sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Se com a liberação de bebidas a criminalidade é alarmante, imagem com a descriminalização do uso de outras drogas

Luana Piovani e outros famosos estrelam campanha pela descriminalização dos usuários de drogas


Luana Piovani, Luís Melo e Isabel Fillardis são alguns dos rostos da campanha Lei deDrogas: é preciso mudar da ONG Viva Rio. A instituição deseja coletar 1 milhão de assinaturas para apoiar o projeto de lei que deseja distinguir o usuário dos traficantes. Nas fotos, os atores foram fotografados como para uma ficha criminal e seguram cartazes com os dizeres "é justo isso?"

O lançamento oficial é nesta segunda-feira e, segundo a ONG, tem o objetivo de tornar a legislação sobre drogas no país mais justa e eficaz. A ideia é mudar a Lei 11.343/2006, que normatiza a política de drogas no Brasil, não faz distinção clara entre usuário e traficante. 

Segundo comunicado da organização: "Desde que entrou em vigor, o número de presos por porte de drogas no país dobrou. Essa falta de clareza está levando à prisão milhares de pessoas que não são traficantes, mas sim usuárias. A maioria desses presos nunca cometeu outros delitos, não tem relação com o crime organizado e portava pequenas quantidades da droga no ato da detenção".

Fonte: Zero Hora

Militares respondem à campanha de Luana


Campanha realizada pela internet

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Peixes fora do aquário


Militares da CCSv afirmam que estão sendo substituídos arbitrariamente no QCG

Pelo menos cinco policiais militares, em sua maioria soldados, assinaram um e-mail endereçado ao Blog 4 de Maio informando que estão sendo substituídos arbitrariamente nas seções do Quartel do Comando Geral (QCG).

Os milicianos afirmam que alguns de seus amigos já foram transferidos e que outros aguardam a assinatura de portarias. Por enquanto, a medida alcançou apenas soldados e um sargento, este aguarda um documento de apresentação em um das seções do quartel.

- Estamos sendo transferidos para que alguns soldados da última turma trabalhem em nosso lugar, afirmou um saldado.

As mudanças de cadeiras entre chefes de seção é o principal motivo para as substituições. Outro fato são os apadrinhamentos políticos dos recém-chegados à tropa.

- Estar hoje na CCSv significa: a) ter padrinho forte; b) estar com problemas médicos ou criminais; c) ser uma pessoa problemática e, por último d) ser muito competente, explicou um militar em conversa informal na noite de ontem, 28.

Os milicianos afirmam que ainda não levaram o caso ao conhecimento da Associação dos Militares (Ame).

Comentário enviado por internauta

Os princípios que regem a administração pública, conforme art. 37, caput, são legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, formando a palavra "LIMPE". O que se observa em relação ao risco de vida é que é um ato legal, no entanto, a meu ver fere um outro princípio: a moralidade. E como todo ato lesivo à moralidade administrativa, pode ser passível de ação popular, conforme art. 5º,LXX111, CF, podendo ser impetrada por qualquer cidadão, inclusive o sr. maj. PM Rocha, eleito democraticamente pelo povo, principalmente os militares estaduais. Espero que realmente esta distorção seja corrigida pelo governador do Estado do Acre, e não apenas uma promessa política em tempos de eleição. Grato, por favor não me identifiquem!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Tentativa de homicídio contra Sargento da PM reacende debate sobre risco de vida na ALEAC

Deputado Major Rocha defende a Isonomia do Risco de Vida. Confira o vídeo.

Polícia prende dois acusados de tentar matar sargento no Belo Jardim



Dois dos supostos envolvidos na tentativa de homicídio contra o 3º sargento da Policia Militar Everaldo dos Santos Aguiar,42 anos ocorrido na noite da segunda-feira (24), no Ramal da Zezé, Bairro Belo Jardim, já estão presos, trata-se de Marcos Rafhael Alves de Almeida, 25, “o Rafa” e Wandson dos Santos, 20, “o Messi”. A dupla foi presa na madrugada desta quarta-feira, 25 no Bairro Recanto dos Buritis. 

De acordo com a Polícia Militar a prática criminosa teria sido uma vingança dos acusados por conta de uma ação comandada pelo militar no último domingo, onde Johnathan de Souza Rodrigues, “o Johny” teria sido baleado após “furar” uma barreira policial.

Ainda segundo a PM, no domingo após Johny ser alvejado com um tiro, vários moradores protestaram contra a ação policial, entre eles Wandson, irmão de Johny e Rafhael, que muito exaltados foram detidos pela guarnição do sargento Everaldo e encaminhados à delegacia para as providencias cabíveis.

