segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ciclo 22 do Pronasci termina amanhã


Para aqueles que ainda não terminaram os cursos referentes ao ciclo 22 do Programa Nacional de Segurança Publica com Cidadania (Pronasci) tem até amanhã, dia 26, para realizar a avaliação. A aprovação no curso deste ciclo é um dos fatores principais para a inscrição dos soldados da turma de 2002 no Curso de Formação de Sargento (CFS/2011) sem grandes transtornos. As inscrições para o ciclo 23 estão marcadas para os dias 16, 17, 18, 19 e 20 de agosto. O inicio das aulas acontece no dia 13 de setembro.


Calendário do Senasp:


O Acre não colabora com essas estatísticas


Polícia mata uma pessoa no Brasil a cada cinco horas


Publicação: 25/07/2011 08:48 Atualização: 25/07/2011 08:51
 (Jadson Marques/Agência O Globo)
A cada cinco horas, uma pessoa é morta no Brasil pela polícia. São 141 assassinatos por mês ou 1.693 ao ano. O dado, resultado de cruzamento feito pelo Correio a partir das estatísticas de mortalidade por força policial do Ministério da Saúde e das ocorrências registradas nas secretarias de Segurança Pública do Rio de Janeiro e São Paulo, refere-se a 2009. De 2010 para cá, a violência não cessou. Pelo menos 1.791 pessoas já perderam a vida pelas mãos dos homens fardados. Um deles foi Juan Morais, de 11 anos, executado em 20 de junho a tiros de fuzil disparados por policiais militares na favela Danon, Nova Iguaçu, conforme mostraram as investigações da Polícia Civil do Rio. Os assassinatos cometidos pela polícia seguem a lógica da violência em geral: 70% dos mortos são jovens de 15 a 29 anos. Entre os 5 e 14 anos, a faixa etária de Juan, foram 28 mortos, de 2006 a 2009.
“Não fosse a pressão das entidades de direitos humanos, da Assembléia Legislativa do Rio e da imprensa, Juan seria eternamente um desaparecido, como tantos outros”, afirma Sandra Carvalho, diretora da Justiça Global, organização não governamental que faz pesquisas nacionais sobre violência policial. Para ela, o caso do menino é emblemático porque mostra artimanhas utilizadas pela polícia para matar impunemente. “Uma é o chamado ‘auto de resistência’ ou ‘mortes em confronto’, como as corporações costumam registrar todas as mortes provocadas por eles. A outra maneira de acobertar parte das execuções é exatamente ocultando o cadáver”, diz.

No ano passado, no Rio, foram registradas 545 mortes por força policial, o maior número no país. No ano anterior, foram 495 — 116 a menos que os 611 registrados em 2008. O número de desaparecidos naquele estado varia de 4,6 mil e 5,4 mil por ano. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública fluminense ressaltou que, desde 2007, 947 policiais militares e civis foram expulsos da corporação — a maior parte por crime de homicídio — e houve queda de 22% nos autos de resistência. As autoridades de São Paulo, que junto com o Rio respondem por praticamente 80% dos assassinatos cometidos por policiais no Brasil que chegam aos registros oficiais, informou que nos últimos dois anos 30 policiais civis foram punidos por mortes em confronto. Já a PM paulista afirma que houve redução das mortes em confronto. Em 2010, os óbitos representaram 17% do total de intervenções, 6% a menos que no ano anterior.

Há dificuldade em mapear as mortes. As únicas informações oficiais disponíveis no Brasil são do Ministério da Saúde com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Divergem, no entanto, dos números da segurança pública estadual e são prejudicadas por subnotificações. O Distrito Federal, por exemplo, registrou apenas três mortes por intervenção letal desde 2004. O número é o mesmo de Goiás, onde investigações da Polícia Federal identificaram a ação de um grupo policial de extermínio no estado. Em Minas Gerais, o SUS registra 24 mortos entre 2004 e 2009. Porém, estudos da Secretaria de Defesa Social do estado mostram que, somente em 2007, 74 pessoas foram mortas em conflitos com a polícia mineira.

