
sábado, 5 de setembro de 2009
Um visitante inusitado

sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Através de uma nota assinada por quase todos os vereadores,Vieira denuncia o descaso com que o governo esta tratando os Servidores da segurança
Na última sessão da semana o Vereador Sargento Vieira apresentou uma nota em favor da paz. Nessa nota, que foi assinada por quase todos os membros do parlamento municipal, o Vereador que é o representante dos militares estaduais na Câmara Municipal de Rio Branco manifesta seu descontentamento com a forma como está sendo conduzida a política de segurança pública do Acre. Vieira atribuiu a morte do Policial Militar Jucivan ao descaso com que as autoridades estão tratando todos os servidores do sistema de segurança pública: “Nossos direitos não são respeitados, antes desse episódio lamentável Jucivan havia solicitado uma arma para se defender e teve o seu pedido negado. Desarmado e sem ter como se defender foi enviado para ser executado por bandidos” acrescentou.
Veja a matéria que foi ao ar no Jornal Gazeta em Manchete:
Veja a nota:
Nota de solidariedade e em respeito a todas as famílias acreanas que esperam pela paz e pela justiça.
A Câmara Municipal de Rio Branco e a Associação dos Militares Estaduais do Acre – AME/AC vêm, através da presente nota, externar os sentimentos de pesar e solidariedade a todos os Militares Estaduais, em especial às famílias dos Policiais Militares Jucivan Teles Nogueira e Francisco de Assis Moura, ambos assassinados de maneira covarde quando estavam no interior de suas respectivas residências.
A sociedade acreana observa impotente e aterrorizada a crescente onda de violência que se abate sobre todo o nosso Estado sem que as autoridades constituídas adotem as medidas necessárias para conte-la.
Os Policiais Militares, profissionais abnegados que possuem a nobre atribuição de garantir a nossa segurança e os nossos direitos, estão sendo vitimados duplamente, pelos criminosos e pelos gestores da área de segurança pública.
Tomemos como exemplo fato ocorrido no ultimo dia 2 de setembro, que culminou com a execução do Soldado Jucivan Teles Nogueira, policial dedicado à causa da segurança pública e em razão de sua atuação como Policial Militar angariou vários desafetos, dentre eles o facínora que tirou sua vida.
Ocorre que aquele fatídico dia foi prenunciado, Jucivan, dias antes de sua morte informou aos seus comandantes das ameaças que vinha sofrendo e solicitou uma arma para sua defesa, arma essa que lhe foi negada. Entregue à própria sorte o Policial Militar que dedicou sua vida a proteger a sociedade, dentro de sua própria corporação não encontrou quem defendesse sua vida.
Algumas perguntas são inevitáveis: Quem será a próxima vítima? Quem é o responsável pelo caos na segurança pública? Quais as providências que estão sendo tomadas pelas autoridades responsáveis pela área?
A lei garante aos Policiais Militares o direito de portar armas, pelo menos é o que está previsto no Estatuto dos Militares Estaduais e nas demais leis que tratam do assunto. Mesmo tendo o direito ao porte de armas assegurado há mais de 3 anos, até agora os militares estaduais não viram a efetivação dos mesmos. O Comandante Geral da Polícia Militar argumenta que cumprir a lei seria conferir um “cheque em branco” aos seus comandados. Nessas condições é muito fácil ser Comandante Geral de uma corporação militar, ficando apenas com os bônus do cargo e deixando o ônus para os menos graduados.
O clima de insegurança que se abateu sobre os Policiais Militares já faz parte do dia-a-dia do restante da população. Quando os criminosos não respeitam mais nem as polícias imaginem o que ocorre com o cidadão comum.
Alguma coisa precisa ser feita, não podemos mais suportar esse clima de insegurança pública. A sociedade acreana pede e espera paz e justiça.
Rio Branco, 03 de setembro de 2009.
Notas publicadas na coluna Bom Dia do Jornal A Tribuna
Unanimidade política
Com razãoN. Lima, oficial da reserva da PM e crítico costumeiro da segurança pública, fez um desabafo comovente. E a coluna concorca com ele sem tirar, nem pôr.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Notícia postada no Site: www.ac24horas.com
Policial executado pediu socorro ao comando da PMA AME questiona o cumprimento da Lei 164/2006 que assegura em seu artigo 50, letra k o porte de arma, pelas praças, inscrito em sua carteira de identidade militar, após nomeação para o cargo inicial da carreira, em serviço ativo ou em inatividade.