Conforme o que foi apurado pela PM passava das 20h00 quando a vítima chegou a uma empresa localizada no Bairro Belo Jardim afim de fazer uma entrega de marmitas, nesse momento ele foi cercado por quatro indivíduos que estavam em duas motocicletas e que passaram a efetuar vários disparos, durante o tiroteio o sargento Everaldo foi atingido por cerca de seis vezes, sendo que dois tiros atingiram o abdômen, um acertou o braço direito, um a mão esquerda, e dois atingiram a perna direita do militar. Logo em seguida os acusados fugiram tomando rumo ignorado levando a arma do policial militar. 

Em estado grave, Everaldo Aguiar foi encaminhado às pressas ao setor de emergência do Pronto Socorro de Rio Branco, onde foi submetido à cirurgia e encontra-se em observação médica. 

Acusados envolvidos em vários crimes – Apesar da lei do silêncio imperar na região dos bairros Recanto dos Buritis, Areal, Santa Inês e Belo Jardim, alguns moradores ainda se tomam de coragem e de forma velada denunciam as ações dos marginais. No último domingo, após a ação policial que culminou com Johnathan de Souza Rodrigues, o Johny atingindo com um disparo de arma de fogo, várias foram as denuncias informando que o rapaz era um dos responsáveis pelo comercio de drogas na região e que na companhia de seu irmão, Wandson dos Santos e de outros comparsas ditavam um regime de terror no bairro, sendo responsáveis por vários e diversos crimes. 

Johny é considerado, pela polícia e pela comunidade onde mora, um elemento de alta periculosidade e contumaz na prática de crimes, ainda adolescente ele foi um dos envolvidos na morte de um policial militar, que antes de ser executado com dois tiros na cabeça, foi espancado, torturado e teve as mãos e os pés amarrados. Fato ocorrido em setembro de 2009. Na época, Johny e outros envolvidos no crime foram presos, mas como era menor ficou poucos anos recolhido a uma das  Unidades Soício Educativas do Estado.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Sargento leva quatro tiros na noite desta segunda-feira no bairro Belo Jardim


Tentativa de homicídio foi motivada por vingança

Os policiais que trabalham na rua vivem em perigo constante, sobretudo, quando estão de folga. Na noite desta segunda-feira, 24, o sargento da PM Everaldo, pertencente ao efetivo do 2º batalhão, foi surpreendido por três elementos que disparam por quatro vezes, provavelmente com uma arma calibre 38, no Bairro Belo Jardim. A vítima foi atingida no braço, perna e abdômen e levado ao Pronto Socorro da capital. O militar corre sério perigo de morte.

De acordo com informações repassadas por policiais presentes no hospital, a motivação do crime foi vingança, já que na noite de sábado, 22, Everaldo tirava serviço em uma blitz quando teve que atirar contra Jhonata de Sousa Rodrigues, 22 anos, que teria furado o bloqueio e jogado, posteriormente, a moto sobre os policiais.

A linha principal de investigação, segundo os policiais, aponta para os irmãos de Jhonata que, na companhia de mais um comparsa, tramou e executou o crime (CONFIRA A MATÉRIA - CLIQUE AQUI).

O deputado Major Rocha, que teve a oportunidade de comandar o sargento, assim que soube do crime, foi ao Pronto Socorro acompanhar o quadro clínico do policial.

- Cheguei ao hospital quando o sargento estava na maca entrando no PS. Vi uma cena lamentável, um policial ensangüentado, com a barriga cheia de drenos. Essa é a triste realidade dos policiais militares do Acre, homens que cuidam da segurança da sociedade e correm um grande risco de morrer. O Everaldo estava de folga quando foi covardemente atacado, declarou emocionado o deputado Major Rocha.

O parlamentar promete levar a situação para ser debatida na Assembleia Legislativa no expediente desta terça, 25, e mais uma vez irá tratar sobre a isonomia.

- É da natureza da profissão o perigo, o risco de morte em serviço e fora dele, nos dias folga. O que não é justo que pessoas que não estão submetidas a esse risco cheguem a ganhar mais do que aqueles que se entregam corajosamente para defender a sociedade, continuou Rocha.

Policiais Militares permanecerão no Pronto Socorro a espera de novas informações a respeito do quadro clínico do policial.

Assistindo a tudo

Se o governador Sebastião Viana ainda não havia entendido o que significa correr risco de morte na Polícia Militar, o caso o demonstrou de maneira clara. Nas proximidades do Pronto Socorro, o chefe do executivo resolveu acompanhar o sargento e chamou às pressas o comandante e subcomandante PM, além de um séquito de oficiais intermediários e subalternos para acompanhar.

Policiais que estiveram presentes no local disseram ao Blog 4 de Maio que o governador observou pasmo a situação, mesmo sendo um médico.

- Acho que ele entendeu o que significa para a categoria a isonomia do risco de vida. Isso não acontece com oficial, só acontece com praça, declarou um graduado.