Forças de paz
Especialistas da área de segurança pública sustentam que a violência policial no Brasil é reflexo da ineficiência do processo de transição. “As forças policiais têm uma missão insubstituível para o funcionamento do sistema democrático”, afirma Juan Faroppa, consultor da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Faroppa ressaltou a existência de policias militares no Brasil como resquício do regime militar, ao contrário de outros países. A letalidade da polícia brasileira também assusta.

“É preciso uma reforma transformando forças de segurança em forças de paz”, disse ele durante o Congresso Internacional de Justiça de Transição, em Brasília, no início do mês. Ele destaca medidas como profissionalização da polícia, independência da organização e despartidarização. “O processo de desmilitarização tem de ter estrutura hierárquica, o sistema disciplinar e os direitos humanos.”

Pesquisa
O levantamento feito pelo Correio Braziliense levou em consideração os dados de óbitos por intervenção legal do Ministério da Saúde e os autos de resistência das secretarias de segurança pública do Rio de Janeiro e de São Paulo. Para evitar a duplicidade de mortos, foram excluídos os registros do SUS dos dois estados.



Fonte: Correio Braziliense

domingo, 24 de julho de 2011

Nos seis primeiros meses da Assembleia

Nos seis primeiros meses da Assembleia
O semestre da atual legislatura foi fraco em termos de projetos dos parlamentares estaduais. Até mesmo pela significativa renovação dos deputados [se aproximou de 60%], o que chamou atenção nos primeiros meses de mandato foi a atuação de antigos deputados, que ao lado de um estreante na política partidária do Acre, fizeram a diferença no jogo de disputa de espaço na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).
Nesse jogo político, os verdadeiros “ASES” foram o Major Rocha (PSDB), o debutante que está dando o que falar; O líder do governo, Moisés Diniz (PC do B), que demonstrou grande habilidade nas articulações políticas, mesmo quando o cenário foi desfavorável; Gilberto Diniz (PT do B), que após o primeiro mandato ganhou experiência e faz a diferença no bloco de oposição, e a “grande dama” Antonia Sales (PMDB), a deputada mais votada do estado que mantém uma linha de oposição firme, equilibrada e focada nas questões sociais.

O PRIMEIRO SEMESTRE NA ALEAC
Enganam-se os que pensam que na Assembléia Legislativa do Acre é uma casa que serve apenas para pendurar os cabides de emprego. É de lá que saem as principais decisões que vão afetar positivamente ou negativamente a vida dos acrianos, como foi o embate em torno da provação da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO), que de certa forma decretou um ponto final na crise entre executivo e legislativo, com o governador Tião Viana e o presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), Adair longuini, fumando o cachimbo da paz.
Nesta legislatura, por exemplo, a maioria dos projetos aprovados foram os do poder executivo. Algumas propostas polêmicas foram engavetadas, como foi o projeto de Astério Moreira (PRP), que mais uma vez mexia com a pensão de ex-governadores. As grandes votações ficaram para os últimos dias de trabalhos legislativos antes do recesso, quando os parlamentares em um só dia, foram votados 20 projetos. Alguns de pouca valia, outros de sua importância, como foi o reajuste dos servidores estaduais.
Tirando as sessões solenes, que foram transferidas para os dias de segundas e sexta-feira, através de projeto e voto dos próprios parlamentares e os títulos de honraria, considerados por muitos como uma mera peça decorativa, os deputado pouco produziram em matérias de interesse coletivo, ficando guardada todas as expectativas para o segundo semestre de 2011, quando o processo político com vistas as eleições de 2012, devem esquentar os bastidores do legislativo estadual.

