segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Jornalista revela que governador do Acre nomeou ex-mulher de Marcus Alexandre para cargo na secretaria de planejamento

22 de outubro de 2012 - 9:32:26
O Jornalista Fábio Pontes, em seu blog Política na Floresta, afirmou na manhã desta segunda-feira, 22, que o governador do Acre, Sebastião Viana, nomeou a ex-mulher do candidato Marcus Alexandre (PT) para cargo comissionado na Secretaria de Planejamento (Seplan). Cíntia Christina Araújo Médici Aguiar está como agente administrativo com salário de R$ 5,1 mil.
De acordo com o jornalista, assim como a atual mulher, Gicélia Viana da Silva, Cíntia acompanhou Marcus Alexandre (PT) durante sua passagem pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre).
Ainda segundo o jornalista, com o novo casamento do petista, Cíntia voltou para a Seplan, onde era secretária de Marcus Alexandre. Fabio entrou em contato com a ex-mulher do candidato do PT a prefeitura da capital, mas ela não quis dar nenhuma declaração.
Da redação ac24horas
Com informações do Política na Floresta

sábado, 20 de outubro de 2012

Bocalom cresce quase 6 pontos percentuais e encosta em Marcus


Salomão Matos
Da redação de ac24horas
salomao.matos@gmail.com
A TV Acre, [emissora da repetidora da Rede Globo no estado], divulgou no início da tarde desta sexta-feira (19), a quinta  e última pesquisa antes das eleições no próximo dia 28, realizada pelo Instituto de Inteligência- Ibope.
Na pesquisa estimulada com o eleitor para o segundo turno das eleições, o candidato Marcus Alexandre (PT), da coligação da Frente Popular do Acre, aparece na frente com 49% dos das intenções de votos. Já o candidato Tião Bocalom (PSDB) da coligação Produzir Para Empregar, obteve 47% das intenções dos votos.
Votos brancos, nulos e inválidos, totalizaram 2%.
Baseado nas informações da pesquisa divulgada hoje, Marcus Alexandre teve uma leve queda, enquanto o candidato Tião Bocalom uma crescimento de quase 6%.
No primeiro turno o petista teve 48.30% dos votos, contra 43.85% para Tião Bocalom. Mas quando a pesquisa considera os votos válidos, como faz a Justiça eleitoral, Marcus apresenta um crescimento de 3% e Bocalom de 5%. Dessa forma, se as eleições para prefeito de Rio Branco fossem hoje Marcus teria 51% e Bocalom 49%.
Considerando ainda que a margem de erro da pesquisa do Ibope é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados.
A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica de Rádio e Televisão, ouviu 602 eleitores no decorrer desta semana e custou R$ 36 mil.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Frente aos quarteis da PM essa delegacia é de luxo

Justiça interdita Delegacia da Polícia Civil de Assis Brasil por condições precárias de funcionamento

O juiz Hugo Torquato (foto ao lado) determinou a interdição imediata da Delegacia de Polícia Civil do município de Assis Brasil – distante 330 km de Rio Branco, capital do Estado.
Há meses o magistrado recebia diversas reclamações relacionadas à inoperância da Delegacia. Em resposta aos questionamentos do Judiciário e do Ministério Público Estadual sobre as denúncias, havia a promessa do Governo do Estado de que uma nova unidade seria construída em breve, o que, no entanto, não aconteceu.
Titular da Comarca de Assis Brasil, Hugo Torquato decidiu pela interdição das celas e dos serviços de armazenamento de armas e bens apreendidos, ficando vedado o recebimento de presos, provisórios ou definitivos.
A medida vale enquanto não forem tomadas pela Administração “providências sérias e efetivas voltadas para a construção de uma unidade de Polícia Judiciária que preserve a dignidade e a segurança de presos e policiais e propicie o correto cumprimento das missões constitucionais da Polícia Civil”.


A decisão de natureza administrativa foi divulgada nesta semana, na presença do promotor de Justiça Alekine dos Santos e do Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Acre, Sérgio Quintanilha.
A interdição está de acordo com o que preconiza o art. 66, inciso VIII, da Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/84).
Situação precária
Conforme o relatório (veja aqui) produzido pelo magistrado, “a estrutura física da Delegacia é de uma precariedade incompatível com as atribuições constitucionais da Polícia Civil.”

A unidade funciona em uma casa antiga, sem muros, com janela e porta principais voltadas diretamente para a rua. Há uma pequena recepção improvisada, duas celas com sanitários “entupidos”, sem lavatórios e sem dormitórios. Um único banheiro é compartilhado entre policiais, presos e o público externo.

O relatório atesta que todos os ambientes da unidade são pequenos, com paredes mofadas e mal cuidadas, inclusive com infiltrações. O alojamento dos policiais, por exemplo, "possui um forte cheiro de mofo e comporta apenas um beliche e uma pessoa de pé".

Por sua vez, cada cela possui uma janela que se comunica com o ambiente externo, o que tornam vulneráveis os detentos e os próprios policiais, diante da possibilidade de entrega de objetos aos presos.

O documento aponta ainda diversas irregularidades, como o número de reduzido de policiais, o que ocasiona o fechamento da Delegacia em determinados horários do dia.
“Já houve casos de prisão civil em que o oficial de Justiça pediu que o preso aguardasse em frente à Delegacia até sua abertura. Em outra ocasião, pude presenciar, após uma prisão em flagrante por determinação minha, que a Polícia Militar não teve a quem apresentar a pessoa detida, pois a Delegacia estava inoperante”, destacou Hugo Torquato.
O efetivo local é de seis policiais, quatro deles com média de idade de 60 anos. Apesar de o Município abranger uma área de 2.875.915 Km2, fazendo fronteira com Peru, Bolívia, Sena Madureira e Brasiléia, a Polícia Civil dispõe de apenas um veículo VW Gol e uma motocicleta para realização de todas as diligências da unidade, incluindo transporte de vítimas para perícia. O automóvel, diante da ausência de espaço na Delegacia, fica estacionado na Câmara Municipal.