- Será que ele entendeu?, indagou um soldado.



Nesta terça-feira, 25, o Blog 4 de Maio trará mais informações a respeito do quadro de saúde do sargento Everaldo.

PEC 179 - Proposta permite a policial acumular cargo público


Leonardo Prado
Dep. Roberto De Lucena (PV/SP)
Roberto de Lucena afirma que renda dos policiais poderia aumentar com acúmulo de cargos.
A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição 179/12, do deputado Roberto de Lucena (PV-SP), que permite a acumulação de cargo de policial federal ou estadual com a de cargo público de professor ou de cargo público privativo de profissionais de saúde. A acumulação desses cargos também será permitida aos guardas municipais, segundo o texto.
Hoje a Constituição permite apenas a acumulação de dois cargos públicos de professor; de um cargo de professor com outro técnico ou científico; ou de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde. Fora essas exceções, a acumulação remunerada de cargos públicos é proibida.
Segundo o autor, o objetivo da proposta é garantir o aumento da renda mensal dos policiais. Além disso, na visão do deputado, ao se permitir que o policial atue no magistério, também se abrirá “a oportunidade de maior integração dos alunos com a atividade de segurança” e a oportunidade de aumentar a integração do policial com a comunidade. “Essa interação seria boa para escola, muito boa para o policial e excelente para a toda a sociedade brasileira”, afirma Lucena.
Tramitação
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania vai analisar a admissibilidade da PEC. Caso seja aprovada, a proposta será analisada por uma comissão especial e, depois, encaminhada ao Plenário para votação em dois turnos.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Daniella Cronemberger

sábado, 22 de setembro de 2012

Exclusivo - Cresce o número de PMs que cometem suicídio

Uma matéria forte, uma triste realidade




Brasil diz não à ideia da ONU de pôr fim à PM


Sob o argumento de que fere a Constituição, o Brasil rejeitou na terça-feira (18) proposta apresentada na Organização das Nações Unidas (ONU) para acabar com a Polícia Militar. De uma lista de 170 sobre políticas de direitos humanos, a recomendação foi a única negada. Para o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares, houve um equívoco na interpretação do texto - uma compilação de sugestões de diferentes países, incorporadas pelas Nações Unidas. Segundo o documento entregue pelo Brasil, publicado na terça-feira (18) no site da ONU, Brasília rejeitou a ideia, da Dinamarca, para “trabalhar na direção de abolir o sistema separado de Polícia Militar”.

Durante a reunião de maio em Genebra, diversos países europeus criticaram abertamente a violência usada pela Polícia Militar e apontaram a preocupação em relação aos números de mortes em operações. A resposta foi clara. “A recomendação não tem o apoio do Brasil, diante da Constituição, que prevê a existência de forças policiais militares e civis”, indica o documento.

“Forças policiais civis são responsáveis pelo trabalho de polícia judiciária e pela investigação de ofensas criminais, salvo ofensas militares”, explicou. “Forças policiais militares são responsáveis pelo policiamento ostensivo e pela preservação da ordem pública”, completa.

O governo ainda indicou que estava adotando medidas para melhorar o controle sobre os policiais, como a criação de um ombudsman. Além disso, estariam treinando de forma permanente os policiais em termos de direitos humanos. Nos últimos anos, diversos organismos da ONU criticaram as mortes ocorridas no Brasil por parte das forças de ordem e apontaram o fenômeno como uma das principais violações de Direitos Humanos no País.

Realizado a cada quatro anos, o evento em que o documento foi apresentado serve para sabatinar Estados sobre políticas de direitos humanos e governos de todo o mundo apresentam recomendações em relação a questões como saúde, educação e a situação de minorias.

Na quinta-feira (20), após avaliação das sugestões, o governo brasileiro volta à tribuna do Conselho de Direitos Humanos para informar os membros sobre quais medidas foram aceitas. Em quatro anos, a ideia é que as propostas aceitas pelo Brasil acabem sendo reavaliadas pelos demais governos, que cobraram a aplicação das recomendações.

EQUÍVOCO - Para o Conselho Nacional do Comando de Comandantes-Gerais das Polícias Militares, o documento da ONU não sugeriu o fim das Polícias Militares. Na visão dos conselheiros, houve equívocos na tradução que levaram os brasileiros a acreditar que era pedido o fim da PM. “O que a Dinamarca sugeriu foram medidas para acabar com a violência extralegal praticada por grupos de extermínio”, argumenta o coronel Atair Derner Filho, da PM de Santa Catarina e secretário-geral do Conselho.