SANTIAGO, O CURINGA - Num baralho normal são 54 cartas, contando com dois curingas, mas no caso especifico do jogo do parlamento acreano, temos apenas um coringa, representado pelo atual presidente da Assembleia Legislativa, Elson Santiago (PP), que muitos apostavam numa fraca administração, surpreendendo mostrando que seus nove mandatos não são por acaso, e que serve para fechar qualquer tipo de jogada, compondo os naipes com os ases, rei e dama.
Em todos os seus mandatos, Elson Santiago, que também já foi secretário de Estado, nunca foi de fazer estardalhaços, mas sempre deu conta do recado, nas atuações discretas, mas eficientes do recordista de mandatos da Aleac. O novo presidente mostrou desenvoltura nas negociações conduzindo os projetos e votações com serenidade, mostrando ao governo que é o homem certo para presidir o legislativo. Santiago deu continuidade ainda, ao projeto de integração deixado por Edvaldo Magalhães, dando os últimos retoques no intercâmbio universitário e resolvendo problemas de acomodação dos estudantes peruanos no Estado.
Mas nem tudo são flores na atual conjuntura. Quem acompanha o desempenho dos deputados apenas pela imprensa, não tem noção da tensão que existe nos bastidores, onde acontecem as reuniões intermináveis e de pouco consenso. Eles gritam, cochicham ao pé do ouvido, compõem e se acusam. Mas tudo dentro de um limite, sem deixar vazar para a imprensa a poeira suja que na maioria das vezes jogam para debaixo do tapete, mostrando o corporativismo típico dos poderes que comandam o Estado.

MAJOR ROCHA (PSDB) - A avaliação das principais cartas do baralho do legislativo pode começar pelo estreante Major Rocha, o deputado tucano, que no início da legislatura foi comparado ao ex-deputado Luiz Calixto (PSL). Bem articulado, o jovem tucano mostrou que sua identidade nada tem haver com o tipo de oposição praticada por Calixto. Rocha vive a política praticamente 24 horas por dia, participando de movimentos sindicais e percorrendo os quatro cantos do Estado, fiscalizando e levando ao parlamento, os problemas que julgam ser de ingerência do poder executivo e desvio de finalidades em recursos aplicados pelos gestores públicos.

O destaque que Rocha vem alcançando no cenário político do estado, já começou a incomodar algumas lideranças partidárias, que vêem no parlamentar um ameaça potencial para alguns projetos políticos que buscam o poder. O militar reformado será o comandante das eleições municipais em Rio Branco, pelo PSDB, no ano de 2012, revelando que apesar de “verde” na política partidária, tem tudo para emplacar como uma figura de destaque no futuro político do Acre. É carta certa nas disputas de 2012 e 2014.



MOISÉS DINIZ (PC do B) - Moisés Diniz, o líder do governo, um papel de certa forma indigesto para um parlamentar que almeja um futuro político, já que tem que defender o governo em todos os momentos. Mesmo com alguns percalços em sua trajetória na Aleac, o deputado comunista conseguiu apaziguar os ânimos em algumas situações e, com habilidade inigualável soube reverter à situação desgastante nas negociações com os funcionários públicos estaduais, no episódio que envolveu o assessor especial, Francisco Nepomuceno (o Carioca), que em um bate-boca com os sindicalistas disse que Diniz não era autorizado negociar nada pelo governo.
Na ocasião, o líder do governo pediu que aos sindicatos voltassem à mesa de negociação: “suspendam a greve e aceitem os 20% de reajuste”. E no final fez o que mais gosta: poesia. “Estes momentos nos ajudam a nos tornar mais gentes e ensina as novas gerações, que o mandato é passageiro e o que vale é o compromisso do político com a sociedade acreana. A Aleac é uma casa de tolerância política e é por isso que terá esta votação”. Moisés Diniz fechou seu discurso sem ser vaiado pelos servidores, revertendo à calça curta passado pelo homem do “não”, Carioca Nepomuceno, o assessor mais temido e prestigiado das administrações petistas.

GILBERTO DINIZ (PT do B) - O deputado que chegou a ser cogitado como carta fora do baralho, deu a volta por cima e se credenciou como uma das lideranças do bloco de oposição. Com questionamentos picantes e embasados nos investimentos no setor produtivo do Acre, que atualmente patina nas tentativas de o governo tentar tornar o Estado auto-sustentável, o parlamentar se credencia como um dos “ases” do primeiro semestre da atual legislatura, se tornando uma das cartas mais importantes entre os políticos que se posicionam contrários a administração do governador Tião Viana.
De posicionamento forte, Gilberto marcou posição oposta aos principais projetos do poder executivo, votando contra a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e ao empréstimo de R$ 684 milhões contraídos pela administração de Tião Viana, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).