Embora Assis Brasil se encontre em uma tríplice fronteira, enfrentando problemas como intenso tráfico de drogas e de pessoas para fins de exploração sexual, a Polícia Judiciária não tem qualquer estrutura que a habilite a conduzir investigações. Nem mesmo os expedientes encaminhados pela Polícia Militar têm sido processados a contento”, destaca o relatório.
A Secretaria de Estado da Polícia Civil, por meio de ofício, informou que fixou em 200 litros de gasolina a cota mensal de combustível à disposição da unidade, conforme se concluiu em inspeção dos ofícios recebidos. “Pude perceber que 'a crise dos países europeus' surpreendentemente foi o motivo utilizado para justificar o abandono da Delegacia pela Administração”, ponderou o juiz.
O relatório cita que, em rápido cálculo, todas as atividades da Delegacia devem se limitar ao percurso de 2.400 km mensais (média de 12 km/litro). Nesse caso, apenas para ir e voltar à capital, são percorridos 660 km. Entretanto, o magistrado ressaltou que o transporte de vítimas para perícia, por exemplo, é uma demanda comum no município, sobretudo devido à quantidade expressiva de crimes contra a dignidade sexual cometidos em locais mais afastados.

O delegado de Polícia Civil titular da unidade, José Alves, tomou ciência imediata da interdição, e foi orientado a encaminhar eventuais presos às delegacias dos municípios vizinhos.


FONTE:AGÊNCIA TJAC
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - ASCOM

Aprendendo com Sebastião Viana


NEPOTISMO CASADO

No dia 1˚ de fevereiro de 2011, o então diretor geral do Deracre, Marcus Alexandre, atual candidato do PT à prefeitura de Rio Branco, nomeou a mulher dele, Gicélia Viana da Silva, para responder pelo Departamento de Construção da Infraestrutura de Transporte - cargo de confiança CEC–5, cujo salário é R$ 5,6 mil. Veja a "fofoca" na página 25 da edição nº 10.506 do Diário Oficial do Acre.
  

Atualização às 21h30 

- Não seja injusto, Altino. Você sabe que acabou de publicar uma mentira. Nesse período, Marcus e Gisélia (sic) não eram casados - escreveu ao blog André Kamai, presidente do PT de Rio Branco.

Meu comentário

Eles já eram amantes, namorados ou companheiros, André. Estão casados de papel passado há poucos meses? E as duas crianças que exibem no programa eleitoral? Portanto, eram companheiros. Chama-se tecnicamente de união estável. A lei equipara ao casamento civil para todos os fins legais, inclusive para nepotismo. Veja o que diz a Súmula Vinculante nº 13 do STF: "Nomeação de Cônjuge, Companheiro ou Parente da Autoridade Nomeante ou de Servidor da Mesma Pessoa Jurídica, Investido em Cargo de Direção, Chefia ou Assessoramento em Cargo em Comissão, de Confiança ou Função Gratificada na Administração Pública Direta e Indireta em Qualquer dos Poderes - e Designações Recíprocas - Constitucionalidade - Nepotismo"

Fonte: Blog do Altino

Mulher vai assumir Batalhão de Choque




Cynthiane Maria da Silva Santos será a 1ª mulher a ocupar o cargo no país.
Ela está na PM há 21 anos e trabalhou na segurança do ex-presidente Lula.


Toma posse nesta sexta-feira (19) a primeira mulher a comandar uma tropa de choque da Polícia Militar no país. Cynthiane Maria da Silva Santos, tenente-coronel da PMDF, tem 40 anos e vai assumir Batalhão de Policiamento de Choque e o Patrulhamento Tático Móvel (Patamo).

A tenente entrou na corporação há 21 anos. Em 1999 ela fez especialização no Batalhão de Operações Especiais (Bope), a tropa de elite da PM. Entre 2007 e 2010, ela trabalhou na segurança do ex-presidente Lula.

Cynthiane vai comandar uma equipe de 400 policiais, entre eles há apenas nove mulheres. Em entrevista ao DFTV ela afirmou que seu maior desafio será fortalecer ainda mais o Batalhão de Choque sem deixar de lado a vida em família.

Fonte: PEC 300

Relator condena Dirceu e 10 réus por formação quadrilha



O ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), condenou 11 dos 13 réus acusados por formação de quadrilha, entre eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, apontado como o comandante do esquema. O relator afirmou que eles se associaram para cometer crimes contra a administração pública e contra o sistema financeiro nacional, além de lavagem de dinheiro. A maioria dos réus já foi condenada por esses crimes no julgamento de itens anteriores desse processo.

O ministro considerou que os três núcleos - político, operacional ou publicitário e o financeiro - apontados na denúncia do Ministério Público trabalhavam de forma conjunta para corromper parlamentares com a finalidade de ampliar e manter a base aliada ao governo na época, praticando crime. "Havia divisão de tarefas no grupo, comum aos grupos organizados formados para cometer crimes", disse o ministro.

Delúbio, afirmou o ministro, era responsável por indicar os nomes dos beneficiados e os valores a serem entregues. Esses recursos, continuou Barbosa, eram lavados por meio do Banco Rural, que, por sua vez, ocultava os reais beneficiários nas informações que encaminhava ao Coaf e ao Banco Central. Genoino, afirmou o relator, fazia a "interlocução política do grupo, comandado por Dirceu, formulando propostas de acordo aos líderes dos partidos a compor a base aliada". De acordo com Barbosa, o então presidente do PT afiançava as operações de crédito simuladas, que tinham a finalidade de lavar valores e encobrir a injeção de capital feita pelo núcleo financeiro ao esquema.

