segunda-feira, 13 de outubro de 2014

MAJOR CRISTINO VAI PARA A RESERVA REMUNERADA E É HOMENAGEADO NO COMANDO GERAL

Igor Oliveira – Assessoria PMAC


O Major Cristino completou 30 anos de efetivo serviço na corporação e hoje está na reserva remunerada. Vários oficiais se reuniram na manhã desta sexta feira (10), no gabinete do comandante geral da PM, onde homenagearam o major com um certificado de reconhecimento pelos bons serviços prestados à sociedade acreana.

O comandante geral, coronel Anastácio, iniciou as falas lembrando a importância do major na corporação e do legado que o mesmo deixa a tropa, “parabéns pelo feito de completar seu tempo de serviço, saiba que a sua falta será sentida e que pessoas competentes e queridas como você, quando vão para a reserva e decidem por ventura visitar o quartel, passam muito tempo apertando as mãos de amigos que deixou, pois são muitos”.

Somando o tempo de serviço averbado, o major Cristino contribuiu 35 anos. Ele ingressou na PM em 1984 como soldado, e durante sua carreira comandou batalhões no interior do estado, esteve à disposição do gabinete militar e do clube de subtenentes e sargentos, além de chefiar seções administrativas do comando geral. Atualmente estava à frente da Divisão de Folha de Pagamento da corporação. Ele agradeceu as homenagens e falou dos planos para o futuro.

“Obrigado a todos pelo reconhecimento, estou muito feliz e satisfeito, pois saio com a sensação de dever cumprido, foi uma honra trabalhar na melhor e mais honesta Polícia Militar do país. Agora devo apresentar minha dissertação de mestrado em Engenharia de Cálculo na Universidade Federal do Pará, e posteriormente fazer o que mais gosto, que é viajar e participar de maratonas,” concluiu.

Sem esquema milionário e alijado no próprio partido Rocha se elege como o mais votado da oposição

Jairo Carioca – da redação de ac24horas Rio Branco - Acre
 
Eleger-se deputado federal não é coisa impossível para ninguém. Tarefa mais difícil é a de explicar como fazer isso com uma estrutura mínima de campanha, ganhando no peito e na raça, como diz o ditado popular. Assim o deputado federal eleito, Major Rocha (PSDB) classificou sua vitória nas eleições deste ano. Com 23.466 votos, ele foi o mais votado da oposição. Conseguiu ficar à frente de candidatos com padrinhos fortes como Jéssica Sales e Flaviano Melo (ambos do PMDB), Léo de Brito e Sibá Machado (os dois pelo PT).

Enganado pela executiva nacional, Rocha ainda enfrentou o ‘fogo amigo’, perdeu apoio de aliados do próprio partido e foi boicotado até no tempo de televisão. Prefeitos tucanos das cidades de Assis Brasil, Epitaciolândia (Alto Acre), Senador Guiomard (Baixo Acre) e Santa Rosa do Purus (Juruá), apoiaram candidaturas concorrentes pelo PSD, PSC e PT.

“Minha alternativa foi colocar o pé no chão e gastar sola de sapato. Andei bairro por bairro em Rio Branco, busquei apoios de lideranças nos 22 municípios e optei por fazer uma campanha pedindo voto e olhando nos olhos das pessoas, mantendo um diálogo aberto, direto e honesto, acreditando no trabalho que eu fiz como verdadeira voz da oposição” comentou Rocha.

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Aos 45 anos, casado com Selma Freitas Rocha, pai de 2 filhos, o atual deputado estadual foi office-boy do ex-governador Flaviano Melo. Antes de ingressar na carreira de militar, ainda trabalhou como repórter e passou pelas redações dos principais jornais escritos em Rio Branco. Na Policia Militar, especializou-se em Direitos Humanos pela Cruz Vermelha e de Comando de Operações Aéreas. É bacharel com pós-graduação em Segurança Pública.

Sua trajetória política começou exatamente com sua luta em defesa dos militares do Acre. Como ex-presidente da AME foi preso por determinação do Comando da Policia Militar do Acre, depois de afirmar, em entrevista, que a Constituição Federal garante a todos o direito a manifestação pacífica. Detido, Rocha fez greve de fome em favor dos direitos da categoria, episódio que na opinião de especialistas políticos, garantiu a sua primeira eleição, como deputado estadual, em 2010, eleito com 4.228 votos.