"Não estamos afirmando que se os policiais estivessem armados eles estariam vivos, não se trata de corporativismo, mas a ausência do instrumento essencial para a defesa do agente que ao tirar a farda, fica exposto a ação dos bandidos que estão armados", disse o sargento Ribeiro, vice-presidente da categoria.
A lei sancionada pelo governador Binho Marques (PT), afirma em seu Parágrafo único que a atividade militar consiste na dedicação integral. Segundo a AME o artigo 50 não está sendo cumprido pelo Comando da Policia Militar do Acre.
Ribeiro assegura que nem o sargento reformado Francisco de Assis Moura e nem o soldado Jucivan Teles Nogueira, se enquadravam na exceção prevista para não estarem portando armas. O porte não é autorizado para aqueles em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes contra a segurança nacional ou por atividade que desaconselhe aquele porte, observando-se as restrições impostas pelo comandante-geral da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
"Desconhecemos qualquer quebra de conduta dos dois agentes que foram barbaramente assassinados", informou.
Segundo o irmão do militar Jucivan, o vereador Juraci Nogueira (PP), "o policial pediu socorro ao comando da PM depois de ter sido várias vezes ameaçado pelos autores do assassinato". A confissão foi feita ontem, momento antes do sepultamento do policial. A família não acredita na versão de latrocínio. Eles suspeitam de que a ordem para executar Jucivan tenha partido de dentro da Penitenciária Francisco de Oliveira Conde.
A AME volta a cobrar do comando da PM o cumprimento da Lei e vai exigir do Estado maior punição, "através da elaboração de nova legislação que trate a respeito da matéria, que deve considerar os atos praticados contra os agentes como sendo crime hediondo e sem direito a liberdade provisória, livramento condicional, indulto, cumprimento da pena em regime integralmente fechado" entre outros.
O sargento assegura que esse sentimento é de toda corporação. Para Ribeiro, a atual Policia Militar não pode ser comparada àquela do tempo do esquadrão. "Primamos pelo que é legal, quem tem menos tempo de serviço na PM hoje, tem 6 anos de serviços prestados", concluiu o vice-presidente.
Ontem à tarde, o clima de silêncio invadiu a corporação. Nossa reportagem procurou o Cel. Romário Célio, comandante da Policia Militar. Segundo a guarnição em serviço, este se encontrava no sepultamento do policial Jucivan, no município de Xapuri. Através da Agência de Noticias do Acre, o comandante lamentou os fatos.
"É lamentável que o assassino tenha sido preso em março, por assalto a mão armada e por ter feito uma família refém e 112 dias depois tenha sido posto em liberdade", disse o coronel Romário.
Jairo Carioca - da redação ac24horas
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Vítima de um descaso militar?
Policial morto na última terça havia dado ciência ao comando de que estava sendo ameaçado de morte. É o que diz um militar que trabalha no setor administrativo da PM.Segundo o militar que pediu para não ter seu nome divulgado, Jucivan Teles havia solicitado de seu comando imediato a cautela de uma arma, que não lhe foi concedido.
“O policial enviou um documento solicitando a cautela, mas até o momento não tinha obtido êxito. Espero que esse exemplo lastimável faça nossos superiores olharem com mais responsabilidade para as necessidades da tropa que dia-a-dia se encontra nas ruas”, afirma o militar.
Nesta tarde, amigos e familiares se despediram do policial que teria seu enterro na cidade de Xapuri.
Mais um Policial Militar assassinado em menos de 15 dias
PM é executado com dois tiros na cabeça dentro de casa"Eles entraram e quebraram a luz da varanda. Ouvi que algo muito sério acontecia lá e liguei para o 190, da Polícia Militar, mas foi aí que passei a ouvir uma música de espera", conta Oliveira.Do tempo que ligou até ser atendido efetivamente passaram-se pelo menos meia hora, segundo a testemunha. Tempo muito precioso em ocasiões tão graves como esta. "Eu desligava e tornava a ligar por três vezes", afirmou.
