sábado, 5 de setembro de 2009

Um visitante inusitado

Na manhã da ultima sexta-feira (04/09) o Sgt Romeu, nosso Diretor Financeiro da AME/AC, acordou com um visitante inusitado passeando pela varanda da sua casa. O visitante tratava-se de um jacaré açu de mais de um metro e meio de comprimento. A vizinhança já estava pensando que Romeu e sua esposa Raquel haviam adquirido o réptil para reforçar a segurança de sua residência. Os Militares do Corpo de Bombeiros foram chamados e tiveram muito trabalho para capturar o animal.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Através de uma nota assinada por quase todos os vereadores,Vieira denuncia o descaso com que o governo esta tratando os Servidores da segurança

Na última sessão da semana o Vereador Sargento Vieira apresentou uma nota em favor da paz. Nessa nota, que foi assinada por quase todos os membros do parlamento municipal, o Vereador que é o representante dos militares estaduais na Câmara Municipal de Rio Branco manifesta seu descontentamento com a forma como está sendo conduzida a política de segurança pública do Acre. Vieira atribuiu a morte do Policial Militar Jucivan ao descaso com que as autoridades estão tratando todos os servidores do sistema de segurança pública: “Nossos direitos não são respeitados, antes desse episódio lamentável Jucivan havia solicitado uma arma para se defender e teve o seu pedido negado. Desarmado e sem ter como se defender foi enviado para ser executado por bandidos” acrescentou.

Veja a matéria que foi ao ar no Jornal Gazeta em Manchete:


Veja a nota:

Nota de solidariedade e em respeito a todas as famílias acreanas que esperam pela paz e pela justiça.
A Câmara Municipal de Rio Branco e a Associação dos Militares Estaduais do Acre – AME/AC vêm, através da presente nota, externar os sentimentos de pesar e solidariedade a todos os Militares Estaduais, em especial às famílias dos Policiais Militares Jucivan Teles Nogueira e Francisco de Assis Moura, ambos assassinados de maneira covarde quando estavam no interior de suas respectivas residências.
A sociedade acreana observa impotente e aterrorizada a crescente onda de violência que se abate sobre todo o nosso Estado sem que as autoridades constituídas adotem as medidas necessárias para conte-la.
Os Policiais Militares, profissionais abnegados que possuem a nobre atribuição de garantir a nossa segurança e os nossos direitos, estão sendo vitimados duplamente, pelos criminosos e pelos gestores da área de segurança pública.
Tomemos como exemplo fato ocorrido no ultimo dia 2 de setembro, que culminou com a execução do Soldado Jucivan Teles Nogueira, policial dedicado à causa da segurança pública e em razão de sua atuação como Policial Militar angariou vários desafetos, dentre eles o facínora que tirou sua vida.
Ocorre que aquele fatídico dia foi prenunciado, Jucivan, dias antes de sua morte informou aos seus comandantes das ameaças que vinha sofrendo e solicitou uma arma para sua defesa, arma essa que lhe foi negada. Entregue à própria sorte o Policial Militar que dedicou sua vida a proteger a sociedade, dentro de sua própria corporação não encontrou quem defendesse sua vida.
Algumas perguntas são inevitáveis: Quem será a próxima vítima? Quem é o responsável pelo caos na segurança pública? Quais as providências que estão sendo tomadas pelas autoridades responsáveis pela área?
A lei garante aos Policiais Militares o direito de portar armas, pelo menos é o que está previsto no Estatuto dos Militares Estaduais e nas demais leis que tratam do assunto. Mesmo tendo o direito ao porte de armas assegurado há mais de 3 anos, até agora os militares estaduais não viram a efetivação dos mesmos. O Comandante Geral da Polícia Militar argumenta que cumprir a lei seria conferir um “cheque em branco” aos seus comandados. Nessas condições é muito fácil ser Comandante Geral de uma corporação militar, ficando apenas com os bônus do cargo e deixando o ônus para os menos graduados.
O clima de insegurança que se abateu sobre os Policiais Militares já faz parte do dia-a-dia do restante da população. Quando os criminosos não respeitam mais nem as polícias imaginem o que ocorre com o cidadão comum.
Alguma coisa precisa ser feita, não podemos mais suportar esse clima de insegurança pública. A sociedade acreana pede e espera paz e justiça.

Rio Branco, 03 de setembro de 2009.

Notas publicadas na coluna Bom Dia do Jornal A Tribuna

Unanimidade política
Antes, só deputados e vereadores da oposição teciam críticas ao aumento da violência e à ineficácia para impor uma ação emergencial da secretária de Segurança, Márcia Regina, e do comandante da Polícia Militar, coronel Romário Celio. Agora, virou unanimidade também entre os políticos da base do governo que a coisa está insuportável com assaltos, arrombamentos, mortes, tráfico de drogas, acontecendo até nos chamados bairros nobres.
O deputado Moisés Diniz (PC do B) é o único que ainda faz a defesa da secretária e do comandante, mas, por ossos do ofício de ser o líder do governo. Salta aos olhos que existe uma má vontade de policiais militares e policiais civis com os que os comandam. Vamos aguardar este plano a ser anunciado na próxima semana pelo governo. Que tragam ações concretas, que não impliquem planejamento, porque hoje ninguém se sente seguro nem dentro de casa.

N. Lima chorou
Aquele jeito durão do deputado N. Lima (DEM) deu lugar ontem às lágrimas quando da tribuna lamentava a morte do primo, o soldado da PM Lucivan Nogueira, assassinado na terça-feira.
Com razãoN. Lima, oficial da reserva da PM e crítico costumeiro da segurança pública, fez um desabafo comovente. E a coluna concorca com ele sem tirar, nem pôr.
Polícia secreta

N. Lima sugeriu que a PM reative o serviço secreto da corporação, que, segundo ele, no lugar de estar nas ruas combatendo a criminalidade, se restringe a gravar conversas telefônicas dos adversários do governo.
Coisas boas
Sobre a segurança pública, o líder do governo, Moisés Diniz (PC do B), prometeu ontem que o governador Binho Marques irá anunciar coisas boas e muito forte para o setor, nos próximos dias.
Confiante
Moisés Diniz reafirmou a confiaança dele no trabalho da secretária de Segurança Pública, Márcia Regina, e do comandante da PM, coronel Romário Célio.
Tudo às claras
Na opinião de Moisés, não é interesse do governo esconder as debilidades, mas trabalhar para consertá-las. E pediu o envolvimento das comunidades no debate sobre segurança.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Notícia postada no Site: www.ac24horas.com

