quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Resposta ao e-mail enviado pelo Policial do Administrativo do 1º BPM

Não é novidade pra ninguém que os policiais administrativos do 1° BPM são beneficiados com relação aos demais. Não somente quanto a escala do serviço extra remunerado, mais em todos os demais assuntos deste BPM.

1° - Quando existia um tal serviço para que fosse completada a carga horaria, eles não tiravam. Lembrando que teoricamente eles trabalham 6h por dia que daria um total de 30h semanal. Enquanto isso todos os outros setores do batalhão tinha que trabalhar 40h semanais.
(ah! Espera ai. Eles iram alegar que estavam escalados ate às 15h. Detalhe, nunca ninguém viu um deles lá no período da tarde)

2° - Sabem por que a Sgt PM Sineide foi tirada da sagenteação?

Com certeza por incompetência não foi. Já que todos do Batalhão estavam satisfeitos com o serviço que ela vinha prestando, ela estava botando ordem na casa, principalmente quanto aos serviços extras remunerados.

Mais sim, ela foi tirada porque mesmo? Foi tirada por que uma praça da administração não estava satisfeito com a queda no seu numero de serviços extra remunerados, e foi questiona-la. O que gerou uma discussão. E sabem o que aconteceu? Os oficiais ou um (a) oficial do BPM ficou do lado da praça, punindo por esta. Então, não mais justo de que a Sgt PM Sineide profissional de caráter que é, colocasse o cargo a disposição.

Sendo que este fato foi um dos pontos que gerou uma discursão entre “um” POLICIAL MILITAR que servir atualmente no grupamento AGUIA, e uma policial militar feminina que serve e sempre ira servir na ADMINISTRAÇÃO.

Devido ao medo de represálias e perseguições peço que não publiquem meu e-mail.
Desde já agradeço o direito de resposta.

Nota de Pesar


O Blog 4 de Maio junto a todos os militares estaduais do Acre manifestam o mais profundo pesar pelo falecimento do Sargento PM Francisco Evilázio de Souza Bezerra, ocorrido na noite desta quarta feira (21), no município de Taraucá. Que Deus ilumine os familiares e amigos deste irmão de farda.

Mais um PM é assassinado

Policial Militar é assassinado em Tarauacá: crime foi passional

Mais uma notícia ruim abalou a cidade e o povo de Tarauacá. Na noite desta quarta feira o Policial Militar Evilásio foi assassinado com uma facada no peito em sua residência no Bairro Avelino Leal.
De acordo com informações colhidas pelo blog do Accioly diretamente com o comando da PM e o Delegado de Polícia, Evilásio estava em sua residência com uma garota que supostamente seria sua namorada, quando sua amante conhecida por Elioneide entrou e esfaqueou a garota e, ainda, desferiu uma facada fatal no peito do policial. Evilásio morreu a caminho do Hospital.
Elioneide já se entregou à polícia e se encontra presa na Delegacia de Tarauacá.
A garota que foi esfaqueada sobreviveu e já conversou inclusive com o delegado sobre os fatos ocorridos.
O Comandante Gonzaga que se encontra muito transtornado e triste disse ao que na tarde de quarta feira conversou muito com Evilásio, que estaria de malas prontas para viajar para Rio Branco nesta quinta feira.
O corpo deve ser velado na casa de sua mãe e será sepultado no final da tarde no Cemitério São João Batistas com todas as honras militares que lhe são de direito.
Evilásio pertencia ao pelotão de elite da PM de Tarauacá. Nesta quinta feira o Comando da Polícia Militar deverá publicar uma nota oficial se manifestando sobre o acontecido.
Elioneide
Segundo informações, Evilásio e Elioneide mantinham um relacionamento conturbado há mais de 3 anos, o que teria levado, inclusive, o mesmo a se separar de sua esposa a Professora Liberdade.
Havia muita movimentação no Hospital Dr. Sansão Gomes onde policiais, amigos, familiares, profissionais de saúde e curiosos compareceram para acompanhar o desenrolar dos fatos.