O relator do processo entendeu ainda que houve a tentativa de dar uma aparência real ao empréstimo simulado com o pagamento dos empréstimos feitos pelo PT aos credores. Ele contestou a sustentação da defesa na qual a quitação é uma prova de que os negócios eram legítimos.

Para relacionar o núcleo publicitário com os demais núcleos, o ministro ressaltou que o empresário Marcos Valério agia como intermediário, agendando reuniões entre José Dirceu e Kátia Rabello, presidente do Banco Rural e integrante do núcleo financeiro, de acordo com a denúncia do Ministério Público. De acordo com o ministro, o grupo de Marcos Valério teria produzido em torno de 80 mil notas fiscais falsas.

Para condenar os integrantes do núcleo financeiro, o ministro afirmou que eles atuaram para dissimular os reais beneficiários do mensalão, após a realização de empréstimos bancários fraudulentos. "Os integrantes do núcleo financeiro ingressaram na quadrilha em troca de vantagens indevidas". Uma das vantagens segundo o relator, era o interesse no processo de liquidação do Banco Mercantil de Pernambuco, do qual o Rural era acionista.

O ministro condenou José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoino, Marcos Valério, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz, Rogério Tolentino, Simone Vasconcelos, José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Kátia Rabello. O ministro absolveu a ex-vice-presidente do Banco Rural Ayanna Tenório, apontada como participante do núcleo financeiro, e Geiza Dias, ex-gerente financeira da SMP&B, empresa de Valério, do núcleo publicitário.

Relator retoma voto sobre formação de quadrilha

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, abriu nesta quinta (18) a 38ª sessão de julgamento do processo do mensalão. O ministro Joaquim Barbosa, relator da ação penal, deve terminar hoje a leitura do seu voto sobre as acusações de formação de quadrilha. É a última fatia do julgamento, que inclui 13 réus, entre eles o ex-ministro José Dirceu.

A leitura do voto começou na sessão de quarta (17) e Barbosa indicou que cabia a Dirceu a chefia do esquema de pagamentos de parlamentares no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a denúncia, o ex-ministro liderava o núcleo político, composto ainda pelo ex-presidente do PT José Genoino e pelo ex-tesoureiro Delúbio Soares.

Depois de Joaquim Barbosa terminar a leitura das 70 páginas restantes de seu voto, o revisor do processo, ministro Ricardo Lewandowski, começa a votar. Só então os demais integrantes da Corte se posicionam.

O STF trabalha para concluir o julgamento do mensalão até a próxima quinta-feira, dia 25. Na próxima semana, a Corte fará uma sessão extra na terça, 23, a pedido de Joaquim Barbosa, que fará uma viagem para tratamento médico no dia 29. Dessa forma, estão previstas sessões todos os dias de segunda a quinta-feira. Os ministros precisam concluir a votação do capítulo de formação de quadrilha e decidir duas questões em aberto: qual será a decisão da Corte em relação aos quatro réus cujo julgamento terminou empatado e a pena que será imposta a cada um dos condenados.

Fonte: Agência Estado

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Eleger Tião Bocalom será bom para os militares?



Nos últimos dias, alguns amigos da PM e do Corpo de Bombeiros vieram me perguntar o que representaria a eleição de Tião Bocalom para os militares estaduais. A indagação não é por acaso, a força que a oposição está demonstrando nesse segundo turno para tirar a Frente Popular do poder contagiou também os quarteis da capital, os militares estão com Bocalom. Mas em que pontos, a oposição representaria melhorias para a nossa Caserna?

Quando pensamos apenas na esfera municipal e pontualmente nessas eleições, de fato, poucos argumentos conseguimos trazer à mente. É preciso que façamos uma reflexão um pouco mais ampliada e passemos a entender algumas questões do poder.

A Frente Popular, chefiada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), está a mais de 16 anos ocupando o executivo municipal e/ou estadual, sem contar, a esfera federal, indo para os 12 anos. Quando um grupo político se mantem durante tanto tempo assim no poder, de democracias passamos a vivenciar oligarquias, e o Estado passa a ser tratado como bem privado ou pessoal. Um exemplo. Nos primeiros meses de governo, Sebastião Viana nomeou vários parentes seus nas estruturas do Estado, inclusive a uma irmã, a senhora Silvia Helena Macedo, que foi exonerada depois de denúncias do deputado Rocha. Gildo Cesar, casado com a prima do governador, administra o Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (DEPASA). A lista é grande e envolve sobrinha, irmã, tios e primos (confira na imagem reproduzida do jornal O Terminal). Ao todo, ainda de acordo com o jornal citado, o Estado chegou a pagar R$ 1.799.247,20 (um milhão, setecentos e noventa e nove mil, duzentos e quarenta e sete e vinte centavos) para a família do governador, o que representaria R$ 7.196.988 (sete milhões, cento e noventa e seis mil, novecentos e oitenta e oito), em quatro anos de mandato. Essa farra diminuiria com o Bacalom na prefeitura, já que existem cargos nessas situações no executivo municipal. Melhoria na questão moral.