Policial executado pediu socorro ao comando da PM
Assassinato acontece 45 dias depois que o principal envolvido saiu da prisão. AME quer mais segurança aos agentes do Estado
Dois assassinatos de policiais em menos de 15 dias levanta novas discussões a cerca da segurança do agente estadual responsável pelo exercício da atividade de segurança pública. Para a Associação dos Militares do Acre, o maior risco para quem trabalha na policia "é quando esse profissional sai do serviço".
A AME questiona o cumprimento da Lei 164/2006 que assegura em seu artigo 50, letra k o porte de arma, pelas praças, inscrito em sua carteira de identidade militar, após nomeação para o cargo inicial da carreira, em serviço ativo ou em inatividade.
"Não estamos afirmando que se os policiais estivessem armados eles estariam vivos, não se trata de corporativismo, mas a ausência do instrumento essencial para a defesa do agente que ao tirar a farda, fica exposto a ação dos bandidos que estão armados", disse o sargento Ribeiro, vice-presidente da categoria.
A lei sancionada pelo governador Binho Marques (PT), afirma em seu Parágrafo único que a atividade militar consiste na dedicação integral. Segundo a AME o artigo 50 não está sendo cumprido pelo Comando da Policia Militar do Acre.
Ribeiro assegura que nem o sargento reformado Francisco de Assis Moura e nem o soldado Jucivan Teles Nogueira, se enquadravam na exceção prevista para não estarem portando armas. O porte não é autorizado para aqueles em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes contra a segurança nacional ou por atividade que desaconselhe aquele porte, observando-se as restrições impostas pelo comandante-geral da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
"Desconhecemos qualquer quebra de conduta dos dois agentes que foram barbaramente assassinados", informou.
Segundo o irmão do militar Jucivan, o vereador Juraci Nogueira (PP), "o policial pediu socorro ao comando da PM depois de ter sido várias vezes ameaçado pelos autores do assassinato". A confissão foi feita ontem, momento antes do sepultamento do policial. A família não acredita na versão de latrocínio. Eles suspeitam de que a ordem para executar Jucivan tenha partido de dentro da Penitenciária Francisco de Oliveira Conde.
A AME volta a cobrar do comando da PM o cumprimento da Lei e vai exigir do Estado maior punição, "através da elaboração de nova legislação que trate a respeito da matéria, que deve considerar os atos praticados contra os agentes como sendo crime hediondo e sem direito a liberdade provisória, livramento condicional, indulto, cumprimento da pena em regime integralmente fechado" entre outros.
O sargento assegura que esse sentimento é de toda corporação. Para Ribeiro, a atual Policia Militar não pode ser comparada àquela do tempo do esquadrão. "Primamos pelo que é legal, quem tem menos tempo de serviço na PM hoje, tem 6 anos de serviços prestados", concluiu o vice-presidente.
Ontem à tarde, o clima de silêncio invadiu a corporação. Nossa reportagem procurou o Cel. Romário Célio, comandante da Policia Militar. Segundo a guarnição em serviço, este se encontrava no sepultamento do policial Jucivan, no município de Xapuri. Através da Agência de Noticias do Acre, o comandante lamentou os fatos.
"É lamentável que o assassino tenha sido preso em março, por assalto a mão armada e por ter feito uma família refém e 112 dias depois tenha sido posto em liberdade", disse o coronel Romário.
Jairo Carioca - da redação ac24horas

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Vítima de um descaso militar?

Policial morto na última terça havia dado ciência ao comando de que estava sendo ameaçado de morte. É o que diz um militar que trabalha no setor administrativo da PM.
Segundo o militar que pediu para não ter seu nome divulgado, Jucivan Teles havia solicitado de seu comando imediato a cautela de uma arma, que não lhe foi concedido.
“O policial enviou um documento solicitando a cautela, mas até o momento não tinha obtido êxito. Espero que esse exemplo lastimável faça nossos superiores olharem com mais responsabilidade para as necessidades da tropa que dia-a-dia se encontra nas ruas”, afirma o militar.
Nesta tarde, amigos e familiares se despediram do policial que teria seu enterro na cidade de Xapuri.

Mais um Policial Militar assassinado em menos de 15 dias

Notícia postada no site: http://www.agazeta.net/
PM é executado com dois tiros na cabeça dentro de casa
Mais um PM é vítima de bandidos na cidade; crime acontece há menos de 15 dias da morte de sargento
Um policial militar foi executado com dois tiros na cabeça, na noite desta terça-feira, 1, por dois indivíduos que invadiram a sua casa, na travessa São Vicente, no bairro Mauri Sérgio. O soldado Jucivan Teles Nogueira, de 33 anos, teve as mãos e os pés amarrados, antes de ser atingido com dois disparos à queima roupa, por volta das 22 horas.
Os bandidos levaram a motocicleta da vítima, encontrada minutos depois abandonada na travessa Pescador, já no bairro Belo Jardim e a pelo menos oito quilômetros do local do crime.A execução acontece há menos de 15 dias do assassinato do sargento reformado da PM Francisco de Assis Moura, 60 anos, morto a tiros por assaltantes também dentro de casa, numa chácara da Vila Santa Maria.
Segundo o vizinho da vítima, Manoel Oliveira, uma movimentação diferente denunciou que algo estranho estava acontecendo na casa do soldado.
"Eles entraram e quebraram a luz da varanda. Ouvi que algo muito sério acontecia lá e liguei para o 190, da Polícia Militar, mas foi aí que passei a ouvir uma música de espera", conta Oliveira.Do tempo que ligou até ser atendido efetivamente passaram-se pelo menos meia hora, segundo a testemunha. Tempo muito precioso em ocasiões tão graves como esta. "Eu desligava e tornava a ligar por três vezes", afirmou.
Segundo os próprios colegas de farda, homens do 2º Batalhão da Polícia Militar, onde Josivan Nogueira também servia, estavam patrulhando a área quando o crime aconteceu. Mas não poderiam ter feito nada sem o chamado do Ciosp, o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública, para onde são direcionadas as ligações de emergência.Informações obtidas pela reportagem dão conta de que no momento em que acontecia o assassinato todos os ramais do Ciosp estavam congestionados, obrigando a espera. "Estávamos tendo muitas outras ocorrências no mesmo período e lamentamos esta situação", contou uma operadora de plantão, que pediu para não ter o nome divulgado.
O soldado morava com a mãe e um irmão, que estão viajando. Ele estava só, no momento da invasão.

Crime com requintes de crueldade
A forma como aconteceu à morte do PM denuncia a forma impiedosa dos criminosos. Primeiro, eles amarram a vítima para depois executá-lo e levar apenas a motocicleta.Como a abandonaram alguns minutos depois, a polícia vai trabalhar nas investigações com várias hipóteses, entre elas, a de que os bandidos só queriam assassiná-lo, já que lançaram mão do veículo logo depois.

Policial morto por quadrilha “incomodava no bairro”, segundo acusados
Jucivan Nogueira já havia tido um braço fraturado por um dos acusados
A Polícia Militar já prendeu quatro suspeitos de participarem da execução do soldado Jucivan Teles Nogueira, na noite desta terça-feira, 2. Ele era irmão do vereador Juracy Nogueira (PP).
Duas horas após o crime, já estão presos Emerson Ferreira Lima, 26 anos, presidiário em liberdade condicional por crimes de roubo e tráfico, Luís Henrique Rodrigues da Silva, 18, Johnny Rafael Peixe das Chagas, 22 anos e Jackson Bezerra de Almeida, 26 anos.
Todos os supostos envolvidos moravam próximos da vítima e teriam interesse em executá-lo, provavelmente, porque o PM “incomodava no bairro”, segundo informações preliminares da polícia. Existem informações de que Emerson Lima, inclusive, já havia fraturado um braço do PM executado, durante uma operação policial. O mesmo indivíduo, posteriormente, protocolou reclamação contra o PM no Controle Externo da Atividade Policial, do Ministério Público do Estado do Acre, uma coordenadoria especial que apura truculência praticada por policiais.
Foi Emerson também que foi preso ao promover um tiroteio, durante a tentativa de furar um cerco policial, após invadir uma casa no conjunto Procon e render um família, no início do ano. As prisões se iniciaram pouco depois das 23 horas e se estenderam às 4 da manhã. Por meio dos depoimentos deles, a polícia já sabe que Johnny Peixe das Chagas foi o indivíduo que deu fuga a um integrante do bando. Ele estava numa motocicleta roubada, que foi apreendida pela polícia ainda nesta madrugada, cuja placa estava adulterada. Outros dois integrantes fugiram na moto roubada do policial assassinado. Nesta manhã de quarta-feira, 2, os quatro estão sendo ouvidos pelo delegado Dimas Moraes, da Delegacia de Flagrantes da Polícia Civil.