Irresponsabilidade de Oficial

Ceará: Manifestantes ´cercam´ governador Cid Gomes

Cel. Brasil da Casa Militar, agride mulher de PM e puxa arma para manifestantes. Veja o vídeo:


Policiais militares e bombeiros protestaram e impediram a passagem do veículo guiado pelo chefe do executivo

Terminou em tumulto e muito empurra-empurra a caminhada dos policiais militares e bombeiros pela campanha salarial, durante a manhã de ontem, no Centro da Capital. Os manifestantes ´cercaram´ o governador do Estado Cid Gomes na saída da estação do Metrofor, na Avenida Tristão Gonçalves, onde ele fazia uma visita e tentaram impedir a saída do chefe do executivo estadual do local, jogando garrafas, xingando e bloqueando a passagem da comitiva oficial.

O reduzido efetivo policial do Batalhão de Choque,- apenas uma patrulha do Comando Tático Motorizado (Cotam)- e os seguranças da Casa Militar não conseguiram impedir que uma ´onda vermelha´ formada por policiais militares, bombeiros, policiais civis e parentes dos militares rodeassem a caminhonete Pajero, guiada pelo próprio governador e tentassem impedir a passagem do veículo.

Acuado e orientado pelo chefe da Casa Militar, coronel PM Joel Brasil, Cid Gomes saiu pela contramão da Avenida Tristão Gonçalves, mas o veículo foi perseguido e cercado novamente. Alguns manifestantes xingavam o governador e outros tentavam mostrar os comprovantes salariais.

Apesar do esforço da segurança, o veículo não conseguia imprimir velocidade. Alguns manifestantes chegaram a deitar no chão com o objetivo de evitar a passagem da caminhonete.

Cid continuou guiando o veículo pela Rua Meton de Alencar e foi seguido pela multidão. Enquanto isso, repórteres que estavam no local e manifestantes eram empurrados por membros da segurança oficial e também por outros manifestantes. O governador fez uma conversão a direita na Rua 24 de Maio e, finalmente, saiu do ´cerco´.

Visita

Cid Gomes fazia uma visita a Estação São Benedito, que faz parte da linha sul do metrô, quando os manifestantes chegaram ao local. Eles haviam saído em caminhada da Praça do Ferreira gritando palavras de ordem contra o chefe do executivo estadual. Depois da confusão, a multidão seguiu para o Quartel do 5º Batalhão.

Fonte: Diário do Norteste


Vídeo: Cid Gomes é cercado e Coronel Brasil puxa arma

Coisas do PT

Reportagem Especial: Impunidade anunciada


A articulação do PT para absolver a quadrilha do mensalão

Ministro diz que, como o julgamento dos mensaleiros só deve acontecer em 2013, muitos dos crimes podem prescrever. A afirmação preocupante criou um enorme mal-estar entre os colegas no Supremo Tribunal Federal

Bem Devagar: Indicado por Lula, amigo da família do ex-presidente e próximo aos petistas, o ministro Ricardo Lewandowski está no centro de várias celeumas envolvendo o julgamento do mensalão. Na semana passada, o ministro Cezar Peluso mandou liberar cópias do processo para não atrasar ainda mais o desfecho do caso 


Em fevereiro de 2006, o desembargador Ricardo Lewandowski foi indicado pelo presidente Lula para ocupar uma cadeira na mais alta corte do país, o Supremo Tribunal Federal. Era o primeiro ministro nomeado pelo petista desde a descoberta, no ano anterior, do escândalo do mensalão, o maior esquema de corrupção da história do país. Ao ser entrevistado por emissários do Planalto e conversar com Lula antes da indicação, Lewandowski já tinha plena consciência de que teria, nos anos seguintes, a missão de julgar o processo que resultaria da revelação de que o governo do PT pagara mesada a parlamentares em troca de apoio político. O ministro não só conhecia essa realidade como era próximo a figuras de proa do partido. Formado na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, berço sindical do petismo, e professor com mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo, ele conhecia a família Lula desde jovem. Sua mãe, por exemplo, era vizinha da ex-primeira-dama Marisa Letícia. Relações pessoais com poderosos não impedem ninguém de assumir cargos públicos de relevo. Para assentos no STF, são exigidos notório saber jurídico e reputação ilibada. Além desses dois requisitos constitucionais, espera-se de um ministro da suprema corte independência com relação ao presidente da República que o indicou. É nessa seara que a movimentação de Lewandowski tem causado apreensão.