ANTONIA SALES (PMDB) - A dama de copas do parlamento. Assim pode ser apresentada Antonia Sales, a deputada mais votada do Acre, que entra no carteado da Aleac, como a liderança mais expressiva do Vale do Juruá. Dona de um discurso popular e focando as questões sociais, Sales foi à deputada que revelou a opinião pública a questão da falta de mamógrafos no Estado, mostrando o sofrimento das mulheres das localidades remotas do interior, quando precisam realizar exames complexos. Sua denuncia ecoou e até o jornal Nacional, da Rede Globo revelou para o Brasil a real situação da saúde do Acre.
Sem se apegar aos jogos armados dentro do parlamento, Antonia Sales, não vota de acordo com a vontade popular. Acusada de traição na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a deputada se defendeu mostrando as necessidades de abrangência do poder judiciário no interior do Estado, onde segundo Sales, não existem defensores públicos e juízes suficientes para atender a demanda.



TCHÊ, O REI DA DISPUTA - Existem ainda, as surpresas políticas, dentro desse jogo, como é o caso do rei do baralho do legislativo. Luis Tchê (PDT), que de coadjuvante passou a ser uma das atrações do parlamento, foi eleito presidente da União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale) e integra a Mesa Diretora da Casa. De posse de um discursos afiado, Tchê tem grandes ambições, inclusive em devolver as prerrogativas ao legislativo estadual que poderá ter maior poder de decisão, inclusive, podendo emancipar novos municípios.

Ray Melo, da redação de ac24horas - raystudio3@gmail.com

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Uma polícia prá inglês ver: Deu na Coluna Bom Dia do Jornal A Tribuna

Inglês
O governo do Estado tem um cuidado especial com o funcionalismo público. Os Policiais Militares, por exemplo, têm tratamento carinhoso de Tião Viana por responderem por um setor fundamental, a segurança. Ontem, o governo iniciou um curso de inglês para 20 policiais militares do Bope. Eles pediram e foram atendidos. O governador chama isso de qualificação para a vida.

ASSEMBLEIA GERAL DA AMEAC

DIA: 26 (TERÇA-FEIRA)
LOCAL: ESCOLA ARMANDO NOGUEIRA
HORA: 18:00
PAUTAS

1 - APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS DAS BANCAS CÍVEL E CRIMINAL;

2 - APRESENTAÇÃO DO PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO;
3 - ESTRATÉGIAS PARA MUDANÇAS DO ESTATUTO DA AMEAC;
4 - INFORMAÇÕES SOBRE A AUDITORIA NAS CONTAS DA AME/AC.

CFS 2011

Curso de sargento 2011 deverá iniciar no dia 13 de setembro de acordo com o início do ciclo 23 do SENASP

Muito tem se falado nos corredores da PM sobre o Curso de Formação de Sargento (CFS/2011). Diante da pouca informação oficial e das várias especulações, o presidente da Associação dos Militares Estaduais do Acre (AME/AC), sargento Isaque Ximenes, esteve na manhã de hoje, 22, no Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Cieps) Francisco Mangabeira para saber dos gestores o que se tem de concreto até o momento.

De acordo com os gestores, o Cieps está trabalhando em parceria com a Diretoria de Ensino e Instrução (DEI) da PM e estão resolvendo alguns pontos a respeito do trabalho nas disciplinas práticas e teóricas. Alguns cursos da plataforma Senasp estão sendo elencados para disponibilização aos alunos. Ao todo serão dois ciclos com três disciplinas cada um.

- O primeiro ciclo, o 23, tem seu início de inscrição nos dias que vão de 16 a 20 de agosto, o início das aulas será 13 de setembro e o término 3 de novembro. As inscrições do segundo ciclo serão em fevereiro, informou o sargento Isaque Ximenes.