Clique na imagem

Outro ponto que gostaria de levantar diz respeito ao tratamento que o governo daria para os representantes das categorias dos servidores públicos nas mesas de negociação se Bacalom ganhar. Quem não lembra da arrogância do Nepomuceno Carioca com os militares? Eles destrataram a categoria e chegaram a anunciar 1% de reajuste salarial, foi preciso a manifestação dos dias 13 e 14 de maio de 2011 para fazer o governo rever a própria proposta e sugerir os 20% parcelado em quatro vezes. Se o PT perder a prefeitura de Rio Branco, saberá que, se não mudar de atitude perante os servidores, fatalmente perderá também o governo estadual. Assim como nas regras do mercado, a competitividade entre executivo municipal e estadual fará com que a população seja beneficiada, já que a Frente Popular correrá atrás do prejuízo de todas as formas para não perder a hegemonia no Acre.

No próximo ano, 2013, o Deputado Major Rocha estará debatendo com a categoria e com as associações e clubes o novo regulamento disciplinar. A força de mobilização militar e, ao mesmo tempo, a receptividade do governo frente aos anseios da tropa ocasionados pela pressão de não perder o governo, tornará mais fácil a aprovação do projeto. O parlamentar já está concluindo os trabalhos junto com uma equipe de advogados para apresentar o melhor regulamento para a categoria. A questão, neste caso, não é o candidato tucano em si, mas o que ele representa dentro desse cenário político. Alguém duvida que o Sebastião Viana vá querer perder o governo estadual, caso não seja condenado no Supremo Tribunal Federal?

Por fim, a versão de personalidade que demonstra o governador Sebastião Viana ao visitar os quarteis não esconde o medo de perder a prefeitura de Rio Branco, muito menos nos faz esquecer que ele mesmo já havia feito uma visita como esta para ameaçar policiais e bombeiros militares de prisão e uso irrestrito do regulamento disciplinar e do Código Penal Militar. Ele e nós sabemos que a Frente Popular perdeu a maioria dos municípios e que se não der o passo certo perderá também o executivo estadual. Bacalom poderá representar o fim da política oligárquica do PT e novos ventos para as categorias militares. Permitam-me repitir, não o candidato em si, mas a questão política que ele representa.

O poder nas mãos de poucos nunca resultou em coisa boa e, na maioria das vezes, gerou opressão, gerou a ditadura.

SGT PM da turma de 2000
Obs.: Caro administrador, apresentei a você a minha opinião, mas não divulgue meu nome.

PMAC abre inscrições para CHOA 2012/2013


Imprensa/PMAC
O comandante geral da PMAC, coronel José dos Reis Anastácio, assinou na manhã desta segunda-feira (15), a Portaria nº 059/DEI/2012, abrindo inscrições com 24 vagas  para o Curso de Habilitação de Oficiais Administrativos-2012/2013 (CHOA). Do total de vagas, duas (02), estão destinadas aos Bombeiros Militares do Acre.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Governo pretende instalar câmera e aparelhos de áudios em viaturas a partir de novembro


Medidas ainda não foram adotadas ostensivamente por causa das eleições

As eleições estão chegando ao fim e o governador Sebastião Viana já começa a colocar as unhas de fora. Com o objetivo de vigiar os militares e ter acesso a conversas, a secretaria de segurança pretende implantar, a partir do próximo mês, câmeras e aparelhos de áudio nas viaturas da PM e do Corpo de Bombeiros. A informação partiu de militares que atuam no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (CIOSP) na manhã de hoje, 16.

Segundo os militares, os serviços de monitoramento já estão sendo executados nas delegacias de polícia civil.

- Já temos casos de policiais militares que foram indiciados por causa de câmeras em delegacias, afirmou o sargento do CIOSP.

A discussão divide os militares. Os críticos da medida afirmam que o Estado está promovendo uma invasão na vida do policial.

- A câmera é interessante, mas o áudio não é. É desconfortável saber que tudo aquilo que converso dentro de uma viatura estará sendo ouvido por pessoas dentro de uma sala reservada na Secretaria de Segurança, declarou um sargento do 1º BPM.

Para outros, no entanto, os aparelhos é uma oportunidade de ter elementos concretos a favor dos policiais no tocante a ocorrências.

- Me disseram que o Ciosp irá monitorar os percursos das viaturas em um telão baseado no GPS e terão também acesso ao vídeo e áudio das viaturas, isso fará com que pedidos de auxílio em ocorrências sejam rapidamente atendidos, argumentou um soldado.

Os militares do CIOSP afirmaram ainda que a medida ainda não foi adotada ostensivamente por causa das eleições.

- Eles querem eleger o candidato deles, em novembro as viaturas passarão a sumir e reaparecer com os aparelhos instalados, o medo deles é que essa atitude soe mal nas tropas da PM e do Corpo de Bombeiros, afirmaram.

Governo do Acre recebe quase R$ 4 milhões para investir em segurança na fronteira

Fonte: Internet

O Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) liberou mais uma parcela do convênio para a execução das metas previstas na Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras (Enafron). Foram liberados R$ 3,9 milhões que serão investidos na estruturação e no fortalecimento das polícias civil e militar nos municípios acreanos que fazem fronteira com a Bolívia e com Peru.
O objetivo central é fortalecer a repressão no combate aos crimes típicos da região de fronteira, através da promoção da cooperação intergovernamental e interinstitucional em segurança pública, nas áreas de planejamento, atuação tático-operacional e intercâmbio de dados, informações e conhecimento, por meio de ações repressivas, preventivas e integradas, através da estruturação, ampliação e reaparelhamento das unidades de policiamento rodoviário, unidades de policiamento fluvial, núcleos de inteligência, inovação tecnológica e as unidades e postos integrados de polícia militar, civil e perícia.
O montante liberado faz parte do total de mais de R$ 13 milhões que serão investidos nesta área ainda em 2012. Os recursos serão destinados para a estruturação das unidades de polícias rodoviárias estaduais nos municípios de Brasileia, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira e Plácido de Castro; na estruturação de unidades policiais para atuação em vias fluviais em Cruzeiro, Sena Madureira e Plácido; e ainda no fortalecimento da inteligência de segurança pública em Assis Brasil, Brasileira, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Feijó, Sena Madureira e Plácido de Castro.
O projeto apresentado pelo Governo do Acre e aprovado pela Senasp inclui também o reaparelhamento dos centros e postos integrados de segurança pública e fiscalização, e das unidades policiais nos municípios fronteiriços.
Fonte: Agazeta.net