O coronel afirma que a ONU, inclusive, usa o serviço de policiais militares brasileiros para treinar forças de segurança em países com instabilidade política, como Haiti e Timor Leste. “Como não houve recomendação para extinção da PM, no documento atual, ao qual tivemos acesso, de novo não localizamos esse debate”, disse o coronel. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Militares femininas também terão direito a 180 dias de licença maternidade, afirma Major Rocha


O Projeto de Lei apresentado pelos deputados Luiz Thê, Eber Machado e Eduardo Farias que dará 180 dias como Licença Maternidade às mulheres e 15 dias para os homens contemplará também aos militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Acre. A modificação do texto foi realizada a partir de um pedido do deputado Major Rocha e prontamente aceito pelos deputados propositores.

De acordo com Rocha, o projeto inicial apresentava apenas uma modificação no Estatuto dos Servidores Civis do Estado e não contemplava a PM e o Corpo de Bombeiros.

- Primeiramente é importante que eu diga que os deputados não esqueceram por maldade, tanto que eles inseriram os militares sem qualquer ressalva. O que fiz foi pedir para que o projeto se estendesse também aos militares estaduais que são assistidos pela Lei Complementar 164, explicou Rocha.

A casa legislativa votará o projeto nos próximos meses e deverá ter o apoio da maioria, senão de cem por cento dos deputados.

Um deputado nosso lá

Ao fazer a indicação, o deputado Rocha mostra a importância de um deputado representante da categoria na Assembléia Legislativa. Muitos projetos já foram enviados para Aleac sem o consentimento da categoria como aconteceu no final de 2009, quando Governo do PT queria tirar o posto a mais e a sexta parte e foi preciso chamar o maior número de policiais possível para conter o intento petista. O deputado Rocha é a segurança de que isso não vai acontecer.

A Política e a Politicagem na caserna e alguns questionamentos


As eleições, sejam para governo municipal ou estadual, sempre fazem emergir dentro da caserna a política e a politicagem. Acredito que nas mais diversas repartições do Acre não seja diferente. Dentro desse tema, meus caros companheiros de farda, quero deixar algumas observações e questionamentos. Antes de continuar, esclareço que essas linhas são fruto de conversas com vários policiais militares.

Afirmei que as eleições fazem surgir mais nitidamente a política e a politicagem. Como uma pessoa que busca o interesse da categoria em si e para si, usando os termos marxistas, desejava ouvir dos candidatos o que eles iriam fazer pela categoria se utilizando da autoridade de vereador. Não ouvi nada a respeito da parte de ninguém. Mas, o que me causou mais estranheza veio por parte dos candidatos da Frente Popular.
Sabendo que a tropa tem motivos de sobra para não gostar do PT, o que levou a alguns militares a se inserirem como candidatos por partidos que compõem a Frente Popular, regida com mão-de-ferro pelo PT? Interesse em ajudar a categoria? Aproximar-se do executivo para facilitar o diálogo?

Não foi o senhor Jorge Viana (PT) quem retirou o risco de vida dos inativos e pensionistas dos militares e depois, a duras penas, a gratificação foi re-inserida? Não foi o seu irmão, Tião Viana (PT), atual governador, quem mandou prender quase mil policiais militares por causa da paralisação nos dias 13 e 14 de maio de 2011? Não foi o atual governador quem pediu ao comando da PM que indiciasse 14 policiais pela manifestação a fim de que esses dias de paralisação não ficassem na história, como foi o dia 4 de maio? Por que não foram 13 policiais indiciados? Porque 13 é o nefasto número do partido, pegaria mal. E diante de tantas perguntas, sabe qual foi o dia escolhido para que os militares fossem ouvidos? 13 de setembro, o mesmo dia que o senhor Tião Viana anunciou a isonomia do risco de vida, com o objetivo de que o anuncio apagasse o que se passava no Fórum Barão de Rio Branco com os verdadeiros heróis da Isonomia. Por que, então, existem militares que ainda se filiam e saem candidatos por partidos da Frente Popular? Nada podemos afirmar como certo, mas é uma pergunta interessante a se fazer para eles.

Dias atrás, encontrei-me com a sargento Rosa Maria, candidata pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), na Praça do Colégio Acreano, no centro da cidade. Ela fazia campanha, me reconheceu e veio pedir o meu voto. A conversa transcorria bem, até que falei que votaria no subtenente Veríssimo, pois já havia dado minha palavra. Ao ouvir isso, ela mudou de fisionomia e passou a atacar não somente o candidato, mas também ao deputado Rocha. “O que foi que ele fez pela PM?”, indagava ela esbravejando. “Ele é um traidor, ele é da oposição por isso a gente não ganha nada”, continuou.