Notícia postada no site: www.ecosdanoticia.com.br


PM é executado com dois tiros na cabeça dentro de casa
Mais um PM é vítima de bandidos na cidade; crime acontece há menos de 15 dias da morte de sargento.
Um policial militar foi executado com dois tiros na cabeça, na noite desta terça-feira, 01, por dois indivíduos que invadiram a sua casa, na travessa São Vicente, no bairro Mauri Sérgio. O soldado Jucivan Teles Nogueira, de 33 anos, teve as mãos e os pés amarrados, antes de ser atingido com dois disparos à queima roupa, por volta das 22 horas.
Os bandidos levaram a motocicleta da vítima, encontrada minutos depois abandonada na travessa Pescador, já no bairro Belo Jardim e a pelo menos oito quilômetros do local do crime.
A execução acontece há menos de 15 dias do assassinato do sargento reformado da PM Francisco de Assis Moura, 60 anos, morto a tiros por assaltantes também dentro de casa, numa chácara da Vila Santa Maria.
Segundo o vizinho da vítima, Manoel Oliveira, uma movimentação diferente denunciou que algo estranho estava acontecendo na casa do soldado.
"Eles entraram e quebraram a luz da varanda. Ouvi que algo muito sério acontecia lá e liguei para o 190, da Polícia Militar, mas foi aí que passei a ouvir uma música de espera", conta Oliveira.
Do tempo que ligou até ser atendido efetivamente passaram-se pelo menos meia hora, segundo a testemunha. Tempo muito precioso em ocasiões tão graves como esta. "Eu desligava e tornava a ligar por três vezes", afirmou.
Segundo os próprios colegas de farda, homens do 2º Batalhão da Polícia Militar, onde Josivan Nogueira também servia, estavam patrulhando a área quando o crime aconteceu. Mas não poderiam ter feito nada sem o chamado do Ciosp, o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública, para onde são direcionadas as ligações de emergência.
Informações obtidas pela reportagem dão conta de que no momento em que acontecia o assassinato todos os ramais do Ciosp estavam congestionados, obrigando a espera. "Estávamos tendo muitas outras ocorrências no mesmo período e lamentamos esta situação", contou uma operadora de plantão, que pediu para não ter o nome divulgado.
O soldado morava com a mãe e um irmão, que estão viajando. Ele estava só, no momento da invasão.
Crime com requintes de crueldade
A forma como aconteceu à morte do PM denuncia a forma impiedosa dos criminosos. Primeiro, eles amarram a vítima para depois executá-lo e levar apenas a motocicleta.
Como a abandonaram alguns minutos depois, a polícia vai trabalhar nas investigações com várias hipóteses, entre elas, a de que os bandidos só queriam assassiná-lo, já que lançaram mão do veículo logo depois.

Polícia Militar prende quatro suspeitos da execução do soldado
Cerca de duas horas depois do crime que vitimou o soldado da Polícia Militar Jucivan Teles Nogueira, executado com dois tiros a queima roupa dentro de sua residência, na Travessa São Vicente, Bairro Mauri Sérgio policiais militares conseguiram prender dois suspeitos de terem participação no crime.
Foram presos Emerson Ferreira Lima, 26 anos (presidiário em liberdade condicional) por crime de roubo de tráfico de entorpecentes e Luis enrique Rodrigues da Silva, 18 anos, moradores do Bairro Mauri Sérgio e Ramal da judiá.
Por volta das 3h30 horas da manhã foi preso Johnny Rafael Peixe das Chagas, 22 anos, apontado pelos dois primeiros presos como mais um dos integrantes.
As 4h da manhã desta quarta-feira, 02, Luis Henrique resolveu confessar participação no crime e apontou Jackson Bezerra de Almeida, 26 anos como sendo o quarto elemento do bando que matou o militar.
O delegado Dimas Moraes começou a ouvir testemunhas e acusados ainda na madrugada. A partir dos depoimentos é que o delegado decidirá que permanecerá preso, ou se algum dos suspeitos será posto em liberdade.
Com a prisão dos suspeitos a polícia irá desvendar o motivo da morte do policial e definirá a participação de cada um no crime.
A polícia já sabe que foi Johnny Rafael que deu fuga a um integrante do bando. Ele usou uma moto apreendida pela polícia que possui registro de furto e estaria com a placa adulterada.
Os outros dois fugiram na moto roubada do PM que eles assassinaram.
Nas próximas horas haverá novidades nas investigações.


Notícia postada no site:

Mistério na morte de policial assassinado
Ainda envolve muito mistério o assassinato do policial militar Jucivan Teles Nogueira, na noite desta terça-feira, na travessa São Vicente, bairro Mauri Sérgio, em Rio Branco. A hipótese de reação à assalto praticamente está descartada, uma vez que o militar foi encontrado amarrado apos o crime.
Um vizinho do policial contou a policia que viu quando dois homens encapuzados pularam a cerca da casa de Jucivan. "Para não chamar a atenção eles quebraram a lâmpada da área e quando o policial saiu para vereficar o que estava acontecendo, foi rendido", contou.
Ao notar a movimentação estranha seu Manoel afirmou que ligou para a central de atendimento da policia [CIOSP], mas ninguém atendia. Insistiu por quase 30 minutos, Período em que os bandidos permaneciam na residência do policial. Apavorado seu Manoel contou que ouviu dois disparos vindos da casa invadida e depois os bandidos usando a moto da vitima [uma Dafra Speed 150cc, vermelha, placas MZY 8236] fugiram do local do crime.
Para o vizinho, se a policia tivesse sido eficiente teria pego os bandidos, pois eles demoraram bastante dentro da casa até matar o policial. A moto foi encontrada abandonada uma hora depois na trav. do Pescador, no bairro Belo.
Segundo uma vizinha que mora na frente da casa da vítima, o policial era uma pessoa pacata e sempre ajudava a quem precisava. Ele foi assassinado com um tiro na cabeça. Jucivan Teles Nogueira servia no 2° batalhão da Policia Militar, em Rio Branco.

NOTA DE PESAR

A Associação dos Militares do Acre – AME/AC, em nome de todos os seus associados, apresenta à família enlutada do colega de farda, Jucivan Teles Nogueira, os sentimentos de tristeza e pesar pelo seu falecimento, ocorrido no último dia 1 de setembro, nesta cidade de Rio Branco-AC, rogando a Deus o consolo espiritual necessário para que com fé e resignação sua família possa superar esse momento de dor e grande perda.
Juntamente com seus familiares, todos os seus irmãos de farda estão consternados.

Rio Branco, 02 de setembro de 2009.
Maj PM Nascimento
Maj PM Jauri
Maj PM Rocha
Cap PM Farias
Cap BM Moreira
Ten PM Ávila
Sgt PM Romeu
Vereador Sargento Vieira
Sgt PM Trajano
Sgt BM Ribeiro
Sgt PM Ginaldo
Sgt BM Marques
Sgt PM Natalício Braga

Clic para ver informações sobre o fato:



terça-feira, 1 de setembro de 2009

Segurança Pública: Policiais Militares, uma odisséia do descaso

Vinte Policiais Militares de várias unidades da capital foram protagonistas de mais uma página na história de descaso com os trabalhadores da segurança pública.

No último dia 26, sem receberem as diárias devidas, os militares embarcaram em um ônibus com destino ao município de Cruzeiro do Sul, foram enviados para apoiar o policiamento durante a realização da Expojuruá. Ocorre que durante o deslocamento, em razão da chuva e das péssimas condições de trafegabilidade da BR-364, tiveram que passar dois dias atolados e empurrando o dito veículo coletivo. Chegaram a Cruzeiro do Sul um dia após o início das festividades, depois de passar fome e sede na estrada. Cansados após a epopéia que viveram, foram imediatamente colocados no policiamento ostensivo. Após o cansaço da viagem e dos serviços que tiraram estão agora retornando pelos mesmos atoleiros da ida. Como as chuvas se intensificaram, a expectativa é que o retorno demore um pouco mais, aguardamos a chegada deles antes do final desse verão.

Durante a realização da Expojurua os Policiais Militares tiveram contato com servidores de outras secretarias e até com jornalistas que foram convidados para fazer a cobertura do evento. Durante esses contatos os milicianos constataram aquilo que para eles já não é mais nenhuma novidade, ou seja, os jornalistas convidados e a grande maioria dos servidores públicos que estavam trabalhando na feira viajaram de avião, poucos foram aqueles que realizaram o trajeto em pick-up cabine dupla e com ar-condicionado. Outra constatação que também não causou espanto foi o fato de que todos os servidores que se deslocaram de outros municípios para trabalhar na Expojurua receberam suas diárias adiantadas ou no máximo durante o transcurso do evento.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Blog da AME/AC: Chegamos aos 50.000 acessos em 52 dias, um recorde absoluto

Chegamos aos 50.000 acessos em 52 dias, um recorde absoluto. Divulgue o Blog da AME/AC dentro da sua OPM/OBM. Participe, mande suas sugestões e poste seus comentários. O Blog da AME/AC é de todos os Militares Estaduais.