Desde que foi empossado, sua atuação só chamou atenção quando foi portadora de maus presságios — para a opinião pública e as instituições — sobre o caso do mensalão. Na semana passada, essa situação chegou ao paroxismo. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, ele informou que só pretende concluir seu voto no processo em 2013 — o que prorrogaria ainda mais o desfecho do caso, cuja conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2012. Por trás de uma questão meramente temporal há uma série de desdobramentos políticos, todos eles favoráveis ao PT e à camarilha que figura como ré no processo. O próprio Lewandowski admite que, com o adiamento, poderá haver prescrição de boa parte dos crimes imputados aos mensaleiros. Entre os quais, o de formação de quadrilha, acusação que pesa sobre os ombros do comissário José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil.

A Toque de caixa: O ministro Joaquim Barbosa deverá concluir seu relatório no início do ano que vem para, ao contrário do que querem os mensaleiros, começar o julgamento em abril


Outro possível desdobramento tende a influir no mapa dos votos. No próximo ano, os ministros Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto terão de se aposentar. Os dois fazem parte de um grupo de cinco ministros apontados como defensores da condenação dos réus. Se Lewandowski consumar o adiamento para 2013, Britto e Peluso não participarão do julgamento. Darão lugar a substitutos indicados pela presidente Dilma Rousseff. Se depender do PT, tais substitutos serão camaradas exemplares e, obviamente, pró-absolvição. Desde 2006, o partido conseguiu emplacar ministros com esse perfil mais amigável. Dilma manteve a toada com a recente nomeação de Rosa Maria Weber, uma juíza do Trabalho de carreira, com pouca intimidade com questões criminais. Ou seja: se o julgamento ocorrer após a aposentadoria de Britto e Peluso, o PT terá mais chance de conseguir formar uma maioria segura na corte que impeça a condenação de seus líderes. Assim, poderá evitar que o maior caso de corrupção da história do Brasil prejudique os projetos eleitorais do partido. Essa estratégia ardilosa, obviamente, não passa despercebida no plenário do Supremo.

Atentos à movimentação, ministros do STF já reagiram. Lewandowski justificou a possibilidade de adiamento com um argumento sólido como as nuvens: só leria todos os volumes do processo depois de receber uma espécie de resumo do caso elaborado pelo relator do processo, Joaquim Barbosa. No papel de revisor, Lewandowski teria de começar tudo do zero, como afirmou. Uma heresia jurídica devidamente rechaçada. Logo após a entrevista ter sido publicada, o presidente do STF, Cezar Peluso, enviou um ofício a Joaquim Barbosa pedindo que ele disponibilizasse imediatamente a íntegra do processo para todos os ministros, a fim de que eles já pudessem estudar o caso a fundo e, se quisessem, preparar os votos. A medida não era necessária. Há anos todos os autos do processo do mensalão estão disponíveis na internet para os advogados dos réus, os integrantes do Ministério Público e, obviamente, os ministros da corte. O ofício de Peluso era, na verdade, apenas um gesto para deixar claro o incômodo com a ameaça de adiamento. “Não vou deixar a presidência do Supremo sem colocar esse processo em pauta. Quero fazer isso em agosto, no máximo”, diz ele.