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Não se trata de Rio Branco, mas o texto é interessante


A POLITIZAÇÃO DOS MILITARES: AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NAS ELEIÇÕES DE 2012

Como observador atento da questão da politização dos militares podemos dizer que sua atuação foi dentro do esperado, podendo ser considerada como excelente. A politização de uma categoria não é algo que ocorre de maneira rápida, ainda mais em se tratando de militares.
Não podemos esquecer as lutas travadas ainda na década passada pelos organizadores da APEB e de outras instituições criadas por militares com o fim de defender seus interesses. As associações e os dirigentes, geralmente praças, foram atacados por todos os lados pelas instituições e até por alguns dos colegas. Uma das acusações mais freqüentes era que eles queriam se eleger, como se isso fosse algo ruim para a categoria.
Outra acusação, a que mais pesou na justiça, foi a que dizia que se tornariam sindicatos militares e haveria greves e mobilizações ilegais. Sabemos que essa nunca foi a intenção. Graças às associações e seus sites que muitos de nós fomos esclarecidos sobre nossos direitos e como responder legalmente em caso de abuso de autoridade, assédio moral etc.
Ainda na década passada alguns militares que se candidataram foram compulsoriamente transferidos para locais longínquos, muitos já conseguiram reverter a situação.
A politização da categoria está ocorrendo, e numa velocidade bem maior do que na verdade poderíamos supor, somente nessas eleições tivemos conhecimento de mais de doze militares eleitos para vereadores e um para prefeito, fora o que não soubemos ainda.
Parabéns aos policiais militares que em várias cidades conseguiram eleger representantes. Foi um mais um passo para a valorização da categoria em nível nacional. Em Fortaleza elegeram um vereador que provavelmente será o presidente da Câmara por conta de sua expresiva votação e, segundo informações, em Palmas um representante policial é o vice-prefeito eleito.
Para os militares das Forças Armadas, há necessidade agora de, após o descanso dessa batalha, rever as estratégias e traçar os planos para as próximas eleições. No Rio de janeiro pelos votos obtidos pelos candidatos a vereador temos condição de eleger pelo menos um Deputado Federal. É necessário que sejamos humildes e pacientes, não adianta todo mundo querer se candidatar. Deve-se procurar chegar a um consenso sobre quem é o candidato mais apto a reunir a categoria.
Em Goiás parece que temos um candidato natural para Dep. Federal, que foi eleito com um número expressivo de votos, no Rio também temos um militar que recebeu mais de 3.000 votos, além dos outros que acumularam centenas de votos.  Até Um prefeito foi eleito entre os candidatos militares, no Piauí.  Em outras cidades temos pessoas de expressão e cremos que poderá haver uma mobilização nacional em torno da proposta de eleger representantes nas próximas eleições. O que falta, e é urgente, é uma associação em nível nacional, mesmo que virtual, mas que atue racionalmente para congregar a categoria.
Devemos responder e desestimular qualquer comentário depreciativo em relação aos resultados alcançados e sobre a pretensão de construir uma representação política. A máquina eleitoreira é muito grande, temos que lembrar que não temos empresários, sindicatos e grandes associações que financiem nossas campanhas. São militares assalariados que aplicaram os próprios recursos tentando galgar um cargo político. Quantos de nós fizemos uma doação de campanha para algum deles? Olhando por esse prisma somente temos que parabenizar esses guerreiros que conseguiram expressiva votação, mesmo os não eleitos, pois fizeram com que renovássemos a fé de que em breve alcançaremos êxito nessa batalha.
Robson A.S. – Sociólogo – Militar. http://sociedademilitar.com


Acesse o Artigo Original: http://www.uniblogbr.com/2012/10/a-politizacao-dos-militares-avaliacao.html#ixzz29QCdeMkJ

Oficial da Reserva da PM de 83 anos é torturado e morto quando bandidos viram fotos dele fardado


PM aposentado é assassinado dentro de casa. O oficial de 83 anos teria sido torturado e morto quando bandidos viram fotos dele fardado quando jovem.

Dois homens torturaram e mataram o oficial reformado da Polícia Militar Irineu Marolla, de 83 anos, dentro da casa onde ele morava, no Jardim Tremembé, Zona Norte.
Às 21h de anteontem, a PM recebeu um chamado sobre supostos assaltantes que teriam pulado o muro de uma casa na Rua Vila Cariri.
Quando chegaram ao local, os PMs tocaram a campainha e não foram atendidos. Por isso, decidiram invadir a casa. O imóvel estava todo revirado, segundo relato dos policiais.
O oficial foi encontrado morto dentro do quarto. Irineu tinha marcas no rosto e na cabeça, indicando que ele sofreu diversas agressões. Os braços do aposentado estavam amarrados e  havia um pedaço de pano enrolado em seu pescoço.
Irineu era viúvo e morava sozinho na casa. Por isso, a polícia ainda não sabe se os criminosos levaram objetos ou dinheiro.
O caso foi registrado como homicídio qualificado e vai ser investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
A investigação acredita que a intenção dos ladrões era assaltar a casa, mas decidiram matar Irineu quando viram fotografias em que ele aparece fardado espalhadas pela sala. Ao lado do corpo, havia um capacete da Polícia Militar. Roubos a residências são comuns no bairro durante feriados, afirmam moradores.
Com a morte de Irineu, chega a 80 o número de PMs, ativos e inativos, assassinados em São Paulo só neste ano. Segundo o Comando da PM, em 41 casos há indícios de execução. Do total de PMs mortos, 15 já não prestavam serviço para a corporação. Em 2011, foram 47 PMs assassinados. Existe a suspeita de que os ataques a policiais sejam ordenados pelo crime organizado.
THAÍS NUNES (Diário de São Paulo)