Notícia postada no site: www.ecosdanoticia.com.br
PM é executado com dois tiros na cabeça dentro de casaUm policial militar foi executado com dois tiros na cabeça, na noite desta terça-feira, 01, por dois indivíduos que invadiram a sua casa, na travessa São Vicente, no bairro Mauri Sérgio. O soldado Jucivan Teles Nogueira, de 33 anos, teve as mãos e os pés amarrados, antes de ser atingido com dois disparos à queima roupa, por volta das 22 horas.
Os bandidos levaram a motocicleta da vítima, encontrada minutos depois abandonada na travessa Pescador, já no bairro Belo Jardim e a pelo menos oito quilômetros do local do crime.
A execução acontece há menos de 15 dias do assassinato do sargento reformado da PM Francisco de Assis Moura, 60 anos, morto a tiros por assaltantes também dentro de casa, numa chácara da Vila Santa Maria.
Segundo o vizinho da vítima, Manoel Oliveira, uma movimentação diferente denunciou que algo estranho estava acontecendo na casa do soldado.
"Eles entraram e quebraram a luz da varanda. Ouvi que algo muito sério acontecia lá e liguei para o 190, da Polícia Militar, mas foi aí que passei a ouvir uma música de espera", conta Oliveira.
Do tempo que ligou até ser atendido efetivamente passaram-se pelo menos meia hora, segundo a testemunha. Tempo muito precioso em ocasiões tão graves como esta. "Eu desligava e tornava a ligar por três vezes", afirmou.
Segundo os próprios colegas de farda, homens do 2º Batalhão da Polícia Militar, onde Josivan Nogueira também servia, estavam patrulhando a área quando o crime aconteceu. Mas não poderiam ter feito nada sem o chamado do Ciosp, o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública, para onde são direcionadas as ligações de emergência.
Informações obtidas pela reportagem dão conta de que no momento em que acontecia o assassinato todos os ramais do Ciosp estavam congestionados, obrigando a espera. "Estávamos tendo muitas outras ocorrências no mesmo período e lamentamos esta situação", contou uma operadora de plantão, que pediu para não ter o nome divulgado.
O soldado morava com a mãe e um irmão, que estão viajando. Ele estava só, no momento da invasão.
Crime com requintes de crueldade
A forma como aconteceu à morte do PM denuncia a forma impiedosa dos criminosos. Primeiro, eles amarram a vítima para depois executá-lo e levar apenas a motocicleta.
Como a abandonaram alguns minutos depois, a polícia vai trabalhar nas investigações com várias hipóteses, entre elas, a de que os bandidos só queriam assassiná-lo, já que lançaram mão do veículo logo depois.
Polícia Militar prende quatro suspeitos da execução do soldadoForam presos Emerson Ferreira Lima, 26 anos (presidiário em liberdade condicional) por crime de roubo de tráfico de entorpecentes e Luis enrique Rodrigues da Silva, 18 anos, moradores do Bairro Mauri Sérgio e Ramal da judiá.
Por volta das 3h30 horas da manhã foi preso Johnny Rafael Peixe das Chagas, 22 anos, apontado pelos dois primeiros presos como mais um dos integrantes.
As 4h da manhã desta quarta-feira, 02, Luis Henrique resolveu confessar participação no crime e apontou Jackson Bezerra de Almeida, 26 anos como sendo o quarto elemento do bando que matou o militar.
O delegado Dimas Moraes começou a ouvir testemunhas e acusados ainda na madrugada. A partir dos depoimentos é que o delegado decidirá que permanecerá preso, ou se algum dos suspeitos será posto em liberdade.
Com a prisão dos suspeitos a polícia irá desvendar o motivo da morte do policial e definirá a participação de cada um no crime.
A polícia já sabe que foi Johnny Rafael que deu fuga a um integrante do bando. Ele usou uma moto apreendida pela polícia que possui registro de furto e estaria com a placa adulterada.
Os outros dois fugiram na moto roubada do PM que eles assassinaram.
Nas próximas horas haverá novidades nas investigações.
Mistério na morte de policial assassinadoUm vizinho do policial contou a policia que viu quando dois homens encapuzados pularam a cerca da casa de Jucivan. "Para não chamar a atenção eles quebraram a lâmpada da área e quando o policial saiu para vereficar o que estava acontecendo, foi rendido", contou.