Na Assembleia Legislativa do Acre se tornou líder da oposição, presidiu a Comissão de Legislação Participativa ajudando a encaminhar o projeto de lei que previa a redução de impostos na cobrança da taxa de energia elétrica em todo o Estado e presidiu a Frente Parlamentar Estadual em Defesa da Defensoria Pública.

Em defesa dos militares, policiais civis e operadores da segurança pública, foi autor do projeto que institui o Dia do Militar [30 de junho] e do projeto de lei que cria o novo código de ética das instituições militares do Acre. Também propôs o projeto que transforma em pecúnia indenizatória as licenças especiais e usufruídas por policiais e bombeiros militares, agentes penitenciários e agentes socioeducativo, medida que ajuda o governo a resolver o déficit de profissionais na área de segurança pública e no combate à violência.

O parlamentar tucano surpreendeu quando encampou uma das maiores lutas de seu mandato em favor das comunidades do Projeto de Manejo Antimary, localizado nos municípios de Bujari e Sena Madureira. A denuncia conhecida como “Golpe Verde no Acre” teve repercussão nacional e internacional, foi replicada na Revista Isto É e encaminhada ao ambientalista Al Gore (que foi vice-presidente na administração de Bill Clinton).

Autor de leis de controle da gestão pública, como a que obriga o Estado a identificar veículos e prédios locados e a prestação de contas dos recursos recebidos pelas Organizações Não Governamentais, Rocha manteve luta incansável em defesa do controle dos gastos públicos. Atuou também em áreas importantes como saúde e educação. Foi autor da lei do autista e do projeto que obriga o Estado a contratar somente em 25% a quantidade de professores temporários.

Com estilo discreto e o diálogo honesto com as pessoas, ele acredita que sua atuação firme como oposição o credenciou para a Câmara dos Deputados. Rocha foi eleito por dois anos consecutivos como destaque no Prêmio Rubedina Braga e, em 2013, como deputado mais atuante, pesquisa feita por internautas.

Fortalecendo a bancada da segurança pública, Rocha prometeu continuar em Brasília a batalha pela equiparação da remuneração dos militares de todas as unidades da Federação em relação aos valores praticados no Distrito Federal. E quer ir mais além, trabalhar pelas reformas política, do código penal e a reforma tributária e fazer um mandato em defesa do Acre e das cidades.

Veja na íntegra a entrevista concedida pelo deputado eleito.

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ac24horas – O senhor chegou a ser considerado como fraco concorrente, principalmente depois que veio à tona a quebra de acordo da executiva nacional. O que foi mais difícil nessa campanha?

Major Rocha – Eu estava preparado para uma reeleição. O convite feito pela Executiva Nacional para uma disputa na Câmara dos Deputados veio com a desistência da Marcia Bittar no cenário regional. Para quem a vida inteira fez política partidária séria, tinha as garantias dadas pela executiva nacional e avalizadas pelo candidato ao governo Marcio Bittar, como certas. Fazer um segundo replanejamento de campanha foi muito difícil. Por muitas vezes desliguei meu telefone celular, cheguei a pensar em desistir. Mas como já estava no jogo, não tive alternativa se não acreditar na plataforma construída nos quatro anos de mandato.

ac24horas – Além desses fatores o senhor ainda perdeu apoio de prefeitos do seu próprio partido. Teve tempo de televisão boicotado. O senhor guarda alguma mágoa desses episódios?

Major Rocha – Hoje eu vejo que o reflexo dessa infidelidade repercutiu mais na eleição majoritária do que em minha própria votação. Logicamente que esse foi outro momento duro. Eu ajudei os prefeitos de Assis Brasil, Epitaciolândia e de Senador Guiomard nos momentos em que eles mais precisaram do meu apoio como deputado estadual. Dei com uma mão e esperava receber com a outra. Tive mesmo que chamar o Marcio Bittar e exigir pelo menos um tempo de TV e um programa com mais qualidade. Existia um boicote por parte de militantes tucanos que não viram minha candidatura como um projeto de partido. Lamentável. Não guardo mágoas, vou fazer um mandato para toda população do Acre independente de onde eu tive ou deixei de ter apoio. Levo essa lição como dever de casa. Precisamos fortalecer a política partidária no Brasil. Ao renovar 75% da bancada estadual, o eleitor acreano deu um recado para essa política rasteira.