Avaliação
Quanto à avaliação, a DEI e o Cieps vão cuidar para que seja realizada uma espécie de “provão”, de forma presencial, em dia e horários únicos para todos os membros do curso no final de cada ciclo. Isso diminui a possibilidade de qualquer forma de favorecimento. No entanto, o aluno deverá também responder à avaliação do Senasp para a conclusão do curso. A única nota a ser levada em consideração pela PM para a antiguidade será a do “provão”. Os pólos serão os locais da avaliação presencial.

Interior
Os gestores ainda estudam as melhores maneiras de realizarem o curso em alguns municípios, como por exemplo, Assis Brasil que possui dificuldades com o acesso à internet. O que garantiram é que será dado o suporte necessário para cada aluno.

Intervalos entre cada ciclo
O que será realizado nos intervalos de cada ciclo? A idéia é que sejam dadas algumas disciplinas de caráter prático. Essa atitude deverá diminuir o tempo final do curso, que ainda levanta muitos questionamentos.

Cotado
Um dos oficiais cotados para realizar o acompanhamento do Curso de Formação de Sargento é o capitão Giovane. Com graduação em pedagogia e experiência em centros de formação policial, o militar une conhecimento e prática em cursos militares. Ele ainda não aceitou o convite.


Sem data
Ainda não se sabe as datas para exame médico e teste físico. Caberá ao comando da PM também dar informações a respeito do curso em caráter oficial.

Represálias

Iniciam punições para policiais que participaram de ato contra o governo


Enganou-se quem pensava que o governo do estado, por meio do Comando da Polícia Militar iria deixar de graça a participação de policiais militares do ato realizado por onze sindicatos do funcionalismo estadual contra a política salarial do estado, realizado no dia 14 de maio.
Naquela data, centenas de servidores estaduais de mais de noves categorias, incluindo a policia militar, foram ás ruas protestar contra a posição do governo em não conceder um reajuste salarial. Dias depois, muito pressionado, o governo anunciou um reajuste de 20%, mas as conseqüências para os policiais militares que engrossaram aquela marcha começaram a surgir agora.
Em Boletim interno com data de 20 de julho de 2011, assinado pelo Tenente Coronel Francisco Alberto Espíndola da Silva, comandante do 1° BPM,  o comando informa a punição de cinco policiais com detenção e até prisão, por terem participado do manifesto.
Documentos obtidos com exclusividade pelo AC24horas comprovam as punições e revelam que o pano de fundo da ¨justiça disciplinar¨ adotada pelo comando da PM, na verdade é uma tentativa de amedrontar a tropa e tentar retomar o controle político entre os militares.
O primeiro a ser punido foi o sargento Valdemir Almeida Dantas, que recebeu como pena dois dias de detenção na sede do comando geral. O relatório que decidiu pela punição do militar está assinado pelo capitão Luzelândio Freitas Pinheiro, sub comandante do 1° BPM,com data de 26 de junho de 2011,  que em um trecho do despacho, diz: ¨entendo,em tese, pelo cometimento da transgressão de natureza grave, razão pela qual, opino pela punição disciplinar do policial militar¨, concluiu o sub-comandante.
Diz ainda o documento que o referido policial militar será dispensado no período em que estiver punido para realizar a alimentação em casa, com prazo de uma hora para retornar ao quartel, sendo este tempo fiscalizado pelo comandante de patrulha.
Com a mesma pena também foram punidos o sargento  Valdemir Ferreira da Silva, e os soldados André Cabreiro da Silva e Fábio Júnior Gonçalves da Silva. Pelo que está contido nos documentos, a punição dos militares se iniciou na manhã de ontem, quinta-feira, e termina na manhã do próximo sábado.
Sargento foi punido com prisão
O sargento Raimundo de Souza Vale não teve a mesma sorte que os colegas. Ao contrário dos outros militares, que estão apenas detido no quartel, podendo circular livremente nas dependências do prédio, desde que estejam uniformizados com a farda de educação física, ele vai passar dois dias em uma das celas do comando geral.
Nem o relatório, tampouco o despacho do comandante justificam porque o sargento foi julgado com mais rigor, uma vez que em tese, teria praticado a mesma falta disciplinar.
Policiais Militares que por motivos óbvios não querem ser identificados disseram á reportagem que este é apenas o primeiro lote de muitas punições que serão aplicadas á tropa nos demais Batalhões. Alguns afirmaram que a medida disciplinar, na verdade tem caráter político e de perseguição á aqueles que apenas foram ás ruas protestar por melhores salários e melhores condições de trabalho.
Jornalista Jairo Barbosa –  jbjurua@gmail.com
De Rio Branco, para o Ac24horas.com