Acesse o Artigo Original: http://www.uniblogbr.com/2012/10/oficial-da-reserva-da-pm-de-83-anos-e.html#ixzz29QBQXB3z

Em gravações, criminosos ordenam execução de policiais militares em SP



PF, MP e Polícia Civil de SP investigam participação de facção nos crimes.
Conversas dos criminosos foram gravadas com autorização da Justiça.
Investigações da Polícia Federal, do Ministério Público e da Polícia Civil paulista conseguiram registrar conversas de criminosos nas quais eles ordenam e até estabelecem prazo para a execução de policiais.
“Tem um ‘salve’ para passar aqui”, diz um deles, em uma gravação. Na gíria do crime, "salve" significa um comunicado de uma quadrilha para criminosos que estão presos, e também para os que estão nas ruas. Gravações obtidas pela reportagem do Fantástico revelam que um desses “salves”, enviado em agosto passado, era para matar policiais.
A conversa prossegue:
“Se eles pegar (sic) um de nós, na covardia, cai dois deles.”
“Então, já era, é isso que eu gosto.(risos)”
Os criminosos dão prazo para a execução dos policiais: “Fica determinado o prazo de 10 dias para ser concluída a cobrança.”
No último dia 3 de outubro, câmeras de segurança registram a execução do soldado Fábio de Sá, em São Vicente, litoral paulista.
Segundo testemunhas, o policial Fábio Passos de Sá estava em frente a um depósito de metais quando dois homens chegaram em uma moto e efetuaram vários disparos contra ele. O PM, que não estava fardado, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Fábio tinha 35 anos e estava há 12 na corporação.
Pela primeira vez, a mulher dele falou sobre o assassinato. “Uma pessoa honesta, trabalhadora, pai de família, indo embora só por causa de uma profissão”, disse.
Nos dois dias seguintes à morte do policial, aconteceram 11 assassinatos na Baixada Santista. Em nenhum desses, a vítima era da Polícia Militar. Os atiradores ainda não foram identificados. Investigações apuram se existe um grupo de extermínio na região, formado por policiais.
Depois dessa sequência de crimes, mais uma morte de um policial militar: no dia 7 de outubro, em Santos, a vítima foi o sargento Marcelo Fukuhara. Há cerca de um mês, segundo a família, ele se envolveu em uma operação em que três rapazes foram mortos. Na versão da polícia, houve troca de tiros.
Morte planejada
À reportagem do Fantástico, a mulher do sargento disse que bandidos foram flagrados em telefonemas planejando a morte dele. “Apareceu uma história assim: o japonês, o anjo da guarda dele é forte, mas uma hora ele vai dormir”, contou Rosana Gonçalves, viúva do sargento Fukuhara.
Ela conta que os superiores do marido sabiam das ameaças, mas nenhuma providência foi tomada. “Nunca, formalmente, meu marido foi escoltado. Eu espero que os comandantes, honrem a farda que eles vestem, que eles busquem quem tirou a vida do meu marido”, disse.
Em entrevista concedida logo após a morte do marido, Rosana afirmou que Marcelo recebia ameaças há mais de um ano e que isso já era de conhecimento do comando da Polícia Militar. Segundo ela, haveria, inclusive, uma suposta gravação entregue à polícia, logo depois de uma operação no Morro do São Bento, em Santos, comandada por Fukuhara, em que um homem dizia que o sargento iria morrer.
Nesta operação, três homens foram mortos em um suposto confronto com a Polícia Militar. Ela afirmou ainda que Marcelo apenas tinha amigos, que se preocupavam com ele. E que ninguém da Polícia Militar a tinha procurado até esta quinta-feira (11).
Um dia depois da morte do sargento Fukuhara, o alvo foi o soldado Hélio de Barros, assassinado em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, em um posto de combustíveis, onde fazia um bico. Em menos de cinco horas, num raio de dois quilômetros, outras sete pessoas foram mortas.
A Polícia Civil e a Corregedoria da Polícia Militar investigam se policiais militares estão envolvidos nas mortes de sete pessoas e na tentativa de assassinato de outras seis vítimas entre a noite do último dia 8 e a madrugada do dia 9, terça-feira passada, em Taboão da Serra e Embu das Artes.
“De um lado, tem uma maior capacidade do estado na repressão do delito. Do outro lado, infelizmente, uma resistência por parte dessa delinquência. A população pode e deve permanecer tranquila porque haverá aplicação da lei”, afirmou Márcio Elias Rosa, procurador-geral de Justiça
Escutas autorizadas
O Ministério Público e as polícias Civil e Federal investigam a facção que age dentro e fora dos presídios paulistas. Em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, integrantes desse bando declaram guerra contra a PM. Foi em uma conferência, com vários criminosos, em agosto passado.
Um suspeito de chefiar a quadrilha do lado de fora das cadeias lê uma mensagem: “Em cima das execuções covardes, realizadas pelos policiais militares, partindo diretamente da Rota, a resposta será à altura, pois sangue derramado se cobra do mesmo modo”.
Antes desse "salve” geral, a ação da Rota com o maior número de mortes este ano tinha acontecido em maio, na Zona Leste de São Paulo: seis homens morreram, segundo a versão da polícia, em uma troca de tiros.
Mas uma testemunha disse ter presenciado um desses suspeitos levar chutes e ser executado. Três policiais estão presos, acusados dessa morte. “O que nós devemos fazer é investigar, identificar, prender, processar essas pessoas, e não matá-las”, declarou o promotor de Justiça Roberto Wider.
A mensagem da quadrilha tem a matemática do crime. A cada comparsa morto - chamado de "irmão" -, dois policiais devem ser executados. “A partir dessa data, 8/8/2012, foi determinado como missão cobrar a morte do irmão à altura, executando dois policiais da mesma corporação que cometeu o ato da covardia”, diz um criminoso.
E se o prazo de 10 dias para matar os pms não for cumprido... “Caso não for tomada atitude nesse prazo e cobrada a morte do irmão, caberá punição rígida. Boa sorte para todos.”
Tenebroso
As escutas telefônicas indicam que a ordem para executar policiais militares tem que ser repassada para o maior número possível de criminosos, em várias partes do estado:
“49 já pegou(sic) o salve.”
“Entendeu tudo. O salve é tenebroso, velho.”
Mês passado, em Santo André, no ABC, a polícia encontrou explosivos com dois integrantes da quadrilha. Eles levavam este outro comunicado: "Tem que matar os 'botas'. Deve usar bombas e armas pesadas. Sem dó". Bota significa policial militar.
“A diligência foi realizada pela Polícia Militar. Isso foi encaminhado para Polícia Civil, foi lavrado o flagrante. As duas corporações da polícia têm conhecimento desse recado da facção criminosa”, disse o promotor Roberto Wider.
Segundo as investigações, um grupo de criminosos obedeceu as ordens da quadrilha e matou dois policiais do interior do estado, em setembro.
Os assassinos falam em código:
“Você sabe se o pessoal de Araraquara, o irmão lá, alugou a casa?”
“Não.”
Policiais federais, policiais civis e promotores que escutaram mais de 100 horas de gravações não têm duvida: "alugar uma casa" quer dizer "matar um policial".
De acordo com as investigações, em 13 de setembro, um criminoso da região de Araraquara avisou que a morte de um policial estava próxima:
“O pessoal falou que entre hoje e amanhã, vai alugar.”
“Fechou.”
No dia 14 de setembro, em São Carlos, o soldado Marco Aurélio de Santi foi assassinado. No dia seguinte, na vizinha Araraquara, bandidos executaram o sargento Adriano Simões da Silva.
Segundo as investigações, os assassinatos foram confirmados por telefone:
“A casa foi alugada mesmo?”
“Foi, foi.”
Crime organizado
A reportagem do Fantástico procurou o Governo do Estado e a Secretaria de Segurança Pública para falar sobre essas gravações, mas eles não quiseram se pronunciar. Durante a semana, o governador e o secretário deram entrevistas sobre a recente onda de violência.
“Fica muito cômodo debitar tudo a uma facção criminosa, mas na realidade o crime é muito bem organizado. E nós estamos combatendo e isso está causando uma série de preocupação para eles e há essa revolta. Há um oportunismo. Pode fazer acerto de contas e debitar na polícia esse momento que estamos passando”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto.
“Morte de policiais é uma forma do crime intimidar o Estado. E o Estado não vai ser intimidado”, declarou o governador Geraldo Alckmin.
Cinco mil policiais que trabalhavam em serviços burocráticos ou estavam participando de cursos foram para ruas do Estado de São Paulo para reforçar a segurança.
A família de uma mulher casada com um policial adotou medidas para se proteger. “A gente não pode mais sair com os filhos, que está propenso a gente ser alvejado por esses criminosos. A gente não pode falar que o nosso esposo é policial. a gente vive escondido”, disse.
Fantástico: “E ele pensa em abandonar a profissão?”
R – “Não. Não pensa. Mesmo indignado, ele vai continuar.”
(G1).