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ac24horas – O que o senhor quer dizer quando afirma que o reflexo dessa postura dos prefeitos atingiu mais a campanha do Marcio Bittar?

Major Rocha – É a leitura das urnas. O caminho para o Marcio Bittar nesse Segundo Turno era pra ser bem mais curto se não tivesse prevalecido em algumas regiões a familiocracia. No Alto Acre, se tivéssemos ficados unidos, por um projeto de partido, os resultados seriam diferentes. O eleitor acreano não gosta de trairagem. Em outros municípios em que existiu empenho, o reflexo negativo ocorreu pela crise financeira enfrentada pelos gestores. Alguns ainda estão se recuperando do rombo deixado pelos prefeitos anteriores. Foram massacrados pela política de ódio e desprezo do Sebastião Viana que não governa para o Acre, mas para grupos políticos. Isso tudo precisa ser colocado na balança.

ac24horas – O senhor acredita que mesmo assim é possível reverter a situação no Segundo Turno?

Major Rocha – É outra eleição. Contamos com o apoio forte do senador eleito com a maior votação da história política desse estado: o Gladson Cameli. O apoio do ex-candidato Tião Bocalom. A insatisfação dos deputados que ficaram fora do guarda chuva estendido pelo governador. Agora creio que alguns prefeitos devem se empenhar mais na campanha majoritária. Se somarmos os votos de oposição observaremos em todo o estado um desejo de mudança. É preciso errar menos. Eu vou continuar fazendo política partidária séria e honesta, lutar com todas as minhas forças para elegermos o nosso governador.

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ac24horas –
O senhor esperava uma perseguição maior em sua campanha por parte do Palácio Rio Branco? A impressão que dá é que a coisa correu solta.

Major Rocha – Tentaram repassar a ideia de que minha campanha seria milionária. Quem não se lembra da estória do dinheiro que eu recebi em um hotel? A intenção naquele momento foi de me sufocar jogando meus apoiadores contra mim. Foi difícil, tive que dar muitas explicações. O Sebastião Viana jogou tudo que tinha para vencer a eleição no primeiro turno. Acabou criando sérias dificuldades para ele mesmo. Precisa administrar a fúria dos aliados que ficaram de fora da Assembleia. Que bom que com relação à minha candidatura eles entraram no oba, oba, no jargão do já perdeu.

ac24horas – O senhor disse que pensou em desistir, mas em qual momento o deputado acreditou que poderia ganhar as eleições?

Major Rocha – Como não tinha dinheiro, a estratégia foi fazer uma campanha silenciosa. Eu e minha equipe, meus pais e minha família acreditávamos na vitória. Esse sentimento foi cada vez mais forte quando coloquei o pé no chão, gastei sola de sapato e de bairro em bairro, de cidade em cidade comecei a pedir votos olhando nos olhos das pessoas, mantendo um diálogo aberto, direto e honesto. As manifestações de apoio nos encorajavam a cada momento. Deu certo.
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ac24horas – O que esperar agora do Major Rocha deputado federal. O senhor tem ideia do tamanho dessa responsabilidade?

Major Rocha – O desafio é do tamanho do amor que eu tenho pelo Acre. Quero fazer um mandato para todos, abrir as portas do meu gabinete para os prefeitos dos 22 municípios independente de cor partidária. Estar presente nos maiores debates e nas reformas que o Brasil precisa.

ac24horas – Que mensagem o senhor deixa aos eleitores que lhe elegeram e ao povo do Acre.

Major Rocha – A mensagem é de agradecimento. Eu gostaria de dar um abraço a cada um dos 23 mil eleitores. Vou lutar para honrar cada voto que recebei e cumprir cada promessa de campanha. Quero agradecer minha esposa Selma que foi uma grande guerreira nesse processo. Meus filhos, minha equipe, enfim, todos que acreditaram nesse projeto e que foram vitoriosos junto comigo.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Policiais eleitos no Pleito Eleitoral de 2014, 15 são deputados federais e 40 estaduais

Segundo o TSE, policiais militares, civis e federais conquistaram 55 cadeiras nas assembleias estaduais e na Câmara federal Foto: FLM / Divulgação




O número de parlamentares ex-policiais eleitos no pleito de domingo cresceu 25% em relação à eleição anterior. Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, esses deputados federais e estaduais tendem, além de se dedicar ao tema da segurança, a se organizar em “bancadas” para defender temas ligados à classe policial e para apoiar posições políticas comuns.


Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), policiais militares, civis e federais conquistaram 55 cadeiras nas assembleias estaduais e na Câmara federal nas eleições deste ano. No pleito anterior, o número de cargos alcançados foi de 44.

Dos parlamentares ex-policiais eleitos no domingo, 15 são deputados federais e 40 estaduais.

De acordo com analistas, no Legislativo – principalmente na Câmara Federal – esses parlamentares tendem a trabalhar com temas relacionados à segurança, como debates sobre mudanças na legislação penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, a reforma do sistema prisional e políticas sobre drogas e menores infratores.

Entre os temas que devem estar na agenda desses novos parlamentares devem estar ainda a regulamentação dos papéis das polícias, a redução da maioridade penal e a punição mais dura a criminosos que cometem crimes contra policiais.

Organização
 
Para a cientista política Maria Teresa Micelli Kerbauy, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o crescimento da bancada de ex-policiais nos legislativos estaduais e federal está ligada ao fato de a violência ser um dos temas que mais preocupa os eleitores, sendo um dos principais assuntos da agenda política brasileira

Além disso, interesses de classe e as críticas sofridas pela polícia por sua atuação dura nas manifestações ocorridas entre junho de 2013 e a Copa do Mundo neste ano foram mais um estímulo para que membros das forças de segurança se voltassem cada vez mais para a política.

“Eu acredito que eles (policiais) resolveram se organizar. É uma tendência que já vinha acontecendo, mas que se intensificou”, disse ela.

“Eles resolveram se colocar como representantes da categoria (no Legislativo) e defender os interesses da classe”.

Bancada
 
De acordo com a cientista política, mais numerosos no Legislativo, os ex-policiais tendem agora a formar bancadas para tentar votar temas de segurança – o que pode acontecer até de forma independente das posições de seus partidos.

O ex-deputado estadual e recém-eleito deputado federal major Olímpio Gomes (PDT-SP) disse que a aproximação dos parlamentares ex-policiais já está acontecendo. “Vamos trabalhar de forma suprapartidária para melhorar a segurança pública”, afirmou.

De acordo com ele, por outro lado, isso não significa que esses parlamentares restringirão sua atuação ao campo da segurança. “Vamos a fundo em todas as áreas, como saúde, educação e transporte, mas não se pode desconsiderar a especialidade (em segurança) desses deputados”.

Segundo Gomes, a articulação dos policiais na política já vem acontecendo de forma lenta há muitos anos, mas os candidatos ainda não conseguiram canalizar todos os votos que teriam capacidade de obter.

“Só em São Paulo, familiares e amigos de policiais podem formar um grupo de mais de 1,6 milhão de eleitores. Os grupos religiosos se juntam, os sindicalistas se juntam, os empresários se juntam – os policiais estão fazendo a mesma coisa”.

Para o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Marcos Leôncio Ribeiro, os ex-policiais podem usar no Legislativo suas habilidades de investigação para exercer o papel de fiscalização e controle das ações do governo.

Eleitorado
 
De acordo com Kerbauy, não são apenas os policiais, seus familiares e amigos que formam o eleitorado dos candidatos ex-policiais.

Parte da população, diz a analista, é favorável ao discurso usado por alguns desses candidatos – que, em linhas gerais, pregam que a melhor forma de combater a criminalidade é uma polícia mais robusta e enérgica.

Os que mais recebem votos seriam aqueles que usam o discurso do policial heroico, na “frente de combate”, para atingir o emocional no eleitor, segundo Marcos Fuchs, diretor adjunto da organização de defesa de direitos humanos Conectas.

Os ex-delegados ou ex-secretários de Segurança teriam um apelo menor.

“Eles (candidatos ex-policiais) pegam carona nos altos índices de criminalidade. Usam o discurso de que falta polícia dura, polícia séria, e isso dá votos”, afirmou.

Porém, segundo Fuchs, o discurso de parte desses candidatos preocupa organizações de direitos humanos – que temem que eles ofereçam resistência no Legislativo a deputados alinhados com as pautas dessas entidades.