REGULAMENTO DISCIPLINAR DA PMAC É DO TEMPO DA DITADURA. AFIRMA JORNAL A FOLHA DE SÃO PAULO

Polícias militares ainda adotam leis da ditadura


Gisele Lobato, Nancy Dutra, colaboração para a Folha.


Colaborou: Claudio Dantas Sequeira, da Reportagem Local15 de dezembro de 2008.


Normas que definem práticas das PMs não foram atualizadas em nove EstadosPara especialistas, principal problema de regulamentos disciplinares antiquados está na limitação da garantia de respeito a direitos humanos.Nove das 27 polícias militares do país ainda adotam normas copiadas do Exército durante o regime militar.


Levantamento obtido pela Folha revela que os mais de 20 anos de redemocratização não bastaram para atualizar os regulamentos disciplinares das PMs de Santa Catarina, Bahia, Rio Grande do Norte, Roraima, Amapá, Amazonas, Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.Os regulamentos disciplinares -que definem direitos, deveres e punições às faltas dos policiais- levantados pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) contêm artigos que ferem a ampla defesa do policial, determinada pela Constituição de 88.


O desrespeito aos direitos começa dentro da corporação. Em pelo menos sete Estados, quem se envolver em uma falta só será ouvido se o responsável considerar "necessário". As transgressões reunidas nos documentos também avançam sobre a liberdade e a intimidade dos policiais militares. Pelo regulamento baiano, por exemplo, o policial precisa pedir autorização para se casar.


Também é proibido passear pelas ruas depois das 22h "sem permissão escrita da autoridade competente".Nos Estados do AC, MS, AM e RN, mulheres que usarem, uniformizadas, cabelos de cor diferente da natural, não estão de acordo com a ordem. Até contrair dívidas, "comprometendo o bom nome da classe", é passível de punição.Para Ignacio Cano, do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, o tratamento arbitrário pauta a atuação do PM. "Se ele é humilhado e punido injustamente, não podemos esperar que vá para a rua e trate as pessoas com gentileza", diz. "Esses códigos são insuficientes para assegurar que a ação policial respeite os direitos do cidadão", diz Cristina Neme, doNúcleo de Estudos da Violência da USP. Para ela, os documentos herdados da ditadura priorizam a hierarquia e a disciplina em detrimento das garantias constitucionais.

Núcleo de Estudos da Violência - NEV - Universidade de São Paulo - USPhttp://www.nevusp.org/portugues Fornecido por Joomla! Produzido em: 16 May, 2009, 09:34A responsabilidade de adaptar os regulamentos disciplinares à Constituição de 88 é dos Estados.


A Carta determina que a polícia deve agir em sintonia com os direitos humanos, mas não estabelece como isso deve ser feito.A legislação nacional específica tampouco, pois não foi modificada após o fim da ditadura militar.Sem o amparo de uma legislação "guarda-chuva", os Estados começaram, por conta própria, a atualizar suas doutrinas. Em São Paulo, por exemplo, uma lei de 2001 instituiu que violações aos direitos humanos são agravantes às faltas cometidas pelos policiais militares.As polícias dos Estados que ainda não revogaram as leis que vieram da ditadura afirmam caminhar na mesma direção. Em contato com a reportagem, todas apontaram a necessidade de mudança.


Núcleo de Estudos da Violência - NEV - Universidade de São Paulo - USPhttp://www.nevusp.org/portugues Fornecido por Joomla! Produzido em: 16 May, 2009.

Folha de S. Paulo

sábado, 29 de agosto de 2009

Notícia publicada no jornal A Tribuna

Violência no Acre deixa população em desespero
Como diz o sociólogo Luís Antônio Francisco de Souza, “a pobreza não é causa da violência, mas, quando aliada à dificuldade dos governos em oferecer melhor distribuição dos serviços públicos, torna os bairros mais pobres mais atraentes para a criminalidade e a ilegalidade.”
E justamente essa é a dificuldade de o governo oferecer um bom trabalho de segurança pública que tem preocupado os acrianos. Por dia, são registrados mais de 20 assaltos, roubos ou furtos. No entanto, menos da metade desses crimes são solucionados. Há dificuldade até para o registro da ocorrência. Com as constantes quedas no serviço de internete, a rede da Secretaria de Segurança fica fora de operação. Muita gente só consegue fazer o registro depois de, pelo menos, três dias.
O guia contra a violência feito pela empresa de proteção ao crédito, Serasa, mostra que o crescimento do tráfico de drogas é também fator relevante no aumento de crimes. As taxas de homicídio, por exemplo, são elevadas pelos “acertos de conta”, chacinas e outras disputas entre traficantes rivais.
A maioria dos assaltantes usuários de droga acaba roubando para manter o vício. Para isso, os marginais não escolhem onde e como será o crime, na maioria das vezes, acabam entrando ou assaltando o primeiro que encontram na rua.
Para um enfrentamento das causas, a participação de toda a sociedade – tanto cobrando soluções do poder público como se organizando em redes comunitárias de proteção e apoio, de desenvolvimento social e mesmo de questões de segurança pública – é um caminho apontado pelos especialistas. Não significa substituir as funções do Estado, mas trabalhar em conjunto.
E é importante não transformar o diagnóstico, a identificação das causas, em motivo para mais violência. Afirmar que as áreas urbanas mais desprovidas de recurso facilitam a criminalidade não significa dizer que os moradores dessas áreas sejam culpados. Na verdade, além de enfrentar condições precárias de subsistência, essa população ainda é a principal vítima de crimes violentos.
Rio Grande do Sul dá exemplo
Grande parte das ações necessárias está na gestão urbana, que compete aos municípios. Como a segurança pública é tarefa dos estados, é preciso haver integração entre políticas urbanas e políticas de segurança pública.
Os parlamentares do Acre poderiam tomar como exemplo o que foi feito no Rio Grande do Sul. A Câmara dos Deputados instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as causas da violência urbana. Segundo o relator da comissão, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), o grupo deve analisar três situações de violência: consumo de drogas, roubo e furto de veículos e roubo de cargas, como noticiado pelo jornal Zero Hora.
A comissão vai analisar ainda as condições de trabalho e o piso salarial dos profissionais de segurança pública, além das formas de financiamento do setor. E uma fala do relator traduz também o sentimento dos acrianos.
“Há na sociedade um sentimento de impunidade. Pelo excesso de recursos, pelo excesso de prazos, enfim, pelos mecanismos que o nosso arcaico processo penal oferece para que não se cumpram, de fato, as penas.”
No sul, também a maioria absoluta da população carcerária é composta por reincidentes, o que demonstra a ineficiência do Estado brasileiro de cumprir seu dever constitucional de ressocialização.

(Gilberto Lobo)