Caso de suicídio de Cruzeiro do Sul

Médico legista se recusa a realizar necropsia e pode responder por crime de prevaricação


O promotor Iverson Bueno, do Ministério Público em Cruzeiro do Sul, deve denunciar á justiça o médico legista Teobaldo Rebouças pelo crime de prevaricação. (A prevaricação consiste em retardar ou deixar de praticar devidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.)
O médico teria se recusado a realizar um exame cadavérico no corpo de um policial militar que cometeu suicídio. Plantonista do dia no IML em Cruzeiro do Sul, Teobaldo Rebouças estava em seu consultório particular quando foi chamado por telefone para atender a ocorrência.
De acordo com informações de pessoas que acompanharam o caso, o policial civil Clédon Néri foi quem telefonou para o médico, que ao telefone disse que só iria realizar a necropsia quando terminasse de atender seus pacientes.
Ainda de acordo com populares, o policial civil e o médico chegaram a discutir pelo telefone, por causa da recusa do legista em se dirigir ao IML. O promotor de justiça Iverson Bueno foi chamado ao local, teria acionado o delegado Elton Futigame, mas a situação foi contornada com a chegada de outro legista que substituiu Rebouças.
A atitude do médico irritou o promotor de justiça de pretende ouvir os envolvidos para, se comprovado o crime, abrir investigação contra  o médico.
“O médico é obrigado a permanecer no IML de 10 ao meio dia, e o restante do dia, fica de sobreaviso, isso é fruto de um acordo com a Secretaria de Justiça. Vou investigar porque ele não estava no dia, porque se recusou a atender quando foi chamado. Vou tomar testemunhas e denunciar o médico se comprovado o crime”, afirmou o promotor.

Médico já responde inquérito por falsa perícia
Esta não é a primeira vez que o médico Teobaldo Bueno se envolve em denúncia na esfera policial. Ele já responde a inquérito por falsa perícia, por não concluir um laudo médico sobre a morte de um bebê. Segundo o promotor Iverson Bueno, ele não concluiu um laudo indicando as causas da morte de uma criança retirada sem vida do útero da mãe. Na época o promotor solicitou que outro legista concluísse a perícia. Esse médico concluiu que o bebê morreu asfixiado com o cordão umbilical.

Delegado desconversa sobre o caso
Cercado de cuidados o delegado Elton Futigame, coordenador da Polícia Civil em Cruzeiro do Sul, disse que não fala oficialmente sobre o caso. Formalmente ele negou ter conhecimento do episódio que aconteceu envolvendo o médico Teobaldo Rebouças e se limitou dar qualquer tipo de informação.
Futigame no entanto, disse que ouviu informalmente ¨conversas¨ sobre a atitude do médico, mas que até agora, nada foi oficializado na delegacia.
“Formalmente não chegou nada aqui. Não vou falar sobre uma coisa que não está no papel. Informalmente eu fiquei sabendo que houve um problema sim, mas não tem nada formal aqui”, desconversou ele.
Médico não foi encontrado
Apesar das sucessivas tentativas da reportagem em ouvir a versão do médico Teobaldo Rebouças para o caso, não foi possível localiza-lo. As ligações efetuadas para o telefone do consultório particular do profissional não foram atendidas. O telefone celular  estava desligado.
Jornalista: Jairo Barbosa
De Rio Branco para o Ac24horas.com

ATA DA CONSELHO DELIBERATIVO DA AME/AC

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tem coisa na política que é nojenta, desabafa vereador do PPS

“A gente espera alguma coisa das pessoas que a gente ajuda. Não é dinheiro, mas gratidão”,

“Tem coisa na política que é nojenta”, disse o vereador Sargento Vieira (PP), ao informar que não será mais candidato.