Ayres Britto, o outro ministro ameaçado de não participar do julgamento, também manifestou sua insatisfação. Questionado sobre a possibilidade de não julgar o mensalão, foi sucinto e irônico: “Não trabalho com essa hipótese. Quem sabe o ministro (Lewandowski) recebendo fisicamente o processo não facilite”. Lewandowski tem uma posição particularmente privilegiada para atravancar o processo. Ele exerce o papel de revisor da ação. Em ações penais, como a do mensalão, dois magistrados têm o dever de avaliar o processo antes dos demais: primeiro, o relator; depois, o revisor. Mas é o segundo que fica responsável por pedir que seja marcada a data do julgamento, depois de analisar o caso e preparar seu voto. Não existe legalmente um prazo para que ele cumpra essa tarefa, mas ministros ouvidos por VEJA estimam que três meses seriam suficientes para analisar o caso do mensalão. Na prática, tudo dependerá do embate entre a pressão do PT em favor do adiamento e a pressão de integrantes do Supremo e da sociedade em defesa do bom andamento das instituições. O próprio Dirceu já disse que acredita em sua absolvição no voto, por falta de provas, e não por prescrição. Portanto, que ocorra a votação em tempo hábil.

Chamado de “chefe de quadrilha” na denúncia do Ministério Público, Dirceu responde por formação de quadrilha e corrupção ativa. A prescrição de tais crimes, se comprovados, depende diretamente da pena aplicada. Como o processo se arrasta há anos, muitos réus só serão punidos se forem condenados a penas de longa duração. Trata-se de algo pouco provável. Como quase todos são primários e não têm antecedentes negativos, dificilmente receberão penas máximas. Isso se prevalecerem aspectos meramente técnicos. Ministros do STF afirmam, no entanto, que a ofensiva petista no processo pode ter um efeito contrário: aumentar a pressão política em defesa da adoção de penas mais severas justamente a fim de impedir a prescrição. “É muito cedo para saber se vai ocorrer a prescrição. Temos de aguardar a conclusão sobre a culpa e a fixação da pena”, diz o ministro Marco Aurélio Mello. “No entanto, é impensável majorar a pena para fugir da prescrição, bem como adiar o julgamento por causa das eleições municipais de 2012.”





Desde que foi oferecida a denúncia contra os réus, em 2006, Lewandowski protagonizou as principais celeumas em torno do caso. As duas primeiras ocorreram durante a aceitação da denúncia, em 2007. A princípio, o ministro foi flagrado no dia do julgamento trocando mensagens de computador com a ministra Cármen Lúcia sobre os votos dos colegas. A revelação das mensagens provocou enorme mal-estar na corte. Dias depois, Lewandowski agravou ainda mais a situação ao afirmar que os ministros haviam votado “com a faca no pescoço” e que a tendência do Supremo seria “amaciar para o Dirceu”. Durante o julgamento que transformou os mensaleiros em réus, foi Lewandowski quem mais divergiu do relatório de Joaquim Barbosa, opondo-se inclusive ao enquadramento de José Dirceu e José Genoíno no crime de formação de quadrilha. Seu alinhamento com a pauta petista é um péssimo sinal para o vigor de uma instituição fundamental como o STF.


Fonte: Revista Veja

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Operacional X Administrativo

            Semana passada o 1º BPM recebeu a visita do Sr. Presidente da AME, em virtude de alguns policiais do GRUPO Águia do “mesmo” Batalhão, estarem insatisfeitos com suas escalas de serviço. Na oportunidade, manifestaram seus descontentamentos no tocante ao sistema de distribuição do banco de horas, dentre outras.
            A principal reclamação é a de sempre: que as vagas são distribuídas de forma desigual (o que não foi constatado); e agora a novidade, que não são escalados nos melhores horários e postos de serviço existentes na área, isto é, todos os “melhores” horários e postos é destinado ao pessoal da administração que nunca faz nada, trabalha no ar-condicionado, chega todo dia às 09 horas da manhã e saem às 11 do expediente, e portanto, não merecem tal “regalia”.
Ora, tirando o álcool zero que tem horário (00:00 às 06:00) e voluntários específicos para este P.O., não há melhor ou pior local/turno para se trabalhar no BPM, de sorte que às vagas são destinadas essencialmente ao P.O. a Pé. e o horário é  subjetivo,  e todos criados para atender as necessidades do BPM e a do próprio ÁGUIA que retirou TODO seu efetivo da escala do fim de semana para confraternizar.
Antes de fazer uma crítica de tamanha gravidade e lambuzada de mentira, o(s) disseminador(es) da discórdia que infelizmente contaminam outros, se esquecem de que têm a melhor escala da PM: 12x48 e sem nada na segunda folga; são beneficiados com folgas acima do máximo permitido no estatuto e também são dispensados para as suas confraternizações, contrariando gravemente o que está expresso na Portaria nº. 002/Gab. Cmdo Geral/2010 publicada no BOLETIM GERAL Nº  015  DATADO  DE 22  DE JANEIRO  DE 2010. Qual seja:
“Art. 3° - A Carga-horária e o regime escalar na PMAC fica estabelecido nos seguintes termos:
II - (06X18) - ...radiopatrulhamento em motocicleta, ... com duas participações em TFM por semana, 2 (duas) horas de instrução de manutenção de tropa por quinzena e previsão de 2 (duas) horas de apresentação na Justiça também por quinzena, Totalizando uma carga-horária semanal média de 39 (trinta e nove) horas de serviço prestado...”