Ao notar a movimentação estranha seu Manoel afirmou que ligou para a central de atendimento da policia [CIOSP], mas ninguém atendia. Insistiu por quase 30 minutos, Período em que os bandidos permaneciam na residência do policial. Apavorado seu Manoel contou que ouviu dois disparos vindos da casa invadida e depois os bandidos usando a moto da vitima [uma Dafra Speed 150cc, vermelha, placas MZY 8236] fugiram do local do crime.
Para o vizinho, se a policia tivesse sido eficiente teria pego os bandidos, pois eles demoraram bastante dentro da casa até matar o policial. A moto foi encontrada abandonada uma hora depois na trav. do Pescador, no bairro Belo.
Segundo uma vizinha que mora na frente da casa da vítima, o policial era uma pessoa pacata e sempre ajudava a quem precisava. Ele foi assassinado com um tiro na cabeça. Jucivan Teles Nogueira servia no 2° batalhão da Policia Militar, em Rio Branco.
NOTA DE PESAR
A Associação dos Militares do Acre – AME/AC, em nome de todos os seus associados, apresenta à família enlutada do colega de farda, Jucivan Teles Nogueira, os sentimentos de tristeza e pesar pelo seu falecimento, ocorrido no último dia 1 de setembro, nesta cidade de Rio Branco-AC, rogando a Deus o consolo espiritual necessário para que com fé e resignação sua família possa superar esse momento de dor e grande perda.
Juntamente com seus familiares, todos os seus irmãos de farda estão consternados.Sgt BM Marques
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Segurança Pública: Policiais Militares, uma odisséia do descaso
Vinte Policiais Militares de várias unidades da capital foram protagonistas de mais uma página na história de descaso com os trabalhadores da segurança pública.No último dia 26, sem receberem as diárias devidas, os militares embarcaram em um ônibus com destino ao município de Cruzeiro do Sul, foram enviados para apoiar o policiamento durante a realização da Expojuruá. Ocorre que durante o deslocamento, em razão da chuva e das péssimas condições de trafegabilidade da BR-364, tiveram que passar dois dias atolados e empurrando o dito veículo coletivo. Chegaram a Cruzeiro do Sul um dia após o início das festividades, depois de passar fome e sede na estrada. Cansados após a epopéia que viveram, foram imediatamente colocados no policiamento ostensivo. Após o cansaço da viagem e dos serviços que tiraram estão agora retornando pelos mesmos atoleiros da ida. Como as chuvas se intensificaram, a expectativa é que o retorno demore um pouco mais, aguardamos a chegada deles antes do final desse verão.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
REGULAMENTO DISCIPLINAR DA PMAC É DO TEMPO DA DITADURA. AFIRMA JORNAL A FOLHA DE SÃO PAULO
Núcleo de Estudos da Violência - NEV - Universidade de São Paulo - USPhttp://www.nevusp.org/portugues Fornecido por Joomla! Produzido em: 16 May, 2009, 09:34A responsabilidade de adaptar os regulamentos disciplinares à Constituição de 88 é dos Estados.
sábado, 29 de agosto de 2009
Notícia publicada no jornal A Tribuna
Violência no Acre deixa população em desesperoNo sul, também a maioria absoluta da população carcerária é composta por reincidentes, o que demonstra a ineficiência do Estado brasileiro de cumprir seu dever constitucional de ressocialização.
Notícia publicada no jornal A Gazeta
Bombeiros não têm escada para apagar incêndioIsto significa que qualquer construção com altura supe-rior a 10 metros (algo equivalente a 4 ou 5 andares) já apresentaria uma dificuldade na extinção do fogo ou salvamento de pessoas tão grande quanto foi na Assembléia Legislativa. E estes edifícios já não estão em quantidades tão pequenas como há 17 anos. Segundo dados do CBM/AC, os prédios com mais de 9 e 10 andares em Rio Branco já ultrapassam, no mínimo, a faixa dos 40, sem mencionar os outros considerados de difícil acesso. Caso houvesse um grande incêndio em um deles, sabe-se lá o que aconteceria.