Notícia publicada no jornal A Gazeta

Bombeiros não têm escada para apagar incêndio
Era o ano de 1992, precisamente no dia 30 de abril, quando um incêndio destruiu parte do prédio da Aleac e só não vitimou várias pessoas por conta da ação heróica de alguns bombeiros. Não retirando o mérito dos “soldados do fogo”, mas muitas queimaduras poderiam ter sido evitadas se o Corpo de Bombeiros do Acre (CBM) já possuísse uma estrutura maior de equipamentos para agir no controle das chamas. Trata-se da escada ou mesmo da plataforma mecanizada de alto alcance (mais de 60m), instalada no caminhão-viatura. E o pior não é saber que não havia tais ferramentas, e sim que até hoje esta estrutura ainda não foi disponibilizada pelo Governo.
Isto significa que qualquer construção com altura supe-rior a 10 metros (algo equivalente a 4 ou 5 andares) já apresentaria uma dificuldade na extinção do fogo ou salvamento de pessoas tão grande quanto foi na Assembléia Legislativa. E estes edifícios já não estão em quantidades tão pequenas como há 17 anos. Segundo dados do CBM/AC, os prédios com mais de 9 e 10 andares em Rio Branco já ultrapassam, no mínimo, a faixa dos 40, sem mencionar os outros considerados de difícil acesso. Caso houvesse um grande incêndio em um deles, sabe-se lá o que aconteceria.
São números desanimadores para os moradores do topo de condomínios. Porém, piores ainda para a cidade. Já se tornou quase um dito popular a tendência de que quando não há mais espaço para crescer para os lados, o jeito é ampliar para cima. Definitivamente, Rio Branco ainda não entrou neste estágio de crescimento, mas também não significa que a Capital não esteja chegando lá. Por tal razão, é importante criar a estrutura capaz de suportar essa evolução. E nada melhor do que a segurança básica como primeiro passo para este processo.
“A escada ou a plataforma são dois objetos que seriam muito importantes, pois são meios efetivos de garantir mais segurança à parcela da população que encontra-se nestes locais de difícil acesso. A falta deles é um problema sério e que coloca em risco tanto os bombeiros que agem no salvamento, como as pessoas. Além disso, ambos os equipamentos têm várias outras utilidades. Servem para facilitar a chegada à base de incêndios de proporções horizontais, atravessar obstáculos, evitar queimaduras, proporcionam mais segurança aos bombeiros, ajudam a içar animais em árvores, entre outras coisas”, explicou o major dos Bombeiros, Eudemir Bezerra.
A escada mecanizada pode ser diferenciada da plataforma de acordo com a sua função primordial. Enquanto a primeira é utilizada para a retirada de pessoas do alto de prédios de modo ágil, a plataforma é usada para o transporte seguro do bombeiro até os pontos de concentração do fogo. Em outras palavras, as duas ferramentas compõem a base do conjunto de resgate e controle de fogo em prédios altos.
As medidas adotadas para diminuir os riscos No sentido de amenizar a falta dos equipamentos disponíveis ao CBM/AC para atuar em locais com mais de 10m de altura, os edifícios possuem, além da planta de construção, um 2º projeto de combate a incêndios e pânico. Neste plano, é determinada uma série de medidas necessárias para garantir a fuga dos presentes em caso de incêndio. Item por item é avaliado por especialistas e, teoricamente, só após a concessão desta licença é que estariam livres as obras do prédio. Inclusive, é com este certificado que as seguradoras concedem apólices ou autoridades se instalam em algum lugar.
Conforme o major Eudemir Bezerra, tais especificações são qualificadas em duas catego-rias: a de alerta e a de combate. O primeiro grupo consiste nos sistemas de alarmes. Já o segundo é mais extenso, compreende extintores, hidrantes, iluminações e sinalizações de emergência por todo o edifício.
“Alem disso, os prédios possuem escada de emergência como meio de fuga, grampos de ancoragem às escadas de corda para descer pessoas e uma reserva especial de água para o controle do fogo. Para assegurar o funcionamento, os Bombeiros conferem todos os equipamentos em cada prédio e expedem um atestado de autorização. Outro ponto importante foi à lei de julho do ano passado (2.009/08) que garante que a corporação treine os moradores a fazer bom uso desse material. Ainda não conseguimos fazer um treinamento em larga escala, mas estamos aos poucos chegando lá”, contou.
Vale insistir no fato de que tratam-se apenas de medidas adotadas para minimizar a situa-ção. No caso de um incêndio de grandes proporções, iniciado no interior dos últimos andares, a estrutura superior dos prédios e a vida de dezenas de pessoas poderiam estar seriamente ameaçadas, sem contar que a exposição à fumaça, quanto mais direta e duradoura for, pode causar mais danos permanentes à saúde. “São componentes que, em tese, tornam o local mais seguro, porém, precisam ser somados a atuação imediata dos Bombeiros. Só que não há como agir de modo ágil nestes locais. Portanto, pode-se dizer que em viaturas e outros materiais o CBM está bem servido. Conter fogo em casas e prédios baixos, mas não largos, é algo até fácil. No entanto, ainda falta a escada e a plataforma mecanizada para atender melhor as estruturas mais altas”, salientou o major. Será que vale a pena arriscar vidas em função do que é “teoricamente” eficaz?
Autor: TIAGO MARTINELLO

Violência no Acre deixa população em desespero

Cerca de vinte assaltos por dia são registrados na capital
Governo do Rio Grando do Sul dá exemplo com ações
Como diz o sociólogo Luís Antônio Francisco de Souza, “a pobreza não é causa da violência, mas, quando aliada à dificuldade dos governos em oferecer melhor distribuição dos serviços públicos, torna os bairros mais pobres mais atraentes para a criminalidade e a ilegalidade.”E justamente essa é a dificuldade de o governo oferecer um bom trabalho de segurança pública que tem preocupado os acrianos. Por dia, são registrados mais de 20 assaltos, roubos ou furtos.
No entanto, menos da metade desses crimes são solucionados. Há dificuldade até para o registro da ocorrência. Com as constantes quedas no serviço de internete, a rede da Secretaria de Segurança fica fora de operação. Muita gente só consegue fazer o registro depois de, pelo menos, três dias.
O guia contra a violência feito pela empresa de proteção ao crédito, Serasa, mostra que o crescimento do tráfico de drogas é também fator relevante no aumento de crimes. As taxas de homicídio, por exemplo, são elevadas pelos “acertos de conta”, chacinas e outras disputas entre traficantes rivais.
A maioria dos assaltantes usuários de droga acaba roubando para manter o vício. Para isso, os marginais não escolhem onde e como será o crime, na maioria das vezes, acabam entrando ou assaltando o primeiro que encontram na rua.Para um enfrentamento das causas, a participação de toda a sociedade – tanto cobrando soluções do poder público como se organizando em redes comunitárias de proteção e apoio, de desenvolvimento social e mesmo de questões de segurança pública – é um caminho apontado pelos especialistas. Não significa substituir as funções do Estado, mas trabalhar em conjunto. E é importante não transformar o diagnóstico, a identificação das causas, em motivo para mais violência. Afirmar que as áreas urbanas mais desprovidas de recurso facilitam a criminalidade não significa dizer que os moradores dessas áreas sejam culpados. Na verdade, além de enfrentar condições precárias de subsistência, essa população ainda é a principal vítima de crimes violentos.

Rio Grande do Sul dá exemplo
Grande parte das ações necessárias está na gestão urbana, que compete aos municípios. Como a segurança pública é tarefa dos estados, é preciso haver integração entre políticas urbanas e políticas de segurança pública.
Os parlamentares do Acre poderiam tomar como exemplo o que foi feito no Rio Grande do Sul. A Câmara dos Deputados instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as causas da violência urbana. Segundo o relator da comissão, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), o grupo deve analisar três situações de violência: consumo de drogas, roubo e furto de veículos e roubo de cargas, como noticiado pelo jornal Zero Hora.
A comissão vai analisar ainda as condições de trabalho e o piso salarial dos profissionais de segurança pública, além das formas de financiamento do setor. E uma fala do relator traduz também o sentimento dos acrianos.“Há na sociedade um sentimento de impunidade. Pelo excesso de recursos, pelo excesso de prazos, enfim, pelos mecanismos que o nosso arcaico processo penal oferece para que não se cumpram, de fato, as penas.”

No sul, também a maioria absoluta da população carcerária é composta por reincidentes, o que demonstra a ineficiência do Estado brasileiro de cumprir seu dever constitucional de ressocialização. (Gilberto Lobo)
Fonte: Jornal A Tribuna

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

SEGURANÇA PÚBLICA: PESQUISA MOSTRA INSATISFAÇÃO

Pesquisa inédita realizada a pedido do Ministério da Justiça (MJ) deu voz aos policiais brasileiros e encontrou altos índices de insatisfação com o modelo de gestão da segurança nacional, além de números que revelam condições de trabalho preocupantes. Foram ouvidos 64.130 homens das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros, da Guarda Civil e agentes do sistema penitenciário. Um em cada cinco afirmou já ter sido torturado em serviço e mais da metade (53,9%) disse ter sofrido humilhações de superiores. Uma parcela ainda maior, 72,2%, reconheceu que há mais rigor com as questões internas - como exigir botas perfeitamente engraxadas - do que com fatores que afetam, de fato, a segurança pública.