Participei da manifestação nos dia 13 e 14 de maio de 2011 e não me lembro de ter visto a senhora Rosa Maria, e pelo que sei, o sargento De França (PPL) estava em casa ou aquartelado. Aliás, não lembro de nenhum candidato da Frente Popular no dia da manifestação, dia em que precisamos de lideranças, aliás, é injusto da minha parte, não os reconheço como lideranças. Deixemos por aqui.

Permita-me voltar ao diálogo com a Rosa Maria. O que os deputados da situação fizeram por sua categoria? O que o Eduardo Farias, do partido de Rosa Maria, fez pelos médicos? O que o Tião Viana fez pelos médicos? O que o Walter Prado fez pela sua categoria, a Polícia Civil? Converse com os agentes ou com os médicos do sindicato que eles dirão: nada. Eles não poderiam facilitar a conversa? Por que isso não aconteceu? Por que sua categoria saiu perdendo? Essa conversa de que uma pessoa da situação favoreceria em processo de negociação é falsa, não cola, temos exemplos práticos disso. O deputado Major Rocha, a quem tenho minhas críticas, está fazendo um belo trabalho como parlamentar, está denunciando, está apresentando projetos, e não tem se rebaixado ao nível de Rosa Maria, que tem desferido ataques constantes e injustos. Quero que o deputado passe mais nos quartéis, apresente mais projetos, embora não sejam aprovados, eu me sentirei bem representado, como me sinto agora, e o voto da minha família vai ter.

Bem, entre palavras e palavras, bastou conversar com Rosa Maria por alguns minutos para distinguir claramente a Política da politicagem. Quem não tem nada a falar de si, fala dos outros.

Preserve minha identidade caro administrador, esse povo é perseguidor.

Complementação do Blog 4 de Maio



Essa foto foi tirada no dia 21 de janeiro de 2012, hoje é 21 de setembro, oito meses foram suficientes para Rosa Maria esquecer a ajuda que o Deputado Major Rocha deu quando ela estava presa na Companhia de Guarda Penitenciária. Será que ela não iria esquecer de você também? Pense nisso.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Cooperativa de familiares dos militares abre inscrições para curso de corte e costura em Rio Branco



Uma grande oportunidade para aumentar a renda familiar. A cooperativa dos familiares dos militares estará recebendo, até o final dessa semana, inscrições para o curso de corte e costura. O público alvo são as esposas e filhas de policiais e bombeiros militares que tenham interesse de trabalhar no ramo.

De acordo com Maria Clara, presidente da cooperativa, a secretaria de pequenos negócios está oferecendo mais oito vagas para o curso, além das já preenchidas pelos membros fundadores da cooperativa.

- O curso é técnico e as candidatas aprenderão o aperfeiçoarão, na prática, os conhecimentos para o trabalho, explicou Maria Clara.

Os interessados devem ligar para o telefone 3224-7674 e falar com Mário, na Secretaria de Pequenos Negócios.

Nota

Dia 17 de setembro de 2012 faleceu HEITOR ALVES CONTREIRAS, irmão do SARGENTO BM JEAN HEITOR CONTREIRAS. O falecido tinha 26 anos de idade e foi enterrado nesta terça-feira, 18 de setembro. Registramos a mais sincera condolência ao Sargento Contreiras, bombeiro militar há 25 anos. Que o Senhor Jesus conforte o coração da família em razão da perda.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Mais 3 PMs são mortos e, no ano, já são 70 execuções em SP

Três agentes militares foram mortos neste fim de semana, em São Paulo. Com isso, no ano, já são 70 mortes. A maior parte dos ataques acontece em bairros da periferia e fora do horário de serviço.
Em Guarulhos, um soldado a paisana foi assassinado na mercearia do pai. Em Santo André, no ABC paulista, o crime foi em frente a um açougue. O policial foi morto com 12 tiros. Em Araraquara, no interior, mais um militar foi executado com 17 tiros.


TRIBUTO AOS QUE SUCUMBIRAM


 A briosa turma de 2002 completou, no último dia 16 de setembro, dez produtivos anos de caserna. A reflexão do momento nos imprime uma terrível sensação de perda quando nos lembramos de que muitos de nossos contemporâneos já não estão conosco para a congratulação que o momento demanda, em virtude dos trágicos episódios que os fizeram perecer nessa caminhada árdua.
           Sem ater-me a ordem cronológica das perdas ,mas somente levando em consideração a proximidade que os pelotões e guarnições nos proporcionam, destaco amigos como; CABRAL, MARCIO SOLTO, EDVANIO, JUCIVAN, SUELMO e outros de igual importância que foram subtraídos desta família composta por mais de quinhentos irmãos.
Todavia, o momento de forma paradoxal também é de alegria para os que até aqui ainda estão lado a lado. Estendo ainda esse momento fraterno aos que hoje já não são mais companheiros de profissão, mas que nos fizeram ver como se tornaram fortes os laços atados no principio dessa década que se passou. 
           Parabéns TURMA DE 2002, que o senhor nosso Deus continue a nos proteger e que conforte os que hoje tristemente não podem compartilhar desse momento de alegria.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Corda para se enforcar


Coronel Margarete recebe proposta de fazer com que banco de horas compense a falta de diárias para os seguranças do governador

Ao que tudo indica as coisas no Gabinete Militar não andam muito bem. A intensa luta por um lugar ao sol junto ao governador Sebastião Viana faz com que alguns militares ofereçam corda para o outro se enforcar. Isso ficou evidenciado algumas semanas atrás em uma conversa no próprio Gabinete.