São números desanimadores para os moradores do topo de condomínios. Porém, piores ainda para a cidade. Já se tornou quase um dito popular a tendência de que quando não há mais espaço para crescer para os lados, o jeito é ampliar para cima. Definitivamente, Rio Branco ainda não entrou neste estágio de crescimento, mas também não significa que a Capital não esteja chegando lá. Por tal razão, é importante criar a estrutura capaz de suportar essa evolução. E nada melhor do que a segurança básica como primeiro passo para este processo.
“A escada ou a plataforma são dois objetos que seriam muito importantes, pois são meios efetivos de garantir mais segurança à parcela da população que encontra-se nestes locais de difícil acesso. A falta deles é um problema sério e que coloca em risco tanto os bombeiros que agem no salvamento, como as pessoas. Além disso, ambos os equipamentos têm várias outras utilidades. Servem para facilitar a chegada à base de incêndios de proporções horizontais, atravessar obstáculos, evitar queimaduras, proporcionam mais segurança aos bombeiros, ajudam a içar animais em árvores, entre outras coisas”, explicou o major dos Bombeiros, Eudemir Bezerra.
A escada mecanizada pode ser diferenciada da plataforma de acordo com a sua função primordial. Enquanto a primeira é utilizada para a retirada de pessoas do alto de prédios de modo ágil, a plataforma é usada para o transporte seguro do bombeiro até os pontos de concentração do fogo. Em outras palavras, as duas ferramentas compõem a base do conjunto de resgate e controle de fogo em prédios altos.
As medidas adotadas para diminuir os riscos No sentido de amenizar a falta dos equipamentos disponíveis ao CBM/AC para atuar em locais com mais de 10m de altura, os edifícios possuem, além da planta de construção, um 2º projeto de combate a incêndios e pânico. Neste plano, é determinada uma série de medidas necessárias para garantir a fuga dos presentes em caso de incêndio. Item por item é avaliado por especialistas e, teoricamente, só após a concessão desta licença é que estariam livres as obras do prédio. Inclusive, é com este certificado que as seguradoras concedem apólices ou autoridades se instalam em algum lugar.
Conforme o major Eudemir Bezerra, tais especificações são qualificadas em duas catego-rias: a de alerta e a de combate. O primeiro grupo consiste nos sistemas de alarmes. Já o segundo é mais extenso, compreende extintores, hidrantes, iluminações e sinalizações de emergência por todo o edifício.
“Alem disso, os prédios possuem escada de emergência como meio de fuga, grampos de ancoragem às escadas de corda para descer pessoas e uma reserva especial de água para o controle do fogo. Para assegurar o funcionamento, os Bombeiros conferem todos os equipamentos em cada prédio e expedem um atestado de autorização. Outro ponto importante foi à lei de julho do ano passado (2.009/08) que garante que a corporação treine os moradores a fazer bom uso desse material. Ainda não conseguimos fazer um treinamento em larga escala, mas estamos aos poucos chegando lá”, contou.
Vale insistir no fato de que tratam-se apenas de medidas adotadas para minimizar a situa-ção. No caso de um incêndio de grandes proporções, iniciado no interior dos últimos andares, a estrutura superior dos prédios e a vida de dezenas de pessoas poderiam estar seriamente ameaçadas, sem contar que a exposição à fumaça, quanto mais direta e duradoura for, pode causar mais danos permanentes à saúde. “São componentes que, em tese, tornam o local mais seguro, porém, precisam ser somados a atuação imediata dos Bombeiros. Só que não há como agir de modo ágil nestes locais. Portanto, pode-se dizer que em viaturas e outros materiais o CBM está bem servido. Conter fogo em casas e prédios baixos, mas não largos, é algo até fácil. No entanto, ainda falta a escada e a plataforma mecanizada para atender melhor as estruturas mais altas”, salientou o major. Será que vale a pena arriscar vidas em função do que é “teoricamente” eficaz?
