o Comando da Policia Militar e a Associação dos Militares do Acre parecem ter entrado em um entendimento.
Segundo o Sargento Ribeiro, presidente da associação, o porte de arma na carteira já é uma garantia. Mesmo depois dos fatos envolvendo o Sargento PM José Raimundo Alves da Luz, 41, que no final de semana passado, matou um jovem com um tiro de pistola, "o porte de arma está garantido conforme prevê a lei complementar 164/2006", disse Ribeiro.
O Presidente disse que a Associação não comunga com esse tipo de atitude, mas pediu a sociedade que esperasse a apuração dos fatos dando ao sargento, o direito ao contraditório. Disse também, que isso não poderia ser utilizado como subterfúgio para deixar de oferecer segurança a qyuem realmente precisa.
Jairo Carioca da Redação do Ac24horas

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Conversa com comandantes militares agrada Ameac


Pacífica e tranqüila. Assim foram as reuniões que a Associação dos Militares Estaduais do Acre (Ameac) realizou com os comandantes do Corpo de Bombeiros, coronel Oliveira, e da Polícia Militar, coronel Romário Célio. Na conversa estava em pauta a marcha da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de número 300.

A intenção da entidade representante dos militares, encabeçado pelo sargento Ribeiro, Major Rocha e vereador Sargento Vieira, era conseguir apoio das instituições a fim de liberar os militares para a marcha.

Para o sargento Ribeiro, presidente da Ameac, a conversa teve o sucesso esperado. “Deixamos bem claro que não estamos realizando nada contra governo algum, queremos apenas melhorias para toda a categoria e para a segurança pública, e isso passa também pela questão salarial”, afirma.

“Os comandantes aceitaram bem nossa intenção e os militares poderão participar de nossa marcha. Os PM’s poderão ir se estiverem de folga, os Bombeiros tiveram uma flexibilidade melhor”, acho isso uma vitória.

A conversa com os representantes das instituições militares serviu para aumentar ainda mais as expectativas em torno da PEC.

“Estamos cada vez mais confiantes na aprovação dessa PEC, o momento é muito importante. Politicamente, o tempo é favorável e os militares estão motivados. Esperamos que em novembro tenhamos uma resposta positiva, mesmo que não definitiva. Acredito que teremos êxito”, afirma major Rocha.

Um convite aos motociclistas

A Ameac, através de seu presidente, sargento Ribeiro, convida a todos os militares que tiverem motos a irem para a macha com seus respectivos veículos, sairemos a pé e de motocicleta da Concha Acústica.


Militares querem melhores salários e condições de trabalho

Eles lutam pela aprovação da PEC 300, que garante a isonomia salarial com os militares do Distrito Federal
Militares do Acre vão realizam no próximo dia 23, uma manifestação a favor da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 300, que estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à dos policiais do Distrito Federal. A expectativa é que mais de cinco mil pessoas participem do ato, que iniciará na Concha Acústica do Parque da Maternidade.

Para os representantes da Associação dos Militares do Acre (Ame), o movimento não é um protesto contra as políticas públicas dos Governos, mas uma forma de chamar atenção dos deputados federais e senadores para a importância da aprovação da PEC 300.

"Essa PEC garante não apenas melhores salários como também melhorias na condição de trabalho e consequentemente, uma Segurança Pública de qualidade. Não iremos fazer nenhum discurso contra os Governos, queremos apenas apresentar essa proposta para a sociedade, informando a importância dela para todos nós", explicou o vereador Sargento Vieira.

O presidente em exercício da Associação dos Militares, sargento Luiz Gonzaga Ribeiro, disse que a Segurança Pública em Brasília é exemplo e que deve ser seguido pelos demais estados, onde os índices de criminalidade são altos.

Para ele, o momento é de unir forças para garantir a aprovação da PEC que já deve ser votada em novembro. "Os militares de Brasília recebem um salário digno e tem boas condições de trabalho. O resultado é mais eficiência na Segurança Pública. Queremos que isso seja aplicado também nos outros estados", destacou.

O major Wherles Rocha, um dos organizadores do movimento, disse que a luta dos militares é uma forma de garantir melhorias em todo Sistema de Segurança Pública, pois os dados revelam que no Distrito Federal temos bons resultados.

"Claro que a valorização salarial é um fator importante e que contribui para melhorar a Segurança Pública. Se nossos militares forem valorizados certamente teremos uma polícia mais ativa e consequentemente, melhores resultados no combate à violência. Convidamos toda sociedade para unir força com os militares e juntos conseguirmos a aprovação dessa PEC", ressaltou.

Fonte: Site A Gazeta. Net
Matéria: jornalista Rutemberg Crispim
Foto: Luciano Pontes.