De acordo com informações de militares da unidade, oficiais que rodeiam a cadeira da chefe do gabinete sugeriram que o banco de horas fosse utilizado para compensar as diárias que foram cortadas depois que o Blog 4 de Maio levou ao conhecimento público o favorecimento de um pequeno grupo que ficou conhecido como “A panelinha de Margarete”.

- Como está mais vigiada agora, o “grupinho” perdeu algumas regalias. Para não ficarem na mão, o negócio é usar o banco de horas, mas estamos de olho, declarou um militar do gabinete.

A coronel vetou a proposta talvez sentindo a rasteira que poderia pegar com a sugestão.

- Em muitas vezes uma pessoa chega oferecendo ajuda, mas na realidade o que ela deseja é outra coisa. É um mal que se esconde através de um suposto “bem”, declarou o informante.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Jacozinho entra na Campanha da Isonomia do Risco de Vida

Mais um apoio para a Campanha dos Militares

Militares de Sena Madureira estão há meses sem receber banco de horas


Mais uma do Major Moncada. Dessa vez, por pura birra, o oficial está deixando o próprio efetivo sem receber as horas extras realizadas no Instituto Sócio-Educativo. Alguns policiais militares que já possuem mais de onze dias trabalhados ainda não foram pagos.

Em conversas com oficiais no Quartel Geral, ficou claro que a culpa pelo não pagamento é do próprio comandante de Sena, que está acumulando papeis para enviar de uma única vez.

- A PM não está pagando no tempo que deveria pagar, mas a situação de Sena não é culpa do comando geral, é o Moncada que não está entregando todo o documento necessário para que seja computado e providenciado o pagamento, declarou um dos oficiais envolvidos na conversa.

Ainda segundo o superior, basta que o comandante de Sena envie os documentos para que os pagamentos comecem a acontecer.

- Colocamos para o Moncada que tínhamos uma quantia em reais destinada ao Banco de Horas mensalmente, mas pouco se tem se serviço dessa questão.

Um fator que preocupa e revolta os militares é que aqueles que se utilizam do serviço extra, tiram serviço em uma escala desgastante, em um serviço de alto grau de estresse e ainda convivem com a falta de pagamento de direitos.

- Um policial quando vai tirar serviço no ISE está precisando melhorar sua renda, já que nosso salário é um dos piores do Brasil. Quando então, pensa que vai receber, o seu contracheque mostra o contrário. Aqui em Sena tem gente com onze, oito, seis bancos de horas para receber e nada, isso é por causa do comandante que temos, explicou dos policiais descontentes.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Major Rocha defende isonomia de adicional por risco de morte na PM



O deputado Major Rocha (PSDB) fez pronunciamento nesta quarta-feira, 5, defendendo a isonomia do valor do adicional por risco de morte nos vencimentos de soldados e oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Acre. De acordo com ele, os valores variam entre R$ 200,00 para um soldado e R$ 1 mil para um coronel.

Rocha anunciou que a Corporação iniciou hoje uma campanha estadual reivindicando valores iguais para todas as patentes. “Não é justo que um soldado que vai para a rua combater o crime, enfrentando criminosos, no campo de batalha, tenha um valor menor do que um oficial que não sai de seu gabinete”, argumentou o parlamentar.

De acordo com o deputado, a diferenciação de valores, sempre inferior para militares de patentes inferiores, acabou gerando uma valoração do ser humano. “Entende-se que um coronel tem mais valor do que um soldado quando todos nós sabemos que a vida não tem preço. Por isso, por uma questão de justiça, os militares começam hoje uma campanha para a isonomia deste adicional”, avisou Rocha.

O deputado lembrou que, além desta reivindicação, a categoria vai começar a discutir dentro da Corporação o respeito ao princípio da presunção da inocência no julgamento dos militares. De acordo com Rocha, antes da Constituição de 1988, era considerado o princípio da culpabilidade, onde todos são considerados inocentes até prova em contrário. “Mas, com os militares isso não é verdade, pois basta começar a responder um processo e ele perde aposentadoria e sofre outras penalidades. O militar tem que ser respeitado como cidadão brasileiro”, declarou Rocha.