Com isso, anuncia que deverá encerrar sua carreira política. “A gente fica decepcionado com muitas coisas, principalmente com os compromissos não cumpridos”, desabafa.

Vieira diz que cansou de esperar ajuda das pessoas que ajudou durante toda sua vida. “Até hoje só recebi ingratidão. A gente espera alguma coisa das pessoas que a gente ajuda. Não é dinheiro, mas gratidão”,frisa.

Ao ser perguntando se a esses compromissos não cumpridos o parlamentar se referia a Associação da Policia Militar ou ao partido que faz parte, o PPS, o sargento-vereador disse que “logo todos irão saber”.

Sargento Vieira é líder evangélico da Igreja da Restauração, que segundo ele é mais uma razão para deixar a política partidária. “Tenho uma liderança espiritual, preciso orar, ler a bíblia, jejuar e está difícil. Na política é difícil manter uma vida com Deus”, revela.

Fonte: Agência ContilNet
Jornalista: Luciano Tavares

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A saga de PELEGUILDO RODAS: O novo Secretário de Assuntos bajulatórios

Depois de muita babação e puxamento de saco, nosso dublê de jornalista  e pau mandado do PT derrotou todos os seus "amigos". Agora PELEGUIDO RODAS é o mais novo secretário de assuntos bajulatórios. A oposição que se cuide, PELEGUILDO está preparando mais um monte de pilantrages contra eles. 

Estressado e com salário baixo, sargento da PM se mata no Juruá

Segundo os policiais, a sobrecarga de trabalho é grande no Batalhão de Cruzeiro do Sul e muitos militares estariam trabalhando em um nível elevadíssimo de stress.
O terceiro sargento da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, Minerval Pereira da Silva (43) estava no quintal de sua casa quando efetuou um disparo contra sua cabeça, tendo morte instantânea.
O revólver, que era de uso particular do sargento, foi encontrado embaixo do seu corpo com a munição deflagrada.
De acordo com informações de familiares e amigos, Minerval vinha sofrendo de depressão. O quadro teria se agravado com a morte do amigo, sargento Paiva da COE, ocorrida há dois meses. Paiva morreu de problemas cardíacos após passar mal durante a atividade física no quartel.
O sargento Minerval estava fazendo tratamento e tinha uma consulta marcada para a tarde desta quarta-feira (20). Mesmo com os problemas de saúde que vinha enfrentando, ele se relacionava normalmente e cumpria as escalas de serviço.
Segundo os policiais, a sobrecarga de trabalho é grande no Batalhão de Cruzeiro do Sul e muitos militares estariam trabalhando em um nível elevadíssimo de stress.
Eles denunciam que vários outros estariam acometidos de depressão e não possuem qualquer tipo de assistência. Com o baixo salário, muitos ainda se arriscam em trabalhos extras nas horas de folga pelo banco de horas que é oferecido na corporação para aumentar a renda.
Com informações de Adelcimar Carvalho, da Tribuna do Juruá

Radialista protesta contra estrutura de viaturas da PM

Caso inusitado registrado no CIOSP
“Eu pensei que era uma moto, mas quando me aproximei era uma viatura da Polícia Militar patrulhando com apenas um farol aceso”. O depoimento é do radialista Marco Aurélio, do Programa Night Ermember, transmitido na FM 94.7 todas as noites. Ele dirigia seu carro na estrada Irineu Serra quando flagrou a situação.
- E não é a primeira vez que vejo isso que é um risco para os próprios policiais. A pergunta que fazemos é como homens treinados para fiscalizar a segurança pública, são os primeiros a não cumprir as regras de trânsito? – questionou.
Hoje (19) à noite, por volta das 19h39 ele ligou para o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública e registrou sua indignação. Atendido pela por uma senhora que se identificou com o nome de Neide, o radialista pediu para que a notícia chegasse ao comandante.
- Disse a ela que respeitava o trabalho da Polícia e que estava indignado porque como cidadão discordo de ver os nossos policiais andando com a própria vida em risco. Espero que meu depoimento chegue aos ouvidos do comandante e do governador desse Estado – acrescentou Aurélio.

Fonte: AC24Horas