Sinceramente, não entendo o porquê de tanta reclamação ríspida, cheio de ódio e rivalidade para com o pessoal do administrativo responsável por aproximadamente 200 homens, pois:
·         Todos os serviços estão em dia e são providenciados em tempo recorde quando são solicitados;
·         Temos o orgulho de sermos os pioneiros na digitalização das fichas individuais, facilitando sobremaneira o sistema de busca e disponibilização. Hoje exportamos essa modalidade;
·         Por diversas vezes o escalante estende seu horário de serviço até às 17h para atender uma necessidade de policiamento;
·         Todos que ali vão são tratados cordialmente e com muita educação, e saem satisfeitos com suas solicitações atendidas;
·         Diariamente, acordam via telefone os PPMM’s para participar de audiências judiciais, o que não é obrigação, haja vista que o referido aviso sai diariamente em Boletim Interno, deste modo, não correndo o risco de serem presos por desobediência;
·         Providenciam, férias, LE, certidões e todos os direitos elencados em nosso estatuto graças a estes “moitas” que se predispõem a realizar este tipo de serviço e investem em conhecimento técnicos para melhor atender a tropa, dentre outras mil.
Aí essas pessoas podem até dizer:
OPERACIONAL: “Ah, esse é o trabalho de vocês, num faz mais que a obrigação.”
ADM: ”Vocês têm razão. É a nossa obrigação e nós o fazemos bem feito. Mas agora escuta: aqui acolá, vcs se gabam por terem realizado prisões de assaltantes, dispersado uma confusão, preencheram 10 BO´s... E digo-lhes que vcs não trabalham bem, porque deixaram o crime acontecer, atenderam ocorrências. A boa patrulha, é aquela que não é solicitada nenhuma vez dentro de seu setor, porque realizou seu patrulhamento com competência e comprometimento.
Trabalhar no ar-condicionado é da natureza do trabalho, pois, prolonga a vida dos componentes eletrônicos e é imprescindível na concentração de quem os realiza. Sem pessoas com este perfil, a instituição seria um caos; não haveria Comando Geral e seus desdobramentos, não existiria a própria AME que tem seus militares licenciados para nos defender administrativamente e judicialmente, em suma, não existiria instituição.
Por fim, gostaria de me desculpar se de alguma forma o meu tipo de serviço o incomoda. E o coloco, desde já, a sua disposição se quiseres me substituir.

Grato pela oportunidade.
Ass:Policial do Administrativo do 1º BPM
Texto enviado pelo e-mail alteradodasilva@bol.com.br

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Um passo do início da moralidade

Tião Bocalom é líder absoluto na corrida para a prefeitura de Rio Branco com 46% da preferência 

Em relação à intenção de voto dos eleitores de Rio Branco para a escolha do futuro prefeito da cidade, pode-se dizer que o candidato do PSDB – e da oposição – Tião Bocalom lidera com bastante folga a preferência eleitoral. Ele, segundo a pesquisa A TRIBUNA/Data Control, obteve 46% dos votos dos entrevistados.