Acesse o Artigo Original: http://www.uniblogbr.com/2012/10/salve-geral-em-gravacoes-criminosos.html#ixzz29Q9fUkst

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A cara de um traíra


Sargento Vieira declara apoio a Marcus Alexandre no segundo turno

Fonte: Blog 4 de Maio

Em reunião na manhã desta quinta-feira (11), com o governador Tião Viana e o presidente regional do PT, Leonardo de Brito, o vereador Sargento Vieira (PPS) declarou que vai apoiar o candidato da Frente Popular, Marcus Alexandre, na disputa pela prefeitura de Rio Branco neste segundo turno. 

Vieira foi candidato a reeleição para vereador de Rio Branco e obteve 617 votos, ficando como suplente pelo PPS na coligação Produzir para Empregar I.

Acompanhado também do ex-deputado federal Ilderlei Cordeiro (PP), Vieira disse que acredita que Marcus Alexandre reúne as melhores condições para administrar a capital do Acre e que por isso, apesar de ter apoiado seu opositor no primeiro turno, no segundo está disposto a ajudar a eleger o petista. 

Fonte: Página 20

O Blog disse que ele era um traidor. Confira matérias.


Bombeiros afirmam que carro-pipa foi usado para dar banho em crianças no Segundo Distrito


Incêndio no bairro 15 poderia ter sido mais rapidamente combatido

Fonte da Imagem: Ecos da Notícia

A busca para se aproximar da sociedade e elevar a imagem da instituição às vezes tem um preço. Foi o que aconteceu ontem, 10, no segundo distrito da capital com o batalhão do Corpo de Bombeiros.