João Maurício
Foto: J. Simão
Agência Aleac

Eu votarei nele

Navegando pela internet, achei essa criativa imagem. Falaram-me que é do nosso futuro prefeito de Rio Branco. 



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Soldados querem que valor pago por risco de vida seja o mesmo dos coronéis militares

Imagem cedida pela AME/AC

De acordo com um decreto do então governo de Jorge Viana, o risco de vida de um coronel da Polícia Militar vale hoje R$ 800,00 a mais que o risco de vida de um soldado militar. Com objetivo de equiparar os valores pagos pelo Governo do Acre aos soldados e coronéis acrianos, a Associação dos Militares iniciou nesta quarta-feira (05) a campanha “Isonomia pelo Risco de Vida”.
Segundo o deputado estadual e militar, Major Rocha (PSDB), o decreto de Jorge Viana torna na prática a vida de um coronel como sendo mais importante que de um soldado. “A vida não tem preço, e, se fossemos comparar os riscos, os soldados ficam mais expostos no dia-a-dia que os coronéis.”, disse.
De acordo com informações do deputado, um soldado receberia mensalmente um acréscimo de R$ 200,00 ao seu salário pelo risco de vida, já o coronel, embolsaria mil reais mensais.
Edmilson Alves, de Rio Branco (AC)
edmilsonacre@yahoo.com.br

Saiu na Coluna Alerta Político



PERDEU A COMPOSTURA
O Senador Jorge Viana (PT) tido por muitos como um homem culto, tem se mostrado descontrolado por saber que o seu candidato Marcus Alexandre (PT) ainda está atrás do Tucano Tião Bocalom (PSDB) nas pesquisas, Jorge Viana tem usado as mídias sociais para atacar seus adversários políticos.


NEPOTISMOS CRUZADO Como se não bastassem vários parentes dentro do Governo Petista, Sebastião Viana nomeou a filha do prefeito Raimundo Angelim, para ganhar nada mais nada menos que R$ 3.360,00.

UM É POUCO DOIS É BOM
A descoberta da semana ficou por conta do Ministério Público do Acre, em pouco tempo de investigação sobre supostos grampos ilegais, descobriu-se que o governo do estado não possui apenas um equipamento guardião, na verdade são dois.

Fonte: Alerta Político

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Em apoio ao 14 Militares indiciados pelos dias 13 e 14 de maio de 2011


NOTA DE APOIO

        A Associação dos Militares do Estado do Acre (AME/AC) vem a público se manifestar em favor dos catorze policiais militares que serão julgados no dia 14 de setembro do corrente ano, conforme divulgado pela 2º Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco. A presente nota também tem o objetivo de explicar para a população sobre as peculiaridades desses indiciamentos.
            O primeiro ponto que deve ser entendido é que os militares não são bandidos ou praticaram crimes hediondos, apenas se manifestaram reivindicando melhorias salariais, como fizeram os funcionários dos Correios, os agentes da Polícia Federal ou os professores da rede estadual ou municipal de ensino. O que eles queriam era que o governo concedesse um reajuste sobre perdas salariais que já somavam mais de 100%, tudo baseado em negociações e em documentos protocolados junto ao Comando da PM, à Secretária de Segurança e Casa Civil do Governador.
            O segundo ponto é que essa manifestação não aconteceu de uma hora para outra. Nos primeiros meses de 2011, as negociações foram acirradas e nada havia sido ganho para a categoria. Todo esse processo, toda a demora em dar uma resposta positiva deixava os militares apreensivos e ansiosos. Depois que o governo ofereceu 1% de reajuste para as lideranças, a categoria decidiu paralisar as atividades em todo o estado por 24 horas por sentirem-se afrontada. Os militares tiveram a preocupação de não deixar a sociedade muito tempo sem policiamento. Todos se reuniram com suas esposas, esposos e filhos em frente ao Quartel do Comando Geral (QCG). Não houve risco a integridade física da população, também não houve danos ao patrimônio. Assim foi feito.
            O terceiro ponto é o motivo que levou à abertura do inquérito. Os militares foram indiciados porque estavam próximos ao portão lateral do quartel. Por mais incrível que pareça, policiais militares estão respondendo processo porque estavam apenas a alguns metros do portão que, naquele momento, estava bloqueado por civis.
            O quarto e último ponto diz respeito às leis que regem os militares. O nosso Código Penal Militar é de 1969, tempo da Ditadura Militar, dos anos de chumbo, da repressão contra a sociedade civil que buscava a democracia, uma participação ativa nos rumos do país. Infelizmente nas mudanças que aconteceram, advindos dos movimentos sociais e nos pós 1988, não chegaram à Polícia Militar até hoje. Por isso temos militares que não podem falar, não podem se manifestar por melhorias salariais e de trabalho. Os catorze policiais que estão sendo julgados são pais e mães de família e não bandidos ou criminosos perigos. A ida desses bravos militares a julgamento já se configura em uma grande injustiça.