O candidato do PT, o engenheiro Marcus Alexandre, e dirigente do comitê gestor do programa Ruas do Povo, está em segundo lugar na preferência dos eleitores com 11,1%. O pré-candidato do PMDB, o ex-deputado Fernando Melo, aparece na terceira colocação com a preferência de 9,2% das intenções de voto. Os números apontam ainda que 19,7% não votariam em nenhum deles ou anulariam o seu voto. 14% se disseram indecisos.

Os entrevistadores apresentaram aos eleitores um cartão com apenas os nomes dos três candidatos e foi feita de forma estimulada, considerando que estes são os candidatos mais fortes e mais prováveis. A pesquisa não trabalhou com a opção espontânea, como de costume.

A pesquisa para prefeito de Rio Branco apresenta um quadro que vem se mantendo desde o início das pesquisas, com o pré-candidato da oposição, Tião Bocalom (PSDB), sempre se mantendo em primeiro lugar. A diferença entre o primeiro lugar (Tião Bocalom) e o segundo lugar (Marcus Alexandre) é de 34,9%.



Jornal A Tribuna

Crime contra agente de segurança e sua família pode ter pena maior

Os homicídios cometidos contra agentes públicos das áreas judiciária e de segurança - como juízes, policiais e oficiais de justiça - e contra seus familiares poderão ter a pena elevada. A determinação consta do Projeto de Lei 308/11, do deputado Marcio Bittar (PSDB-AC), em tramitação na Câmara. No caso dos parentes, a pena só será mais dura se o crime tiver relação com o trabalho do agente público.
Segundo o texto, nesses casos, o crime será considerado hediondo e qualificado, e a pena elevada de 1/3 a 2/3. A pena atual para crime qualificado é de reclusão de 12 a 30 anos. Com a medida, além da pena aumentada, o criminoso não terá benefícios como anistia e fiança, e a progressão do regime fechado para outro mais brando só ocorrerá após cumprimento de 2/5 da pena, se o condenado for réu primário, e de 3/5, se for reincidente.
De acordo com Marcio Bittar, o objetivo do projeto é dar mais proteção aos agentes e seus parentes diretos, sujeitos à vingança de criminosos. A elevação das penas seria uma "mensagem inequívoca de que o ataque ao agente policial, juiz ou promotor, ou seu parente, é um ataque à própria política de segurança estatal, que não será tolerado e merecerá uma punição adequada".
Ele destaca que o projeto tem inspiração na legislação penal francesa. A proposta altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) e a Lei dos Crimes Hediondos (8.072/90).
Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 3131/08, do Senado, que agrava as penas dos crimes cometidos por ou contra agente do Estado e foi rejeitado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. As propostas tramitam em regime de prioridadee ainda serão analisadas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Janary Júnior 
Edição - Daniella Cronemberger

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

Fonte: Agência Câmara

domingo, 18 de dezembro de 2011

Ceará: Major agride soldado em frente a delegacia

O  fato aconteceu em frente a delegacia do 13º distrito e quem saiu preso foi o soldado. 

A assessoria jurídica da APROSPEC já está cuidando do caso, haja vista ter recebido dia 13-12 a cópia via judicial, pois a secretaria de segurança pública negou o pedido das imagens feito anteriormente.

Caixa preta:  Não conseguimos apurar o nome do Major e do Soldado. Talvez se a agressão fosse cometida pelo soldado, o vídeo já deveria ser divulgado a mais tempo e o nome do soldado estampado nos jornais.

Se alguém tem mais informação a respeito poste nos comentários.

Atualizando: Trata-se do Capitão Veras da 5a. Cia do 5o. BPM - Ceará.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Interessante

Bahia - Gratificação para policiais pode chegar a R$ 4 mil em 2012


Avaliados durante o período de 12 meses, as premiações vão variar de R$ 600 até R$ 4 mil, para os servidores com nível superior, e de R$ 360 a R$ 2,8 mil para aqueles que só têm nível médio


A partir do ano que vem, os policiais civis e militares terão uma motivação a mais para se empenhar na redução da criminalidade. É que a Assembleia Legislativa da Bahia aprovou, anteontem, o projeto de lei que institui o Prêmio por Desempenho Policial (PDP).
Na prática, uma comissão formada pelos secretários de Segurança Pública, Justiça, Desenvolvimento Social, Relações Institucionais e Administração Prisional vai estabelecer metas de redução de crimes para toda a Bahia e para cada uma das 80 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp) do estado. O benefício só será pago se a meta do estado for cumprida.