O estudo entrevistou os participantes com a aplicação de questionários virtuais entre abril e maio. Os pesquisadores, ligados ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, identificaram que 69,8% de cabos, praças, sargentos, delegados, agentes e oficiais querem mudanças no modelo institucional e, na avaliação dos autores, a origem das reivindicações está atrelada também à vitimização da profissão, mapeada de forma pioneira na enquete.
Um dos dados encontrados é que 20,5% sofreram tortura. Apesar do questionamento sobre a utilização dessa prática não ter contemplado só agressão física mas também tortura psicológica, a pesquisa ressalta que não pode ser desconsiderado que a violência é ainda um “instrumento pedagógico” nas instituições policiais. Os pesquisadores ressaltaram que “o sofrimento mental pode ter inflacionado o porcentual de respostas afirmativas, no entanto, essa teoria é enfraquecida porque no mesmo questionário foi abordado quantos deles sofreram humilhação”, o que seria só assédio verbal. Nesse caso, o índice encontrado foi muito maior: 53%.

Ponto de partida

Regina Mikki, diretora da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao MJ, disse os dados encontrados “servirão de ponto de partida para a criação de grupos de trabalho para aperfeiçoar a condição de trabalho das polícias”. O secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, acredita que os indicadores servem para sustentar o debate prático, e não só acadêmico, da necessidade de mudança.

Fonte: Yahoo Notícas

Sargento Natalício Braga e Ribeiro definem data da marcha com a frente parlamentar

Encontro histórico de Braga e Ribeiro com a frente parlamentar. Na pauta, marcha em Rio Branco




No último dia em que Braga e Ribeiro estiveram em Recife, foram convidados pela a Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco para participarem de uma reunião no restaurante Cantina de La Itália com a frente parlamentar, onde se fizeram presentes os Deputados Federais Mendonça Prado Relator da PEC, Cap Assunção, Maj Fábio e o Deputado Estadual por Pernambuco soldado Moisés.

Prado explicou em detalhes para Braga e Ribeiro o teor da PEC 300 e falou que a vitória está próxima e só depende da união das Polícias e Corpo de Bombeiros Militares do País.

Na reunião SGT Natalício Braga e SGT Ribeiro estabeleceram a data da marcha da PEC que ocorrerá em Rio Branco. Os Deputados Federais garantiram sigilo absoluto quanto a data realização do ato público a fim de evitar retaliações por parte do comando da PM.

A frente parlamentar da PEC 300 garantiu juntamente com os representantes de entidades nacionais que estavam em Recife a presença no ato promovido pela Associação dos Militares do Acre.
De Mâncio Lima a Assis Brasil, todos na marcha.

Notícia publicada na coluna Bom Dia - Jornal A Tribuna

Data secreta
O vereador e sargento da PM, Vieira (PHS), anunciou ontem que os policiais militares do Acre também vão fazer uma manifestação pública na primeira quinzena de setembro em apoio ao projeto que equipara os seus salários aos recebidos pelos PMs do Distrito Federal. Não quis dar a data com temor que o comando da PM coloque areia com algum tipo de proibição ou ameaça. No dia da votação na Câmara Federal a previsão, segundo ele, é que 100 mil milicianos estejam em Brasília para pressionar os congressistas.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

PEC 300 deverá ser votada em até seis semanas

É preciso acreditar. E nós acreditamos. Impulsionado pela caminhada realizada em Pernambuco, o presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, Deputado Federal Michel Temer, finalmente instituiu e definiu a Comissão Especial que irá acompanhar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 300) para que a mesma seja encaminhada para votação em seis semanas. ´
A boa notícia foi repassada pelo relator da PEC 300 na Comissão de Justiça, Deputado Federal Mendonça Prado, durante reunião na tarde desta quinta-ferira (27/08). A convite do mesmo, o presidente da Associação dos Cabos e Soldados, Renílson Bezerra, o Deputado Estadual, Soldado Moisés, e a diretora Eliane Muniz estiveram no gabinete de Mendonça para dar continuidade na luta pela aprovação da proposta.
Segundo Mendonça Prado, certamente o sucesso do movimento realizado pelos policiais e bombeiros militares de Recife foi responsável pela retomada da proposta. A preocupação é quanto a escolha do presidente e do relator da Comissão Especial. É necessário que ambos entendam a grandiosidade da PEC e tenham compromisso com a tropa, buscando agilizar a votaçao da mesma.
Fonte: ACS-PE

Com diárias atrasadas desde maio, 4 anos sem fardamento e sem viaturas, segurança pública vai receber helicóptero

O Governador está pronto para entregar aos acreanos um helicóptero para emprego na segurança pública.
Essa aquisição comprova que os investimentos do governo estadual na área da segurança pública são seletivos, ou seja, enquanto adquire um equipamento que custou aos cofres do Estado quase 7 milhões de reais, deixa de pagar as diárias dos Policiais Militares que estão atrasadas desde maio passado.
Enquanto compra um helicóptero, faltam viaturas para atender as ocorrências, Rodrigues Alves, por exemplo, está há mais de um ano sem uma viatura.
Enquanto o governo entrega para as policias um equipamento de alta tecnologia, Policiais Militares estão há 4 anos sem receber fardamento.
Queremos um helicóptero, mais antes queremos que os problemas antigos que enfrentamos sejam resolvidos.
Queremos um helicóptero, mais antes queremos receber as nossas diárias atrasadas, queremos viaturas para atender à comunidade, queremos receber nosso fardamento e mais ainda, queremos ser respeitados e ver o nosso trabalho reconhecido. Queremos ter um salário digno.

Notícia postada no site: www.ecosdanoticia.com.br

Sete assaltos registrados em menos de 24 horas
Pelo menos sete assaltos foram registrados, entre o final da manhã e o início da noite desta terça-feira, 25, na cidade de Rio Branco. As formas como eles aconteceram são tão variados quanto os horários em que foram levadas a cabo.
Numa desses roubos, ocorrido às 18 horas, um ladrão de bicicleta abordou o jovem Moisés da Silva Souza, de 23 anos, e levou a sua mochila contendo um notebook e uma malhadeira, uma rede de pesca. A vítima fazia a travessia da passarela Joaquim Macedo, no centro de Rio Branco.
Em outra ocasião, a vítima foi à professora Nabiha Bestene, irmã do ex-deputado José Bestene. Nabiha quebrou um dos dedos da mão, ao tentar conter a ação de um indivíduo que roubou a sua bolsa.
Ela parou o veículo para atender ao celular, numa travessa próxima à Escola Padre Diogo Feijó, no bairro Abraão Alab, quando um homem numa motocicleta se aproximou do carro, e agarrou a sua bolsa, que estava no banco de passageiro.
Ela tentou parar o ladrão, contendo o avanço. Mas o ladrão quebrou um dedo da vítima e legou os pertences da mesma forma.

Veja como aconteceram os outros casos:
10h20 - Um homem armado invadiu a madeireira Garça Branca, no bairro Floresta. O proprietário, Almerindo Souza de Moura, 30 anos, foi rendido por um homem armado que levou dinheiro, celulares e uma motocicleta Twister 250 cc.
17h30 - Uma adolescente de 14 anos foi assaltada em frente ao Palácio Rio Branco. Sob ameaça de uma faca, o ladrão levou o seu celular.
17h31 - A loja Dex Jeans, na Galeria Bessa, foi invadida por dois homens armados, que levaram R$ 500 em dinheiro e roupas.
18 horas - Tiago Teixeira dos Santos, 27 anos, teve o celular tomado por três jovens, no Parque da Maternidade, próximo ao bairro Floresta.
20 horas - Aline Magalhães Andrade, 26 anos, foi abordada por dois homens armados de revólveres, na Rua do Aviário, bairro São Francisco e levaram bolsa, documento, um celular e dinheiro.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