Autor: TIAGO MARTINELLO
Violência no Acre deixa população em desespero
Rio Grande do Sul dá exemplo
No sul, também a maioria absoluta da população carcerária é composta por reincidentes, o que demonstra a ineficiência do Estado brasileiro de cumprir seu dever constitucional de ressocialização. (Gilberto Lobo)
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
SEGURANÇA PÚBLICA: PESQUISA MOSTRA INSATISFAÇÃO
Pesquisa inédita realizada a pedido do Ministério da Justiça (MJ) deu voz aos policiais brasileiros e encontrou altos índices de insatisfação com o modelo de gestão da segurança nacional, além de números que revelam condições de trabalho preocupantes. Foram ouvidos 64.130 homens das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros, da Guarda Civil e agentes do sistema penitenciário. Um em cada cinco afirmou já ter sido torturado em serviço e mais da metade (53,9%) disse ter sofrido humilhações de superiores. Uma parcela ainda maior, 72,2%, reconheceu que há mais rigor com as questões internas - como exigir botas perfeitamente engraxadas - do que com fatores que afetam, de fato, a segurança pública.O estudo entrevistou os participantes com a aplicação de questionários virtuais entre abril e maio. Os pesquisadores, ligados ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, identificaram que 69,8% de cabos, praças, sargentos, delegados, agentes e oficiais querem mudanças no modelo institucional e, na avaliação dos autores, a origem das reivindicações está atrelada também à vitimização da profissão, mapeada de forma pioneira na enquete.
Ponto de partida
Regina Mikki, diretora da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao MJ, disse os dados encontrados “servirão de ponto de partida para a criação de grupos de trabalho para aperfeiçoar a condição de trabalho das polícias”. O secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, acredita que os indicadores servem para sustentar o debate prático, e não só acadêmico, da necessidade de mudança.
Fonte: Yahoo Notícas
Sargento Natalício Braga e Ribeiro definem data da marcha com a frente parlamentar
Prado explicou em detalhes para Braga e Ribeiro o teor da PEC 300 e falou que a vitória está próxima e só depende da união das Polícias e Corpo de Bombeiros Militares do País.
Na reunião SGT Natalício Braga e SGT Ribeiro estabeleceram a data da marcha da PEC que ocorrerá em Rio Branco. Os Deputados Federais garantiram sigilo absoluto quanto a data realização do ato público a fim de evitar retaliações por parte do comando da PM.
A frente parlamentar da PEC 300 garantiu juntamente com os representantes de entidades nacionais que estavam em Recife a presença no ato promovido pela Associação dos Militares do Acre.
Notícia publicada na coluna Bom Dia - Jornal A Tribuna
Data secretaquinta-feira, 27 de agosto de 2009
PEC 300 deverá ser votada em até seis semanas
É preciso acreditar. E nós acreditamos. Impulsionado pela caminhada realizada em Pernambuco, o presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, Deputado Federal Michel Temer, finalmente instituiu e definiu a Comissão Especial que irá acompanhar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 300) para que a mesma seja encaminhada para votação em seis semanas. ´A boa notícia foi repassada pelo relator da PEC 300 na Comissão de Justiça, Deputado Federal Mendonça Prado, durante reunião na tarde desta quinta-ferira (27/08). A convite do mesmo, o presidente da Associação dos Cabos e Soldados, Renílson Bezerra, o Deputado Estadual, Soldado Moisés, e a diretora Eliane Muniz estiveram no gabinete de Mendonça para dar continuidade na luta pela aprovação da proposta.
Segundo Mendonça Prado, certamente o sucesso do movimento realizado pelos policiais e bombeiros militares de Recife foi responsável pela retomada da proposta. A preocupação é quanto a escolha do presidente e do relator da Comissão Especial. É necessário que ambos entendam a grandiosidade da PEC e tenham compromisso com a tropa, buscando agilizar a votaçao da mesma.
Com diárias atrasadas desde maio, 4 anos sem fardamento e sem viaturas, segurança pública vai receber helicóptero
O Governador está pronto para entregar aos acreanos um helicóptero para emprego na segurança pública. Notícia postada no site: www.ecosdanoticia.com.br
Sete assaltos registrados em menos de 24 horasNuma desses roubos, ocorrido às 18 horas, um ladrão de bicicleta abordou o jovem Moisés da Silva Souza, de 23 anos, e levou a sua mochila contendo um notebook e uma malhadeira, uma rede de pesca. A vítima fazia a travessia da passarela Joaquim Macedo, no centro de Rio Branco.