Fonte: Terra

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Por que os militares não devem votar em Sebastião Viana do PT



Cronologia das sacanagens do governo de Sebastião Viana


Imagem postada em 2012, quem serve para os dias de hoje

2011

As lideranças militares passam a se reunir com membros do governo para discutirem as pautas de lutas da categoria. O deputado Major Rocha faz sua primeira proposição de parceria do governo. Duas reuniões acontecem nesse período. O governo pede tempo para negociar e se reúnem algumas vezes mais. Em maio o governo, através do assessor Nepomuceno Carioca determina que seja dado apenas 1% de reajuste salarial para a categoria.
Depois de algumas assembleias gerais, os militares decidem fazer uma paralisação de 24 horas. Depois da pressão, o governo acena com 20% de reajuste, divididos em 4 parcelas, tudo pago em dois anos.
Logo em seguida, o governador Sebastião Viana vai nos batalhões e ameaça os militares. Ele determina que mais de 300 militares sejam presos em todo o Acre. Vários militares deixaram seus lares, perderam sua liberdade por causa do governador.

Matérias


2012

Governo anuncia em janeiro que 2012 seria o ano da Segurança Pública. Balela, foi ruim igual a todos os outros anos passados e iguais também aos que viriam. Mais enrolação. Dessa vez, o governo estava respaldado por causa do golpe que silenciou a categoria, a cadeia que explorou o quanto pode dentro da Caserna. Inicia-se as reivindicações da Isonomia do Risco de Vida.
Governo passa a nem querer ouvir falar de carga horária ou reformulação de Regulamento Disciplinar. Rechaça qualquer proposta a respeito. O próprio Sebastião Viana manifesta sua raiva pela categoria.
A cúpula petista com apoio do comando da PM, articula reuniões com o Jamyl Asfury para tentar eleger o então desconhecido Marcus Alexandre. Mais mentiras foram jogadas ao vento, como um tratamento melhor entre governo e tropa, fardamentos, viaturas e a Isonomia do Risco de Vida, que viria integral em janeiro de 2013.

Matérias


2013

Governador Sebastião Viana manda prender militares que criticou o Programa Ruas do Povo. Um claro desrespeito a um cidadão de bem e pai de família.




O governo passa a protelar a Isonomia do risco de vida, prometida para Janeiro. Passa fevereiro, março, abril, maio, junho, julho e todos cansados da espera, acontece um movimento e o governo logo oferece dar tudo em oito parcelas. Desrespeito com a categoria e com o servidor público.




COMANDO DA PM E GOVERNO PRENDEM MILITARES E OS CONDENAM PUBLICAMENTE. POUCA VERGONHA.





segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Comando da PM articula reuniões do candidato ao governo Sebastião Viana com militares



Caindo em campo. O governador do Acre Sebastião Viana determinou ao comando da PM que passasse a reunir, na tarde de hoje, dia 29, com os militares no AFA Jardim a fim de mais uma vez fazer política. Dessa vez, até os alunos soldados serão liberados mais cedo para marcar presença no evento.

De acordo com informações, o próprio comandante geral, coronel José dos Reis Anastácio, está passando nas unidades realizando o convite.

- O coronel veio pessoalmente liberar a gente para servir de plateia para o governo. Mas a gente sabe como dar a resposta nas urnas, não esquecemos que tivemos que ralar muito para ser chamado para fazer o curso, declarou um aluno soldado que nos repassou a informação completa.

Com o crescimento da campanha de Mário Bittar, já existe o medo de que essas eleições possam ir para o segundo turno e daí o governo petista ter uma derrota nas urnas. Eles sabem que todo voto é importante e passaram a frisar mais os alunos soldados porque sabem que são pessoas que não tiveram ainda a experiência da Caserna e da forma como o governo geralmente trata os militares.

- Ninguém esqueceu que foi o Sebastião Viana que mandou prender os militares pelos dias 13 e 14 de maio de 2011, vários pais de família tiveram que cumprir de dois a cinco dias de cadeia por causa dele. Não esquecemos que ele nos enganou o quanto pode para dar a isonomia do risco de vida. Não esquecemos que eles deixaram só dois militares por viatura, deixando a gente em uma total insegurança. Não esqueci dos coletes com prazo de validade vencido, das munições que não prestavam para nada, afirmou um militar antigo.