AME NA MARCHA DA PEC 300 EM PERNAMBUCO - PARTE II

A Associação dos Militares do Estado do Acre, representada pelos Sgt PM Natalício Braga e Sgt BM Ribeiro, acompanharam no trio elétrico a histórica marcha pelas principais rua a grande capital Recife que cuminou com a entrega de um documento para o Presidente da Assembleia Leigislativa de Pernambuco, no qual solicitava o apoio irrestrito dos deputados estaduais, federais e do Governador Eduardo Campos a PEC 300.
Para Ribeiro, vice-presidente da AME/AC, o que mais chamou a atenção desse ato público foi a unidade demonstrada pelos policiais e bombeiros pernambucanos. Mesmo tendo o segundo menor salário do Brasil, eles acreditam piamente na aprovação da PEC. Segundo Ribeiro aprendemos muito com os nossos co-irmaos, e agora estamos com grande desafio nas mãos, incorporar esse sentimento de entusiasmo, união e acima de tudo a participação de toda a familia militar na marcha que ocorrerá em Rio Branco.
Já para Natalício Braga o encontro também serviu para estabelecer contatos e parcerias com as Associaciaçãos Militares da Região Nordeste. Nesse encontro, segundo ele, pode compartilhar experiências concernente a reinvicações salariais e conhercer a realidade dos policiais e bombeiros militares nordestinos, que não difere muito dos militares do Acre, salários baixos, falta de efetivo, fardamento, equipamentos de proteção individual entre outras.
A importancia desse encontro foi conhecer a PEC 300, que trata do alinhamento salarial dos militares do Brasil com o Distrito Federal, diretamente dos Deputadas Federais que participaram da concepção desse ambincioso projeto: Cap Assunção-ES, Maj Fábio-PB, Mendonça Prado Relator e Iderlei Cordeiro-AC.
Os deputados federais acima confirmaram suas presenças na grande marcha que acontecerá em Rio Branco.


Cap Assunção, Natalicio Braga, Maj Fábio, Iderlei e Ribeiro em cima do trio-elétrico na Grande Marcha.


Entrega do documento oficial na Assembleia Legislativa de Pernambuco, solicitando apoio irrestrito dos politicos do Estado à PEC 300


Deputado Federal Menonça Prado, relator da PEC 300

Um mar de policiais e bombeiros pernambucanos invadindo as ruas da grande Recife



Sgt BM Ribeiro na concentração no bairro Derbi


Saída da Praça do Derbi que fica próximo ao comando geral de Pernambuco

terça-feira, 25 de agosto de 2009

PERNAMBUCO: Marcha pela aprovação da PEC 300 em Pernambuco foi um sucesso

PERNAMBUCO: PMs E BOMBEIROS ENCERRAM PROTESTO NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
Policiais militares e bombeiros realizaram, na tarde desta terça-feira (25), um protesto no bairro da Boa Vista, no Centro do Recife. Eles reivindicam melhores salários e implantação de políticas públicas na área de segurança pública. Por conta da manifestação, o trânsito ficou congestionado nos arredores da Rua da Aurora, início da Conde da Boa Vista, Treze de Maio e Ponte Princesa Isabel.
Os manifestantes se reuniram em frente à Assembleia Legislativa. Na Casa, eles entregaram ao presidente do legislativo estadual, deputado Guilherme Uchôa, um documento explicando as causas do movimento. De acordo com o deputado Soldado Moisés, o ato não tem como alvo o governo do estado, mas o governo federal. “O governo federal precisa atender as necessidades de subsidiar os governos estaduais para a implementação do piso nacional da categoria, cumprindo o prometido nos dois mandatos do Governo Lula”, explicou.
A medida está sendo defendida por uma emenda, a chamada PEC 300,que propõe a equiparação salarial dos salários dos PMs em todos os estados, tomando como base os vencimentos pagos no Distrito Federal.
Após a caminhada, representantes da Associação viajam para Brasília, onde devem participar de mais ações em prol do piso nacional, durante a reunião do Conselho Nacional de Segurança Pública, que acontece de 27 a 30 deste mês.
Fonte: Diário de Pernambuco

Caminhada histórica
Vitória da união. Policiais e bombeiros militares atenderam a convocação da Associação dos Cabos e Soldados e compareceram em massa a Caminhada pela PEC 300. Realizada na tarde desta terça-feira (25/08), Dia do Soldado, a caminhada trouxe às ruas do Recife, ativos e inativos, praças e oficiais, todos juntos como há tempos não se via.
A concentração aconteceu a partir das 13h na Praça do Memorial de Medicina, ao lado da Praça do Derby. Mais de 4 mil camisas foram distribuídas. Policiais e bombeiros de Palmares, Salgueiro, Petrolina, Nazaré da Mata e diversas regiões do Estado compareceram ao evento.
Aproximadamente às 14h30, a multidão saiu em caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista, rumo a Assembléia Legislativa. Viaturas da CTTU, Radiopatrulha e do Corpo de Bombeiros deram total apoio e segurança aos participantes. As maiores emissoras de rádio e televisão prestigiaram ao movimento, bem como os jornais de grande circulação.
Durante o trajeto, os participantes tiveram a oportunidade conhecer e ouvir a palavra de Deputados Federais que vieram especialmente para apoiar o movimento promovido pela Associação dos Cabos e Soldados. Estiveram presentes o relator da PEC 300, Deputado Federal Mendonça Prado (Sergipe), o Deputado Federal Capitão Assunção (Espírito Santo), Deputado Federal Derley (Acre), o de Depuatdo Federal Major Fábio (Paraíba) e os Deputados Estaduais de Pernambuco, Soldado Moisés, Deputadas Nadeji e Isabel Cristina.
Também vieram representares de entidades representativas do Acre, Sergipe, Paraíba, Alagoas e Paraíba. Ao final da caminhada, foi entregue um documento ao Deputado Estadual e presidente da Assembléia Legislativa, Guilherme Uchôa. No texto, a Associação dos Cabos e Soldados solicita apoio para que a Assembléia interceda junto ao Poder Legislativo Federal para a aprovação da PEC 300.
Nesta quinta-feira (27/08), o coordenador da Associação dos Cabos e Soldados, Renílson Bezerra, o Deputado Estadual, Soldado Moisés; os diretores Otoniel Cosmo, Eliane Muniz e Luiz de Melo e o representante de Base, Francisco Lucena viajam para Brasília. Lá eles dão continuidade a luta em aprovaçao da PEC 300, com participação efetiva na Conferência Nacional de Segurança Pública.

A marcha contou com a participação de Militares e Parlamentares de todo o País

O Deputado Federal Capitão Assunção também participou da marcha

O Deputado Iderlei Cordeiro do Acre acompanhado de membros da Diretoria da AME/AC

Fonte:http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000137

Governo promove seis oficiais


O Governador Arnóbio Marques assinou essa tarde os decretos de promoções de seis oficiais, são eles:
QMEC
- Cel PM Paulo Cezar;
- Ten Cel PM Palladino;
- Maj PM Alves;
- Maj PM Almir.

QOS
- Ten Cel PM Chagas;
- Maj PM Wagner.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

DIA 25 DE AGOSTO: DIA DO SOLDADO

A AME/AC deseja a todos os herois anônimos da Polícia e do Corpo de Bombeiros Militar um feliz dia do soldado.