Em outra ocasião, a vítima foi à professora Nabiha Bestene, irmã do ex-deputado José Bestene. Nabiha quebrou um dos dedos da mão, ao tentar conter a ação de um indivíduo que roubou a sua bolsa.
Ela parou o veículo para atender ao celular, numa travessa próxima à Escola Padre Diogo Feijó, no bairro Abraão Alab, quando um homem numa motocicleta se aproximou do carro, e agarrou a sua bolsa, que estava no banco de passageiro.
Ela tentou parar o ladrão, contendo o avanço. Mas o ladrão quebrou um dedo da vítima e legou os pertences da mesma forma.
10h20 - Um homem armado invadiu a madeireira Garça Branca, no bairro Floresta. O proprietário, Almerindo Souza de Moura, 30 anos, foi rendido por um homem armado que levou dinheiro, celulares e uma motocicleta Twister 250 cc.
17h30 - Uma adolescente de 14 anos foi assaltada em frente ao Palácio Rio Branco. Sob ameaça de uma faca, o ladrão levou o seu celular.
17h31 - A loja Dex Jeans, na Galeria Bessa, foi invadida por dois homens armados, que levaram R$ 500 em dinheiro e roupas.
18 horas - Tiago Teixeira dos Santos, 27 anos, teve o celular tomado por três jovens, no Parque da Maternidade, próximo ao bairro Floresta.
20 horas - Aline Magalhães Andrade, 26 anos, foi abordada por dois homens armados de revólveres, na Rua do Aviário, bairro São Francisco e levaram bolsa, documento, um celular e dinheiro.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
AME NA MARCHA DA PEC 300 EM PERNAMBUCO - PARTE II

Deputado Federal Menonça Prado, relator da PEC 300

Sgt BM Ribeiro na concentração no bairro Derbi
terça-feira, 25 de agosto de 2009
PERNAMBUCO: Marcha pela aprovação da PEC 300 em Pernambuco foi um sucesso
Os manifestantes se reuniram em frente à Assembleia Legislativa. Na Casa, eles entregaram ao presidente do legislativo estadual, deputado Guilherme Uchôa, um documento explicando as causas do movimento. De acordo com o deputado Soldado Moisés, o ato não tem como alvo o governo do estado, mas o governo federal. “O governo federal precisa atender as necessidades de subsidiar os governos estaduais para a implementação do piso nacional da categoria, cumprindo o prometido nos dois mandatos do Governo Lula”, explicou.
A medida está sendo defendida por uma emenda, a chamada PEC 300,que propõe a equiparação salarial dos salários dos PMs em todos os estados, tomando como base os vencimentos pagos no Distrito Federal.
Após a caminhada, representantes da Associação viajam para Brasília, onde devem participar de mais ações em prol do piso nacional, durante a reunião do Conselho Nacional de Segurança Pública, que acontece de 27 a 30 deste mês.
Fonte: Diário de Pernambuco
Caminhada histórica
Vitória da união. Policiais e bombeiros militares atenderam a convocação da Associação dos Cabos e Soldados e compareceram em massa a Caminhada pela PEC 300. Realizada na tarde desta terça-feira (25/08), Dia do Soldado, a caminhada trouxe às ruas do Recife, ativos e inativos, praças e oficiais, todos juntos como há tempos não se via.A concentração aconteceu a partir das 13h na Praça do Memorial de Medicina, ao lado da Praça do Derby. Mais de 4 mil camisas foram distribuídas. Policiais e bombeiros de Palmares, Salgueiro, Petrolina, Nazaré da Mata e diversas regiões do Estado compareceram ao evento.
Aproximadamente às 14h30, a multidão saiu em caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista, rumo a Assembléia Legislativa. Viaturas da CTTU, Radiopatrulha e do Corpo de Bombeiros deram total apoio e segurança aos participantes. As maiores emissoras de rádio e televisão prestigiaram ao movimento, bem como os jornais de grande circulação.
Durante o trajeto, os participantes tiveram a oportunidade conhecer e ouvir a palavra de Deputados Federais que vieram especialmente para apoiar o movimento promovido pela Associação dos Cabos e Soldados. Estiveram presentes o relator da PEC 300, Deputado Federal Mendonça Prado (Sergipe), o Deputado Federal Capitão Assunção (Espírito Santo), Deputado Federal Derley (Acre), o de Depuatdo Federal Major Fábio (Paraíba) e os Deputados Estaduais de Pernambuco, Soldado Moisés, Deputadas Nadeji e Isabel Cristina.