Avaliados durante o período de 12 meses, as premiações vão variar de R$ 600 até R$ 4 mil, para os servidores com nível superior, e de R$ 360 a R$ 2,8 mil para aqueles que só têm nível médio. A faixa de maior valor, a PDP1, será destinada às seis melhores Aisp (três em número absoluto e três em percentual, já que a meta não é igual para todo mundo) da capital e RMS, do interior e de todo o estado, totalizando 18 áreas. Se, por exemplo, a área do Subúrbio Ferroviário tiver um desses melhores índices, todos os servidores que trabalham na área receberão o benefício, mesmo os que trabalham em cargos administrativos. 

A faixa seguinte, a PDP2, inclui todas as áreas que baterem suas metas (exceto as já incluídas no PDP1). O PDP3 engloba as unidades chamadas de retaguarda: órgãos internos da SSP, como Centel, Superintendência de Inteligência e outros setores que não têm trabalho de campo. O PDP4 é para quem conseguiu reduzir a criminalidade, embora não tenha alcançado a meta, e o PDP5 é para os servidores que ingressaram há menos de um ano. 

Datas
Caso a meta do estado não seja alcançada, apenas o PDP1 será pago, e pela metade. A comissão será instituída em janeiro, mês que o governo espera também definir as metas para 2012. Com isso, o primeiro PDP deve ser pago em abril de 2013. O governador Jaques Wagner ainda não sancionou a lei, mas isso não será problema, pois o projeto foi formulado pelo próprio Executivo. 

A gratificação, no entanto, não agradou a todos. “Não fomos ouvidos em nenhum momento. Policial não quer gratificação, policial quer salário”, disparou o diretor do Sindicato dos Policiais Civis (Sindpoc), Carlos Lima. Ele também disse não confiar nos critérios de avaliação. “Quem vai dizer quem merece o prêmio e quem não merece? Vai acabar beneficiando quem é apadrinhado”. O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar da Bahia, Agnaldo Pinto, concorda com a preocupação do colega. “Os oficiais e praças têm que integrar essa comissão, senão ela não é legítima”, sugere. “Nem sempre quem é promovido, o é por merecimento”.  

Fonte:CORREIO

Lamentável

Piauí - Tenente é demitida acusada de furtar cartão de major


Investigação da Corregedoria da Polícia Militar inclui até imagens de câmera de segurança para comprovar delito.


Uma tenente foi expulsa da Polícia Militar do Piauí acusada de furtar o cartão de crédito de outra policial e efetuar compras no comércio local. A decisão saiu no Diário Oficial da última terça-feira (29).
A segunda tenente Ledynay dos Santos Costa foi denunciada no início de 2011 pelo suposto furto do cartão de crédito da major Elza Rodrigues Ferreira, que denunciou o caso para a corregedoria da Polícia Militar. 
A investigação reuniu três laudos periciais referentes à assinatura da acusada, filmagens obtidas pelas câmeras de segurança dos corredores do Teresina Shopping e de um posto de combustíveis e ainda a apreensão de material na cada da tenende Ledynay, produtos que teriam sido comprados com o cartão da major Elza. 
A defesa apresentou uma certidão de elogios da tenente e ainda tentou alegar prejuízo processual por não ter sido realizada diligência nas administradoras de cartão de crédito para atestar que ela possui cartões. No entanto, tal recurso foi considerado pela corregedoria uma tentativa de protelar o processo administrativo. A decisão considerou que o ato afeta a dignidade da função Policial Militar. 
A tenente pode tentar recurso da decisão.

Fonte: Cidade Verde