Isaque Félix Ximenes
Presidente da AME/AC

Aviso da Credmac


Bom dia,


Em atendimento a demanda da parte da Auditoria Interna, que nos recomenda estarmos com os cadastros de nossos cooperados sempre atualizados, bem como nosso interesse em conhecer melhor nosso cooperado, estamos promovendo esta campanha denominada RECADASTRE 2012, onde iremos sortear um TABLET SANSUNG.



Att.


Webiston de Sousa Macedo
Diretor Administrativo Financeiro
Sicoob Credmac

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Militares que reivindicaram melhorias salariais e de trabalho para PM serão ouvidos em setembro



Catorze policiais militares que participaram da manifestação nos dias 13 e 14 de maio de 2011, reivindicando melhorias salariais e de trabalho para a instituição serão ouvidos no dia 14 de setembro. A data foi divulgada ontem pela 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco.

Os militares serão submetidos a interrogatório e responderão sobre informações contidas no processo 0027816-67.2011.8.01.0001, que trata sobre o crime de motim.

De acordo com o Inquérito Policial Militar (IPM), Nº 10, página 482, os policiais foram vistos próximos ao portão lateral do Quartel do Comando Geral (QCG) no dia da manifestação. Segundo o documento, viaturas da PM tentaram sair do quartel que, no momento, estava sendo bloqueado por civis que protestavam em favor da categoria.

- “É notório que quando os policiais militares ouviram a ordem para se retirarem da frente do portão e não o fizeram, negaram-se a seu cumprimento, através de uma conduta omissiva, eles passivamente desobedeceram, incorrendo no crime 149 do Código Penal Militar” [motim], descreve o IPM.

O inquérito da Polícia Militar é falho em algumas informações. Na página 478, o encarregado Marcelo Antonio Victor, tenente-coronel da PM, afirma que recebeu um CD-Rom que continha imagens gravadas pela Assessoria de Inteligência da instituição, mas que eram de péssima qualidade, sendo reconhecido apenas quatro policiais; entretanto catorze pessoas foram indiciadas, todas lideranças da categoria.

Em defesa dos associados

A Associação dos Militares do Acre (Ameac) saiu em defesa dos militares indiciados no Inquérito Policial Militar. Para o presidente da entidade, sargento Isaque Ximenes, o indiciamento é uma injustiça oportunizada pelo Código Penal Militar, que é arcaico.

- O nosso Código Penal Militar é de 1969, tempo da Ditadura Militar, dos anos de chumbo, da repressão atroz contra a sociedade civil que buscava a democracia, uma participação ativa nos rumos do país. Infelizmente nas mudanças que aconteceram, advindos dos movimentos sociais e nos pós 1988, não chegaram a Polícia Militar até hoje. Por isso temos militares que não podem falar, não podem se manifestar por melhorias salariais e de trabalho. Os catorze policiais que estão sendo julgados são pais e mães de família e não bandidos, criminosos perigos. A ida desses bravos militares a julgamento já se configura uma injustiça, declarou o presidente.  

Reivindicação

Na época os militares reivindicavam o reajuste de mais de 100% de perdas salariais acumulados nos últimos doze anos de administração petista. O Acre figura como o vigésimo segundo Estado a pior pagar seus policiais militares. Hoje, de acordo com os dados fornecidos pela blogueira Renata Pimenta, de Minas Gerais, o Acre figura como o vigésimo terceiro no ranking, descendo uma posição, portanto.

Viana apóia PF e prende PM

No último dia 9 de agosto, o governador Sebastião Viana manifestou apoio aos Policiais Federais que estão em greve. De acordo com o site Agência de Notícias, Viana afirmou que levaria um posicionamento formal em favor da categoria ao Ministério da Justiça (LEIA AQUI).
A reivindicação da Polícia Federal não é diferente do que foi manifestado pelos militares nos dias 13 e 14 de maio de 2011. Ambas tratavam sobre reconhecimento e reajuste salarial; os tratamentos dados às duas categorias foram muito diferentes.

Embora os números não sejam divulgados pelo comando da PM, estima-se que mais de mil policiais militares, em todo o estado, foram presos administrativamente por ordem do governador Sebastião Viana. As prisões variaram entre sete e dez dias de cadeia para cada pessoa que faltou o serviço ou chegou atrasado ao posto de trabalho.

Salário das Polícias Militares 

De volta

Depois de alguns dias doente, estamos de volta com as publicações em nosso Blog. Pedimos desculpas pelas vezes que vocês acessaram nossas páginas e não leram matérias novas.

O Administrador 02