Também vieram representares de entidades representativas do Acre, Sergipe, Paraíba, Alagoas e Paraíba. Ao final da caminhada, foi entregue um documento ao Deputado Estadual e presidente da Assembléia Legislativa, Guilherme Uchôa. No texto, a Associação dos Cabos e Soldados solicita apoio para que a Assembléia interceda junto ao Poder Legislativo Federal para a aprovação da PEC 300.
Nesta quinta-feira (27/08), o coordenador da Associação dos Cabos e Soldados, Renílson Bezerra, o Deputado Estadual, Soldado Moisés; os diretores Otoniel Cosmo, Eliane Muniz e Luiz de Melo e o representante de Base, Francisco Lucena viajam para Brasília. Lá eles dão continuidade a luta em aprovaçao da PEC 300, com participação efetiva na Conferência Nacional de Segurança Pública.

A marcha contou com a participação de Militares e Parlamentares de todo o País

O Deputado Federal Capitão Assunção também participou da marcha

O Deputado Iderlei Cordeiro do Acre acompanhado de membros da Diretoria da AME/AC
Fonte:http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000137
Governo promove seis oficiais
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
DIA 25 DE AGOSTO: DIA DO SOLDADO
AME-AC EM RECIFE, PERNAMBUCO - MARCHA PELA PEC 300
A diretoria da AME/AC, SGT Natalicio Braga e SGT Ribeiro, estão em Recife-PE, a convite da associação dos cabos e soldados da PM/BM-PE, para participarem da marcha pela aprovaç;ao da PEC 300 que ocorrerá dia 25 de agosto (terça-feira).
Vereador Sargento Vieira foi o primeiro edil a ter um projeto sancionado pelo Prefeito de Rio Branco na atual legislatura
Vieira foi também o Vereador que mais apresentou projetos para os munícipes da Capital durante os primeiros seis meses de mandato, veja um resumo da atuação do nosso representante no parlamento mirim:
- 01 (um) Projeto Sancionado - Lei Municipal 1744/09;
- 07 (sete) Projetos em Andamento;
- 04 (quatro) Relatorias de Projetos
- 11 (onze) Indicações;
- 03 (três) Requerimentos;
- 05 (cinco) Monções de Louvor.
PARA REFLEXÃO
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
NOTA DE PESAR
A Associação dos Militares do Acre – AME/AC, em nome de todos os seus associados, apresenta à família enlutada do colega de farda, FRANCISCO DE ASSIS MOURA, os sentimentos de tristeza e pesar pelo seu falecimento, ocorrido no último dia 20 de agosto, nesta cidade de Rio Branco-AC, rogando a Deus o consolo espiritual necessário para que com fé e resignação sua família possa superar esse momento de dor e grande perda.
Do sargento F. ASSIS ficarão as lembranças boas de um amigo leal e sempre disposto a auxiliar os mais jovens, mesmo após a sua passagem para a reserva remunerada. Pessoa integra que verdadeiramente espelhava o espírito e o sentimento do verdadeiro Policial Militar.Juntamente com seus familiares, todos os seus irmãos de farda estão consternados.
Rio Branco, 21 de agosto de 2009.
Sargento PM Natalício Braga
Sargento BM Ribeiro
Sargento PM Romeu
Sargento PM Ginaldo
Major PM Rocha
Vereador Sargento Vieira
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Vereador Gabriel Forneck - PT é contra o projeto que assegura a entrada livre para Policiais e Bombeiros Militares em eventos culturais e esportivos
Vereador Gabriel Forneck - PT, escolhido para relatar o projeto que asseguraria a entrada livre para Policiais e Bombeiros Militares nos eventos culturais e esportivos, emitiu parecer contrário à aprovação. O projeto, que já existe em outras cidades, foi apresentado pelo Vereador Sargento Vieira e estendia aos Policiais e Bombeiros Militares um direito que já é conferido aos Policiais Civis e Federais.