Depois de atender a uma demanda nada justificável de dar banho em crianças no Taquari, um carro-pipa foi acionado para conter um incêndio na rua Boulevard Augusto Monteiro, ocasionado pela dona de casa, a senhora Antonia Araújo Cabral. Mas quando a viatura chegou ao local da ocorrência, a água no tanque foi insuficiente para dar conta do sinistro.

De acordo com os bombeiros, outra viatura que se encontrava no bairro Preventório foi acionada e somente depois de alguns valiosos minutos o sinistro foi combatido.

- A nossa preocupação era de que o incêndio passasse para as outras casas. Por isso a gente faz o trabalho de resfriamento em volta do sinistro. Se o carro do segundo batalhão tivesse com o tanque cheio como deveria está, não teríamos tido muito trabalho, declarou o militar.

As ações na localidade é comandada pelo tenente-coronel Costa que determinou o atendimento no Taquari.

- Agora somos responsáveis por dar banho em crianças, onde vamos para com isso?, indagou.

Ainda na noite de ontem, outro incêndio foi registro, dessa vez no conjunto esperança.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Ato público se torna em grande caminhada da oposição unida com Tião Bocalom


Jairo Carioca – Eleições 2012

Animada com os bons resultados conquistados no primeiro turno, tanto em Rio Branco, como no interior do estado, a oposição realizou um grande ato público na manhã desta quarta-feira (10), no centro de Rio Branco, com a presença de Tião Bocalom, o senador Sérgio Petecão [PSD], os deputados federais Márcio Bittar [PSDB], Gladson Cameli [PP], Flaviano Melo [PMDB] e os ex-candidatos a prefeito, Fernando Melo [PMDB] e Leôncio de Castro [PMN].
O que deveria ser um simples ato de apoio se tornou numa gigantesca caminhada. De frente da Assembleia, os líderes da oposição saíram de braços dados até o Terminal Urbano. Com gritos de “oposição unida, jamais será vencida” a caminhada foi muito bem recepcionada por onde passou. Nas ruas centrais da capital, trabalhadores dos comércios, funcionários públicos, taxistas, autônomos, disseram sim a união da oposição. No Calçadão Rio Branco, a manifestação contagiou a todos. A caminhada terminou com um comício improvisado no Terminal Urbano onde Tião Bocalom recebeu apoio de prefeitos eleitos no interior do Estado.
O senador Sérgio Petecão fez questão de subir no ponto mais alto do pequeno carro de som colocado no final do calçadão e dar um abraço em Tião Bocalom. Enrolado em uma bandeira 45, disse que “sempre defendemos que no segundo turno estaríamos juntos com o candidato melhor colocado. Bocalom representa a oposição e juntos vamos tirar o PT do poder porque essa é a vontade do povo”, declarou Petecão.
Flaviano Melo também pediu votos para Bocalom, afirmou que o PMDB jamais apoiará os comandantes do mensalão. “O PMDB agora é 45, quem votou em Fernando Melo no primeiro turno, vota 45, Tião Bocalom prefeito”, disse Flaviano.
Leôncio de Castro falou sobre a alternância de poder. “Rio Branco tem que sair desta monarquia, o povo vai dar agora no segundo turno o recado final em favor da democracia, quem votou em mim, aqueles que não votaram mais que acreditam na união das oposições, agora é hora de mudar, sim nós podemos, é Tião Bocalom”, disse Leôncio.
O deputado federal Márcio Bittar falou da importância da oposição não apenas para ganhar as eleições, mas para Tião Bocalom fazer uma gestão de excelência. “Com o apoio do senador Sérgio Petecão e de quatro deputados federais, Rio Branco será uma das capitais com maior volume de recursos para investir bem em setores prioritários como saúde, educação, infraestrutura e outras prioridades. Cruzeiro do Sul é exemplo dessa união, Wagner Sales conseguiu o maior volume de recursos da história”, comentou Marcio Bittar.
Tião Bocalom voltou a agradecer a votação do primeiro turno e disse que Rio Branco vai ganhar com a união de todos. “Eu quero agradecer e acima de tudo pedir que neste segundo turno, o povo volte a depositar com mais intensidade, sua confiança nesse projeto de oposição que deseja mudar esse modelo que está implantado no poder, que sonha em fazer uma administração diferente, participativa e para todos” disse Bocalom.
No final da tarde de ontem, Tião Bocalom e as lideranças da oposição, fazem caminhada no bairro São Francisco e Eldorado, na Regional III da capital.
Fonte: Ac24Horas

Partidos de oposição se reúnem e declaram apoio a Tião Bocalom no 2º turno


Ray Melo,
da redação de ac24horas
raymelo@ac24horas.com
A oposição vai marchar unidade no 2º turno das eleições municipais de Rio Branco. Os líderes de oposição se reuniram na manhã desta terça-feira, 09, na sede do PMDB e declararam apoio ao candidato a prefeito da capital, Tião Bocalom (PSDB).
Segundo os representantes de legendas oposicionistas, as conversas teriam iniciado no domingo, após a apuração. O candidato tucano contará com o apoio de Antônia Lúcia (PSC), Fernando Melo (PMDB), Leôncio Castro (PMN) e professora Peregrina (PSOL).
O senador Sério Petecão (PSD), os deputados ferais Galdson Cameli (PP), Márcio Bittar (PSDB), Flaviano Melo (PMDB) e a vereadora mais votada de Rio Branco, Eliane Sinasique (PMDB) também estiveram no evento de apoio ao tucano Bocalom.
Os oposicionistas unificaram o discurso e justificaram que teriam saído com candidaturas próprias no 1º turno, para que seus partidos fossem apresentados à população. Os líderes partidários dizem ainda, que os partidos saíram fortalecidos do pleito.