AME-AC EM RECIFE, PERNAMBUCO - MARCHA PELA PEC 300

Marcha da Vitória - Marcha da PEC 300




A diretoria da AME/AC, SGT Natalicio Braga e SGT Ribeiro, estão em Recife-PE, a convite da associação dos cabos e soldados da PM/BM-PE, para participarem da marcha pela aprovaç;ao da PEC 300 que ocorrerá dia 25 de agosto (terça-feira).
A ACS-PE, nos recebeu com muita presteza e assumiu toda despesa concernente a hospedangem(hotel de primeira classe), alimentação e locomoção.
Nesta segunda-feira, dia 24, Braga e Ribeiro foram convidados por militares da policia e corpo de bombeiros para participarem na elaboração daa estratégia para a marcha, reunião que aconteceu na assembléia legislativo de pernambuco.
Além das entidades militares de todo o país estarão presentes também os deputados federais que compõe a frente parlamentar da PEC 300.
A ACS-PE que conta com mais de 12 mil filiados em todo o estado de pernambuco e uma mensalidade que passa dos 300 mil. A associação já tem um Deputado Estadual o soldado PM Moisés que fora eleito com maioria de votos pela classe militar, e como podemos perceber representa com dignidade e coragem toda a classe militar de seu estado.
Querenos de público agradecer a toda diretoria na pessoa do SD PM Renilson e SD BM Lucena que nos recebeu com muita dedicação e respeito.
Estamos nesse encontro, onde estarão presentes todos os presidentes das entidades Militares do Nordeste, estabelecendo parceris para atender os policiais e bombeiros do Acre que vierem a essa região à passeio ou trabalho.
Natalicio Braga - Presidente
Ribeiro - Vice- presidente

Vereador Sargento Vieira foi o primeiro edil a ter um projeto sancionado pelo Prefeito de Rio Branco na atual legislatura

Vereador Sargento Vieira com o Vice-Prefeito Eduardo Farias
Representante dos Militares Estaduais na Câmara Municipal de Rio Branco, o Sargento Vieira, mesmo sendo da bancada de oposição, foi o primeiro Vereador da atual legislatura a ter um projeto sancionado pelo Prefeito Raimundo Angelim. Trata-se da Lei Municipal 1.744/09, publicada no Diário Oficial do Estado do dia 14 de julho do corrente ano. A lei obriga os proprietários de bares e restaurantes a disponibilizar adoçante para uso dos clientes.
Vieira foi também o Vereador que mais apresentou projetos para os munícipes da Capital durante os primeiros seis meses de mandato, veja um resumo da atuação do nosso representante no parlamento mirim:
- 01 (um) Projeto Sancionado - Lei Municipal 1744/09;
- 05 (cinco) Projetos Apresentados;
- 07 (sete) Projetos em Andamento;
- 04 (quatro) Relatorias de Projetos
- 11 (onze) Indicações;
- 03 (três) Requerimentos;
- 05 (cinco) Monções de Louvor.

PARA REFLEXÃO

REFLEXÕES SOBRE UMA VELHA HISTÓRIA
Senhores, vejam: o policial foi morto dentro da sua própria casa e na frente dos seus familiares!!! O bandido não respeita nada!
Não respeita a propriedade privada, a Constituição e nem a vida!!!
Que tipo de sociedade é essa???
Na verdade o que vemos hoje é o resultado de anos de abondono e corrupção por parte dos políticos, que não pensaram e nem fizeram um Brasil para os brasileiros!
Fizeram-no para os seus interesses espúrios e nojentos!
Quando acabou a ditadura militar os defensores dos "Direitos Humanos" e os novos Ministérios Públicos Estaduais, trataram de esclarecer a população no tocante aos limites da atuação policial (o que é certo!) mas esqueceram de dizer à essa mesma população que ela deve respeitar as regras de convivência social.
Transferiram para a polícia, que naquele tempo tinha boa parte do seu efetivo remanescente da ditadura, todo o ódio contido durante a vigência do regime militar.
A polícia enfraqueceu...Mas o tempo passou, senhores!
Nós policiais da modernidade nada temos a ver com aquilo que outros fizeram no passado!
Somos vitimizados pelo militarismo diariamente e pelos seus regulamentos disciplinares oriundos daquele tempo sombrio: não temos o direitos de defender a nossa vida, nem a dos nossos familiares, nem da sociedade.
Nós policiais não podemos portar ARMAS, porque UM comandante assim decidiu.
Aos médicos não é vedado o direito de exercer a medicina mesmo em sua folga; aos juízes é garantido o direito de "ser o Estado" e demonstrar a força através da pena (a caneta ou a sentença); ao professor é inseparável o direito de ensinar.
Por que ao policial não é dado o direito a defender sua vida ou a de outrem, se tem capacitação técnica e psicológica para portar e utilizar uma arma???
Afinal, quem matou o sargento F. Assis???
Não podemos ser culpados coletivamente pelos erros individuais deste ou daquele policial que mata/fere um civil.
Se um policial mata um civil sem motivo, evidentemente a responsabilidade recai sobre ele.
Mas e a responsabilidade da Insituição Policial?
Onde está?
Como esse indivíduo entrou para a Polícia?
Se foi considerado "normal" (compatível com a profissão policial), o que o levou a tal transformação a ponto de matar um INOCENTE?São perguntas que saltam aos olhos dos que QUEREM ver além do que se percebe...Algo está errado!!!
Não nos dão a primeira garantia constitucional que é o DIREITO À VIDA!
Não temos culpa alguma se depois de 20 anos do fim da ditadura os políticos corruptos de Brasília e os daqui nada fizeram para mudar a estrutura policial que trata as praças como se fossem recrutas do exército que são jovens, imaturos, desaculturados e até irresponsáveis (daí o rigor da disciplina militar para lhes controlar).
Nós policiais somos pais, filhos, mães de família.
Muitos de nós têm formação universitária outros buscam as Universidades para melhorar sua condição de vida e a qualidade do nosso trabalho o qual fizemos um JURAMENTO DE MORTE. Não somos aqueles jovens recrutas do Exército.
Se vocês querem policiais responsáveis instituam uma POLÍCIA responsável: priorizem o ser humano que veste a farda, valorizem-no, atraiam (com bons salários e benefícios) para esta nova polícia as melhores cabeças - as que pensam!!!
Não somos moscas nem gado que são esmagados ou levados ao matadouro!
Somos homens e mulheres, SERES HUMANOS!
Temos o DIREITO À GARANTIA DA VIDA porque assim reza a Constituição dessa corrompida República!
Temos o direito de nos defender!
Porte de arma responsável, JÁ!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

NOTA DE PESAR

A Associação dos Militares do Acre – AME/AC, em nome de todos os seus associados, apresenta à família enlutada do colega de farda, FRANCISCO DE ASSIS MOURA, os sentimentos de tristeza e pesar pelo seu falecimento, ocorrido no último dia 20 de agosto, nesta cidade de Rio Branco-AC, rogando a Deus o consolo espiritual necessário para que com fé e resignação sua família possa superar esse momento de dor e grande perda.
Do sargento F. ASSIS ficarão as lembranças boas de um amigo leal e sempre disposto a auxiliar os mais jovens, mesmo após a sua passagem para a reserva remunerada. Pessoa integra que verdadeiramente espelhava o espírito e o sentimento do verdadeiro Policial Militar.

Juntamente com seus familiares, todos os seus irmãos de farda estão consternados.

Rio Branco, 21 de agosto de 2009.
Sargento PM Natalício Braga
Sargento BM Ribeiro
Sargento PM Romeu
Sargento PM Ginaldo
Major PM Nascimento
Major PM Jauri
Major PM Rocha
Capitão PM Farias
Capitão BM Moreira
Tenente PM Ávila
Sargento BM Marques
Sargento PM Trajano
Vereador Sargento Vieira
Clic para ver informações sobre o fato:

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Vereador Gabriel Forneck - PT é contra o projeto que assegura a entrada livre para Policiais e Bombeiros Militares em eventos culturais e esportivos

Vereador Gabriel Forneck - PT, escolhido para relatar o projeto que asseguraria a entrada livre para Policiais e Bombeiros Militares nos eventos culturais e esportivos, emitiu parecer contrário à aprovação. O projeto, que já existe em outras cidades, foi apresentado pelo Vereador Sargento Vieira e estendia aos Policiais e Bombeiros Militares um direito que já é conferido aos Policiais Civis e Federais.

Vereador Sargento Vieira: Policiais Militares estão tirando serviço de 12 horas expostos ao sol e a chuva

O Vereador Sargento Vieira ocupou a tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco para denunciar o descaso com que os Policiais Militares que tiram serviço na Pousada I (localizada nas proximidades do Hospital Santa Juliana) estão sendo tratados. Vieira relatou que antes os Milicianos tinham uma guarita para se abrigar das intempéries climáticas, hoje estão tirando o serviço do lado de fora do mencionado estabelecimento expostos ao sol e a chuva. “Os Policiais Militares merecem respeito e ao invés disso são tratados de forma desumana” relatou o parlamentar. As denuncias do Vereador Sargento Vieira não foram rebatidas pelos membros da bancada governista.